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Q3586887 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
No português, as palavras podem ser classificas em dois gêneros – feminino e masculino. Também existem os substantivos que apresentam uma só forma para os dois gêneros, sendo necessário que a distinção de feminino e masculino seja realizada pelo artigo. Considerando o exposto, qual das palavras a seguir é classificada como substantivo comum de dois gêneros?
Alternativas
Q3586886 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Em “A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral.” (4º§), a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração no sentido do trecho, por: 
Alternativas
Q3586885 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Através da expressão destacada em “[...] no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: [...]” (1º§), a autora declara que:
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Q3586884 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Para que o texto seja completo, é necessário desenvolver, de maneira coerente e linear, ideias ao longo dos parágrafos. Nesse sentido, é correto afirmar que a autora, de forma sequencial: 
Alternativas
Q3586883 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Todo texto é formado por um assunto principal, que é desenvolvido ao longo dos parágrafos. O principal assunto do texto em análise é: 
Alternativas
Q3586872 Medicina
Paciente,sexo feminino, lactante, no quinto dia de puerpério apresenta quadro de dor e edema em membro inferior esquerdo, mais exuberante em segmento infragenicular. Durante investigação diagnóstica com ultrassonografia Doppler foi confirmada trombose venosa profunda de veia poplítea esquerda. Qual a estratégia de escolha para a anticoagulação dessa paciente?
Alternativas
Q3586871 Medicina
Paciente, sexo masculino, 58 anos, apresenta queixa de epigastralgia, saciedade precoce e plenitude pós-prandial há seis meses. Nega comorbidades ou uso de medicamento de uso contínuo. Foi submetido à Endoscopia Digestiva Alta (EDA), com achado de úlcera em antro gástrico, de bordas bem definidas, além de gastrite moderada de antro. Teste da urease positivo. Foram realizadas biópsias para investigação de malignidade para úlcera e optado pelo tratamento de Helicobacter pylori. De acordo com as recomendações do Quarto Consenso Brasileiro sobre Infecção por H. pylori, sobre a condução do caso desse paciente, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3586870 Medicina
Paciente, sexo feminino, 28 anos, tabagista, assintomática, obesidade grau 1, comparece à consulta ambulatorial buscando rastreio para Diabetes Mellitus (DM) após sua irmã de 33 anos receber esse diagnóstico. De acordo com as orientações da Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes, é recomendado o rastreamento de DM tipo 2 em:
Alternativas
Q3586869 Medicina
Paciente, sexo masculino, 58 anos, tabagista, hipertenso, assintomático. Durante a investigação de quadro dispéptico, foi solicitada uma ultrassonografia de abdome que constatou um Aneurisma de Aorta Abdominal Infrarrenal (AAAIR), com diâmetro máximo de 5,8 cm. O achado foi confirmado por angiotomografia de abdome. De acordo com as recomendações dos guidelines atuais, a conduta recomendada com relação ao AAAIR desse paciente é:
Alternativas
Q3586868 Medicina
Paciente, sexo masculino, 22 anos, relata corrimento uretral esbranquiçado e espesso há quatro dias. Relata relaçõessexuais sem o uso de preservativos. Sem outras queixas. Nega alergias. Urocultura negativa. Foi feita hipótese diagnóstica de uretrite sem identificação do agente etiológico. De acordo com as orientações do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis, o tratamento empírico de primeira linha para essa condição clínica deve ser feito com:
Alternativas
Q3586867 Medicina
O caso hipotético a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Paciente, sexo masculino, 55 anos, hipertenso, diabético, dislipidêmico, comparece em consulta ambulatorial com queixa de dispneia aos esforços e ortopneia há seis meses. Ao exame físico foi constatada terceira bulha cardíaca e impulso apical cardíaco desviado para a esquerda. Foi feita a hipótese diagnóstica de Insuficiência Cardíaca (IC) crônica.
De acordo com as recomendações da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, sobre o uso de betabloqueadores no tratamento desses pacientes, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3586866 Medicina
O caso hipotético a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Paciente, sexo masculino, 55 anos, hipertenso, diabético, dislipidêmico, comparece em consulta ambulatorial com queixa de dispneia aos esforços e ortopneia há seis meses. Ao exame físico foi constatada terceira bulha cardíaca e impulso apical cardíaco desviado para a esquerda. Foi feita a hipótese diagnóstica de Insuficiência Cardíaca (IC) crônica.
De acordo com as recomendações da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, recomenda-se para esse paciente:
(Considere: VE – ventrículo esquerdo; IECA – inibidores da enzima conversora de angiotensina; BRA – bloqueadores dos receptores da angiotensina.)
Alternativas
Q3586865 Medicina
Paciente, sexo masculino, 55 anos, hipertenso, tabagista, dislipidêmico, portador de insuficiência cardíaca congestiva, assintomático, realizou exames laboratoriais para investigação de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). De acordo com as orientações da Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes, são considerados critérios diagnósticos de DM2, EXCETO:
Considere:
TTGO-1h: teste de tolerância à glicose por via oral após uma hora de uma sobrecarga de 75 gramas de glicose por via oral.
TTGO-2h: teste de tolerância à glicose por via oral após duas horas de uma sobrecarga de 75 gramas de glicose por via oral. 
Alternativas
Q3586864 Medicina
O caso hipotético a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Paciente, sexo masculino, 36 anos, assintomático, sem comorbidades, comparece em consulta ambulatorial para obter mais informações sobre a profilaxia pré-exposição e pós-exposição ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana).
Paciente, sexo masculino, 36 anos, assintomático, sem comorbidades, comparece em consulta ambulatorial para obter mais informações sobre a profilaxia pré-exposição e pós-exposição ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). De acordo com as recomendações do protocolo clínico e das diretrizes terapêuticas para a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) oral à infecção pelo HIV, as medicações de escolha para a PrEP, na modalidade oral diária, são:
Alternativas
Q3586863 Medicina
O caso hipotético a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Paciente, sexo masculino, 36 anos, assintomático, sem comorbidades, comparece em consulta ambulatorial para obter mais informações sobre a profilaxia pré-exposição e pós-exposição ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana).
De acordo com as recomendações do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pós-Exposição (PEP) de risco à infecção pelo HIV, o tempo máximo para o início da PEP após a exposição é de:
Alternativas
Q3586800 Enfermagem
Conforme a Resolução COFEN nº 736/2024, que atualiza as normas para implementação do Processo de Enfermagem (PE), a definição correta do PE é:
Alternativas
Q3586799 Enfermagem
Durante a consulta de pré-natal, uma gestante com 20 semanas de gravidez comparece à unidade de saúde para atualização de seu esquema vacinal. Considerando as recomendações do Calendário Nacional de Vacinação para gestantes e puérperas até quarenta e cinco dias após o parto, quais vacinas devem ser administradas para proteger a mãe e o recém-nascido?
Alternativas
Q3586798 Enfermagem
Para uma criança de 2 meses, estão previstas, na visita de acompanhamento, as vacinações com a vacina pentavalente (DTP- -Hib-HB) e a vacina pneumocócica 10-valente (conjugada). Sobre a administração concomitante dessas vacinas, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3586797 Enfermagem
A esterilização de materiais médicos pode ser realizada através de diferentes métodos, entre os quais se destacam a esterilização a vapor e a esterilização com óxido de etileno. Considerando as características desses dois métodos, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3586796 Enfermagem
Em relação às etapas de limpeza, desinfecção e esterilização de materiais no Centro de Material e Esterilização (CME), assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
341: D
342: B
343: C
344: A
345: C
346: C
347: A
348: C
349: C
350: C
351: B
352: D
353: C
354: B
355: C
356: B
357: D
358: A
359: D
360: D