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Q3689493 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Médicos atribuem morte de 1º paciente

a receber coração de porco a múltiplos fatores



    Múltiplos fatores provocaram a morte da primeira pessoa no mundo a receber o transplante de um coração de porco geneticamente modificado. Além disso, vírus suínos detectados no órgão não se espalharam para outras partes do corpo do paciente. A conclusão consta de um estudo, publicado no último dia 29 na revista The Lancet, feito pela equipe médica responsável pela cirurgia.

    

    David Bennett, 57, tinha uma condição cardíaca que o levaria à morte caso não recebesse um transplante de coração. Com outras doenças crônicas, porém, ele não era elegível para um transplante de coração humano.


    Em 7 de janeiro de 2022, ele passou por uma operação de oito horas no Centro Médico da Universidade de Maryland para receber o transplante de coração suíno.


    O coração suíno foi geneticamente modificado para incluir genes humanos que tornam o órgão mais tolerável pelo nosso sistema imunológico. Outros genes suínos foram deletados para impedir o crescimento do órgão dentro do corpo e outras funções.


    A equipe de pesquisadores divulgou no estudo as principais lições aprendidas com o primeiro xenotransplante (nome dado ao procedimento que ocorre com órgãos de outras espécies animais) feito em um paciente ainda vivo.


    A ideia é que a pesquisa ajude a identificar possíveis falhas e aprimorar o caminho para novos procedimentos no futuro.


    A causa da morte de Bennett foi uma parada cardíaca dois meses depois do procedimento.


    Ao analisarem o órgão transplantado, os pesquisadores notaram endurecimento da parede do miocárdio, a musculatura que recobre o coração, danos múltiplos ao endotélio (parede mais fina e interna dos capilares sanguíneos) e inflamação do órgão, consequência provavelmente de uma resposta imune exacerbada desencadeada por uma possível rejeição ao órgão.


    Como a saúde do paciente estava deteriorada, os médicos administraram imunoglobulina intravenosa (IVIG, na sigla em inglês) para tentar ajudar a recuperar o sistema imune debilitado. Durante a administração, porém, os anticorpos podem ter reconhecido o órgão como um invasor e provocado a resposta imune contra o próprio tecido cardíaco.


        Além disso, foi detectada na análise genética do coração a presença de dois tipos de vírus suínos, o citomegalovírus suíno (PCMV) e o vírus da roséola suína (PRV), mas nenhum fragmento de DNA viral foi detectado em outros órgãos do paciente, o que descarta que uma provável infecção viral tenha causado a morte.


    De acordo com os cientistas, é provável que os vírus, que estavam dormentes no órgão, tenham sido liberados da parede do coração após a ação exagerada do sistema imune do paciente. Com a chamada síndrome inflamatória, o vírus pode ter provocado ainda mais deterioração na parede cardíaca.


     Um dos pontos levantados pelos autores no estudo é que não foi feito um teste na imunoglobulina intravenosa antes da administração ao paciente para investigar se haveria possibilidade de reação cruzada. Essa reação imune exacerbada poderia ter sido evitada caso células da veia aorta do porco tivessem sido testadas antes da cirurgia.


     "É provável que a reação imune tenha sido provocada só após a injeção no paciente, já que detectamos também uma diminuição na expressão gênica dos genes que supostamente previnem a rejeição e uma elevada expressão de genes que regulam a ação inflamatória humana nas células endoteliais", explicam os autores.


     "No futuro, pretendemos evitar usar imunoglobulina intravenosa e, se isso não for possível, vamos testar o lote total do medicamento contra células do porco doador antes de usá-lo. Além disso, desenvolvemos um teste e vamos também descartar órgãos de porcos que tenham algum dos vírus suínos que foram encontrados dormentes no órgão", disse Muhammad Mouhidini à Folha.


    Os cientistas afirmam, porém, que Bennett foi um herói que voluntariou a própria vida à ciência e esperam que o próximo paciente seja bem-sucedido. "Novos transplantes de porco geneticamente modificados em humanos podem melhorar nossa compreensão dos mecanismos de falha dos xenoenxertos e ajudar a lidar melhor com os procedimentos clínicos", completam os autores.


(Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/07/virussuino-nao-causou-morte-de-1a-pessoa-a-receber-transplante-de-coracao-deporco.shtml. 6.jul.2023) 




A ideia é que a pesquisa ajude a identificar possíveis falhas e aprimorar o caminho para novos procedimentos no futuro. (L.25- 27) A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:

I. O período é composto por coordenação e subordinação.
II. Há duas orações reduzidas.
III. As orações subordinadas são todas substantivas.

Assinale
Alternativas
Q3689492 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Médicos atribuem morte de 1º paciente

a receber coração de porco a múltiplos fatores



    Múltiplos fatores provocaram a morte da primeira pessoa no mundo a receber o transplante de um coração de porco geneticamente modificado. Além disso, vírus suínos detectados no órgão não se espalharam para outras partes do corpo do paciente. A conclusão consta de um estudo, publicado no último dia 29 na revista The Lancet, feito pela equipe médica responsável pela cirurgia.

    

    David Bennett, 57, tinha uma condição cardíaca que o levaria à morte caso não recebesse um transplante de coração. Com outras doenças crônicas, porém, ele não era elegível para um transplante de coração humano.


    Em 7 de janeiro de 2022, ele passou por uma operação de oito horas no Centro Médico da Universidade de Maryland para receber o transplante de coração suíno.


    O coração suíno foi geneticamente modificado para incluir genes humanos que tornam o órgão mais tolerável pelo nosso sistema imunológico. Outros genes suínos foram deletados para impedir o crescimento do órgão dentro do corpo e outras funções.


    A equipe de pesquisadores divulgou no estudo as principais lições aprendidas com o primeiro xenotransplante (nome dado ao procedimento que ocorre com órgãos de outras espécies animais) feito em um paciente ainda vivo.


    A ideia é que a pesquisa ajude a identificar possíveis falhas e aprimorar o caminho para novos procedimentos no futuro.


    A causa da morte de Bennett foi uma parada cardíaca dois meses depois do procedimento.


    Ao analisarem o órgão transplantado, os pesquisadores notaram endurecimento da parede do miocárdio, a musculatura que recobre o coração, danos múltiplos ao endotélio (parede mais fina e interna dos capilares sanguíneos) e inflamação do órgão, consequência provavelmente de uma resposta imune exacerbada desencadeada por uma possível rejeição ao órgão.


    Como a saúde do paciente estava deteriorada, os médicos administraram imunoglobulina intravenosa (IVIG, na sigla em inglês) para tentar ajudar a recuperar o sistema imune debilitado. Durante a administração, porém, os anticorpos podem ter reconhecido o órgão como um invasor e provocado a resposta imune contra o próprio tecido cardíaco.


        Além disso, foi detectada na análise genética do coração a presença de dois tipos de vírus suínos, o citomegalovírus suíno (PCMV) e o vírus da roséola suína (PRV), mas nenhum fragmento de DNA viral foi detectado em outros órgãos do paciente, o que descarta que uma provável infecção viral tenha causado a morte.


    De acordo com os cientistas, é provável que os vírus, que estavam dormentes no órgão, tenham sido liberados da parede do coração após a ação exagerada do sistema imune do paciente. Com a chamada síndrome inflamatória, o vírus pode ter provocado ainda mais deterioração na parede cardíaca.


     Um dos pontos levantados pelos autores no estudo é que não foi feito um teste na imunoglobulina intravenosa antes da administração ao paciente para investigar se haveria possibilidade de reação cruzada. Essa reação imune exacerbada poderia ter sido evitada caso células da veia aorta do porco tivessem sido testadas antes da cirurgia.


     "É provável que a reação imune tenha sido provocada só após a injeção no paciente, já que detectamos também uma diminuição na expressão gênica dos genes que supostamente previnem a rejeição e uma elevada expressão de genes que regulam a ação inflamatória humana nas células endoteliais", explicam os autores.


     "No futuro, pretendemos evitar usar imunoglobulina intravenosa e, se isso não for possível, vamos testar o lote total do medicamento contra células do porco doador antes de usá-lo. Além disso, desenvolvemos um teste e vamos também descartar órgãos de porcos que tenham algum dos vírus suínos que foram encontrados dormentes no órgão", disse Muhammad Mouhidini à Folha.


    Os cientistas afirmam, porém, que Bennett foi um herói que voluntariou a própria vida à ciência e esperam que o próximo paciente seja bem-sucedido. "Novos transplantes de porco geneticamente modificados em humanos podem melhorar nossa compreensão dos mecanismos de falha dos xenoenxertos e ajudar a lidar melhor com os procedimentos clínicos", completam os autores.


(Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/07/virussuino-nao-causou-morte-de-1a-pessoa-a-receber-transplante-de-coracao-deporco.shtml. 6.jul.2023) 




Assinale a alternativa em que a palavra indicada tenha sido acentuada seguindo regra distinta da das demais.
Alternativas
Q3689491 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Médicos atribuem morte de 1º paciente

a receber coração de porco a múltiplos fatores



    Múltiplos fatores provocaram a morte da primeira pessoa no mundo a receber o transplante de um coração de porco geneticamente modificado. Além disso, vírus suínos detectados no órgão não se espalharam para outras partes do corpo do paciente. A conclusão consta de um estudo, publicado no último dia 29 na revista The Lancet, feito pela equipe médica responsável pela cirurgia.

    

    David Bennett, 57, tinha uma condição cardíaca que o levaria à morte caso não recebesse um transplante de coração. Com outras doenças crônicas, porém, ele não era elegível para um transplante de coração humano.


    Em 7 de janeiro de 2022, ele passou por uma operação de oito horas no Centro Médico da Universidade de Maryland para receber o transplante de coração suíno.


    O coração suíno foi geneticamente modificado para incluir genes humanos que tornam o órgão mais tolerável pelo nosso sistema imunológico. Outros genes suínos foram deletados para impedir o crescimento do órgão dentro do corpo e outras funções.


    A equipe de pesquisadores divulgou no estudo as principais lições aprendidas com o primeiro xenotransplante (nome dado ao procedimento que ocorre com órgãos de outras espécies animais) feito em um paciente ainda vivo.


    A ideia é que a pesquisa ajude a identificar possíveis falhas e aprimorar o caminho para novos procedimentos no futuro.


    A causa da morte de Bennett foi uma parada cardíaca dois meses depois do procedimento.


    Ao analisarem o órgão transplantado, os pesquisadores notaram endurecimento da parede do miocárdio, a musculatura que recobre o coração, danos múltiplos ao endotélio (parede mais fina e interna dos capilares sanguíneos) e inflamação do órgão, consequência provavelmente de uma resposta imune exacerbada desencadeada por uma possível rejeição ao órgão.


    Como a saúde do paciente estava deteriorada, os médicos administraram imunoglobulina intravenosa (IVIG, na sigla em inglês) para tentar ajudar a recuperar o sistema imune debilitado. Durante a administração, porém, os anticorpos podem ter reconhecido o órgão como um invasor e provocado a resposta imune contra o próprio tecido cardíaco.


        Além disso, foi detectada na análise genética do coração a presença de dois tipos de vírus suínos, o citomegalovírus suíno (PCMV) e o vírus da roséola suína (PRV), mas nenhum fragmento de DNA viral foi detectado em outros órgãos do paciente, o que descarta que uma provável infecção viral tenha causado a morte.


    De acordo com os cientistas, é provável que os vírus, que estavam dormentes no órgão, tenham sido liberados da parede do coração após a ação exagerada do sistema imune do paciente. Com a chamada síndrome inflamatória, o vírus pode ter provocado ainda mais deterioração na parede cardíaca.


     Um dos pontos levantados pelos autores no estudo é que não foi feito um teste na imunoglobulina intravenosa antes da administração ao paciente para investigar se haveria possibilidade de reação cruzada. Essa reação imune exacerbada poderia ter sido evitada caso células da veia aorta do porco tivessem sido testadas antes da cirurgia.


     "É provável que a reação imune tenha sido provocada só após a injeção no paciente, já que detectamos também uma diminuição na expressão gênica dos genes que supostamente previnem a rejeição e uma elevada expressão de genes que regulam a ação inflamatória humana nas células endoteliais", explicam os autores.


     "No futuro, pretendemos evitar usar imunoglobulina intravenosa e, se isso não for possível, vamos testar o lote total do medicamento contra células do porco doador antes de usá-lo. Além disso, desenvolvemos um teste e vamos também descartar órgãos de porcos que tenham algum dos vírus suínos que foram encontrados dormentes no órgão", disse Muhammad Mouhidini à Folha.


    Os cientistas afirmam, porém, que Bennett foi um herói que voluntariou a própria vida à ciência e esperam que o próximo paciente seja bem-sucedido. "Novos transplantes de porco geneticamente modificados em humanos podem melhorar nossa compreensão dos mecanismos de falha dos xenoenxertos e ajudar a lidar melhor com os procedimentos clínicos", completam os autores.


(Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/07/virussuino-nao-causou-morte-de-1a-pessoa-a-receber-transplante-de-coracao-deporco.shtml. 6.jul.2023) 




Como texto dissertativo, ele se vale de outras tipologias para discutir as ideias que o compõem. Para tal, é correto afirmar que a tipologia que se privilegia é a 
Alternativas
Q3689490 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Médicos atribuem morte de 1º paciente

a receber coração de porco a múltiplos fatores



    Múltiplos fatores provocaram a morte da primeira pessoa no mundo a receber o transplante de um coração de porco geneticamente modificado. Além disso, vírus suínos detectados no órgão não se espalharam para outras partes do corpo do paciente. A conclusão consta de um estudo, publicado no último dia 29 na revista The Lancet, feito pela equipe médica responsável pela cirurgia.

    

    David Bennett, 57, tinha uma condição cardíaca que o levaria à morte caso não recebesse um transplante de coração. Com outras doenças crônicas, porém, ele não era elegível para um transplante de coração humano.


    Em 7 de janeiro de 2022, ele passou por uma operação de oito horas no Centro Médico da Universidade de Maryland para receber o transplante de coração suíno.


    O coração suíno foi geneticamente modificado para incluir genes humanos que tornam o órgão mais tolerável pelo nosso sistema imunológico. Outros genes suínos foram deletados para impedir o crescimento do órgão dentro do corpo e outras funções.


    A equipe de pesquisadores divulgou no estudo as principais lições aprendidas com o primeiro xenotransplante (nome dado ao procedimento que ocorre com órgãos de outras espécies animais) feito em um paciente ainda vivo.


    A ideia é que a pesquisa ajude a identificar possíveis falhas e aprimorar o caminho para novos procedimentos no futuro.


    A causa da morte de Bennett foi uma parada cardíaca dois meses depois do procedimento.


    Ao analisarem o órgão transplantado, os pesquisadores notaram endurecimento da parede do miocárdio, a musculatura que recobre o coração, danos múltiplos ao endotélio (parede mais fina e interna dos capilares sanguíneos) e inflamação do órgão, consequência provavelmente de uma resposta imune exacerbada desencadeada por uma possível rejeição ao órgão.


    Como a saúde do paciente estava deteriorada, os médicos administraram imunoglobulina intravenosa (IVIG, na sigla em inglês) para tentar ajudar a recuperar o sistema imune debilitado. Durante a administração, porém, os anticorpos podem ter reconhecido o órgão como um invasor e provocado a resposta imune contra o próprio tecido cardíaco.


        Além disso, foi detectada na análise genética do coração a presença de dois tipos de vírus suínos, o citomegalovírus suíno (PCMV) e o vírus da roséola suína (PRV), mas nenhum fragmento de DNA viral foi detectado em outros órgãos do paciente, o que descarta que uma provável infecção viral tenha causado a morte.


    De acordo com os cientistas, é provável que os vírus, que estavam dormentes no órgão, tenham sido liberados da parede do coração após a ação exagerada do sistema imune do paciente. Com a chamada síndrome inflamatória, o vírus pode ter provocado ainda mais deterioração na parede cardíaca.


     Um dos pontos levantados pelos autores no estudo é que não foi feito um teste na imunoglobulina intravenosa antes da administração ao paciente para investigar se haveria possibilidade de reação cruzada. Essa reação imune exacerbada poderia ter sido evitada caso células da veia aorta do porco tivessem sido testadas antes da cirurgia.


     "É provável que a reação imune tenha sido provocada só após a injeção no paciente, já que detectamos também uma diminuição na expressão gênica dos genes que supostamente previnem a rejeição e uma elevada expressão de genes que regulam a ação inflamatória humana nas células endoteliais", explicam os autores.


     "No futuro, pretendemos evitar usar imunoglobulina intravenosa e, se isso não for possível, vamos testar o lote total do medicamento contra células do porco doador antes de usá-lo. Além disso, desenvolvemos um teste e vamos também descartar órgãos de porcos que tenham algum dos vírus suínos que foram encontrados dormentes no órgão", disse Muhammad Mouhidini à Folha.


    Os cientistas afirmam, porém, que Bennett foi um herói que voluntariou a própria vida à ciência e esperam que o próximo paciente seja bem-sucedido. "Novos transplantes de porco geneticamente modificados em humanos podem melhorar nossa compreensão dos mecanismos de falha dos xenoenxertos e ajudar a lidar melhor com os procedimentos clínicos", completam os autores.


(Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/07/virussuino-nao-causou-morte-de-1a-pessoa-a-receber-transplante-de-coracao-deporco.shtml. 6.jul.2023) 




Em relação à leitura do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:


I. O que levou à decisão de transplante de um coração suíno modificado geneticamente em um humano foi a sua condição de não ser elegível para um transplante de coração humano.


II. Um dos fatores que colaboraram para a morte do paciente é que o coração suíno não foi analisado quanto a genes da espécie que poderiam provocar danos, após transplantado.


III. O que acabou contribuindo para a morte do paciente é que o medicamento para atacar remanescentes de vírus fortaleceram o sistema imunológico do paciente e com isso o sistema de defesa interpretou o coração novo como um intruso.


Assinale

Alternativas
Q3689418 Redes de Computadores
Caso se queira acessar a Internet de um celular que está fora da área da operadora, uma das saídas para o problema é
Alternativas
Q3689415 Noções de Informática
A fim de repetir a última ação executada no Word, basta pressionar 
Alternativas
Q3689414 Noções de Informática
Para recortar um trecho de texto selecionado no Word, deve-se pressionar simultaneamente
Alternativas
Q3689411 Noções de Informática

Durante a pandemia, foi comum as pessoas se encontrarem profissionalmente em reuniões a distância. Vários aplicativos foram aprimorados para tal.


Assinale a alternativa em que não esteja listada uma plataforma de reuniões de pessoas remotamente.

Alternativas
Q3689401 Matemática
Gisele fez desenho do mapa do Brasil; nesse desenho, 1 cm representa 50 km. Quantos quilômetros representam 12 centímetros desse mapa?
Alternativas
Q3689400 Matemática
A quantia de R$ 1500,00 deverá ser dividida entre Arthur, Bruno e Carlos de forma diretamente proporcional a 2, 3 e 5, respectivamente. A quantia, em reais, que Carlos deve receber é igual a
Alternativas
Q3689399 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

A palavra “coalizão” (L.32) foi grafada corretamente.


Assinale a alternativa em que isso não tenha acontecido.

Alternativas
Q3689398 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não. (L.25- 28)


Considerando o período acima, levando em consideração sua estrutura tanto explícita quanto implícita, é correto afirmar que ele é composto por 

Alternativas
Q3689397 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada. (L.29-30)


No período acima há

Alternativas
Q3689396 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos. (L.23-24)


O segmento sublinhado no período acima desempenha função sintática de

Alternativas
Q3689395 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada apresente, no texto, papel adjetivo.
Alternativas
Q3689394 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

"Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf. (L.13-16)


Assinale a alternativa que não poderia substituir o termo grifado no período acima, sob pena de grave alteração de sentido.

Alternativas
Q3689393 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

Na linha 8, “isso” desempenha papel 
Alternativas
Q3689392 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. (L.6-8)


O segmento sublinhado no período acima apresenta uma

Alternativas
Q3689391 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

O texto, com propósito jornalístico, se encaixa predominantemente na tipologia
Alternativas
Q3689390 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

Em relação à leitura do texto e suas corretas inferências, analise as afirmativas a seguir:
I. Uma das preocupações para a medida anunciada no texto reside na comprovação de que a excessiva exposição a telas prejudica a cognição e a concentração.
II. A medida na Holanda ainda depende das regras estabelecidas pelas escolas de como funcionará na prática a proibição dos chamados eletrônicos.
III. Os países que até agora implementaram a lei na Europa seguem tendências conservadoras de seus governantes.

Assinale
Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: C
64: B
65: C
66: B
67: C
68: D
69: D
70: D
71: D
72: C
73: C
74: A
75: B
76: D
77: C
78: B
79: B
80: A