Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de simonésia - mg

Foram encontradas 245 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2757344 Raciocínio Lógico

Observe a sequência formada pelas letras a seguir:

C, F, I, L, . . .

O oitavo termo desta sequência é:

Alternativas
Q2757337 Português

A bomba atômica e os jogos olímpicos


No exato momento em que no dia 6 de agosto de 2016 às 20 horas se inaugurarão os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, há 71 anos, no mesmo dia 6 de agosto de 1945 e na mesma hora correspondendo às 8h15 da manhã, será recordada, em Hiroshima no Japão, a nefasta data do lançamento da bomba atômica sobre a cidade. Vitimou 242.437 pessoas entre as que morreram na hora e as que posteriormente vieram a falecer em consequência da radiação nuclear.

O imperador Hirohito reconheceu, no texto de rendição no dia 14 de agosto, que se “tratava de uma arma que levaria à total extinção da civilização humana”. Dias após, ao aduzir, numa declaração ao povo, as razões da rendição, a principal delas era que a bomba atômica “provocaria a morte de todo o povo japonês”. Em sua sabedoria ancestral tinha razão.

A humanidade estremeceu. De repente deu-se conta de que, segundo o cosmólogo Carl Sagan, criamos para nós próprios o princípio de autodestruição. Não disse outra coisa Jean-Paul Sartre: “os seres humanos se apropriaram dos instrumentos de sua própria exterminação”. O grande historiador inglês, Arnold Toynbee, o último a escrever 12 tomos sobre a história das civilizações, aterrado, deixou escrito em suas memórias (Experiências 1969): “Vivi para ver o fim da história humana tornar-se uma possibilidade intra-histórica, capaz de ser traduzida em fato, não por um ato de Deus mas do homem”. O grande naturalista francês Thódore Monod disse enfaticamente: “somos capazes de uma conduta insensata e demente; pode-se a partir de agora temer tudo, tudo mesmo, inclusive a aniquilação da raça humana” (E se a aventura humana vier a falhar, 2000).

Com efeito, de pouco valeu o estarrecimento, pois continuaram a desenvolver armas nucleares mais potentes ainda, capazes de erradicar toda a vida do planeta e pôr um fim à espécie humana.

Atualmente há nove países detentores de armas nucleares que, conjuntamente, somam mais ou menos 17.000. E sabemos que nenhuma segurança é total. Os desastres de Tree Islands nos USA, de Chernobyl na Ucrânia e de Fukushima no Japão nos dão uma amostra convincente.

Pela primeira vez um Presidente norte-americano, Obama, visitou há dias, Hiroshima. Apenas lamentou o fato e disse: “a morte caiu do céu e o mundo mudou... começou o nosso despertar moral”. Mas não teve a coragem de pedir perdão ao povo japonês pelas cenas apocalípticas que lá ocorreram.

Vigora uma vasta discussão mundial sobre como avaliar tal gesto bélico. Muitos pragmaticamente afirmam que foi a forma encontrada de levar o Japão à rendição e poupar milhares de vidas de ambos os lados. Outros consideram o uso desta arma letal, na versão oficial japonesa, como “um ato ilegal de hostilidade consoante as regras do direito internacional”. Outros vão mais longe e afirmam tratar-se de um “crime de guerra” e até de “um terrorismo de Estado”.

Hoje estamos inclinados a dizer que foi um ato criminoso anti-vida, de nenhuma forma justificável, pois, pensando em termos ecológicos, a bomba matou muito mais do que pessoas, mas todas as formas de vida vegetal, animal e orgânica, além da destruição total dos bens culturais. Geralmente as guerras são feitas de exércitos contra exércitos, de aviões contra aviões, de navios contra navios. Aqui não. Tratou-se de uma “totaler Krieg” (guerra total) no estilo nazista de matar tudo o que se move, envenenar águas, poluir os ares e dizimar as bases físico-químicas que sustentam a vida. Porque Albert Einstein tinha consciência desta barbaridade se negou a participar no projeto da bomba atômica e a condenou, veementemente, junto com Bertrand Russel.

Ao lado de outras ameaças letais que pesam sobre o sistema-vida e o sistema-Terra, este nuclear continua sendo uma dos mais amedrontadores, verdadeira espada de Dâmocles colocada sobre a cabeça da humanidade. Quem poderá conter a irracionalidade da Coréia do Norte de deslanchar um ataque nuclear avassaladora?

Há uma proposta profundamente humanitária que nos vem de São Paulo, da Associação dos Sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki (chamados de hibakusha, presume-se que haja uns 118 no Brasil), animada pelo militante contra a energia nuclear Chico Whitaker que no dia 6 de agosto, no momento da abertura dos Jogos Olímpicos, faça-se um minuto de silêncio pensando nas vítimas de Hiroshima. Mas não só. Também voltando nossas mentes para a violência contra as mulheres, os refugiados, os negros e pobres que são sistematicamente dizimados (só no Brasil em 2015 60 mil jovens negros), os indígenas, os quilombolas e os sem-terra e sem-teto, em fim, todas as vítimas da voracidade de nosso sistema de acumulação.

O prefeito de Hiroshima, nesse sentido, já encaminhou carta ao Comité Organizador dos Jogos no Rio de Janeiro. Esperamos que ele se sensibilize e promova esse grito silencioso contra as guerras de todo tipo e pela paz entre todos os povos.


(Leonardo Boff. Disponível em: http://www.jb.com.br/leonardo-boff/noticias/2016/06/11/a-bomba-atomica-e-os-jogos-olimpicos/.)

De acordo com o texto, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2757332 Português

A bomba atômica e os jogos olímpicos


No exato momento em que no dia 6 de agosto de 2016 às 20 horas se inaugurarão os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, há 71 anos, no mesmo dia 6 de agosto de 1945 e na mesma hora correspondendo às 8h15 da manhã, será recordada, em Hiroshima no Japão, a nefasta data do lançamento da bomba atômica sobre a cidade. Vitimou 242.437 pessoas entre as que morreram na hora e as que posteriormente vieram a falecer em consequência da radiação nuclear.

O imperador Hirohito reconheceu, no texto de rendição no dia 14 de agosto, que se “tratava de uma arma que levaria à total extinção da civilização humana”. Dias após, ao aduzir, numa declaração ao povo, as razões da rendição, a principal delas era que a bomba atômica “provocaria a morte de todo o povo japonês”. Em sua sabedoria ancestral tinha razão.

A humanidade estremeceu. De repente deu-se conta de que, segundo o cosmólogo Carl Sagan, criamos para nós próprios o princípio de autodestruição. Não disse outra coisa Jean-Paul Sartre: “os seres humanos se apropriaram dos instrumentos de sua própria exterminação”. O grande historiador inglês, Arnold Toynbee, o último a escrever 12 tomos sobre a história das civilizações, aterrado, deixou escrito em suas memórias (Experiências 1969): “Vivi para ver o fim da história humana tornar-se uma possibilidade intra-histórica, capaz de ser traduzida em fato, não por um ato de Deus mas do homem”. O grande naturalista francês Thódore Monod disse enfaticamente: “somos capazes de uma conduta insensata e demente; pode-se a partir de agora temer tudo, tudo mesmo, inclusive a aniquilação da raça humana” (E se a aventura humana vier a falhar, 2000).

Com efeito, de pouco valeu o estarrecimento, pois continuaram a desenvolver armas nucleares mais potentes ainda, capazes de erradicar toda a vida do planeta e pôr um fim à espécie humana.

Atualmente há nove países detentores de armas nucleares que, conjuntamente, somam mais ou menos 17.000. E sabemos que nenhuma segurança é total. Os desastres de Tree Islands nos USA, de Chernobyl na Ucrânia e de Fukushima no Japão nos dão uma amostra convincente.

Pela primeira vez um Presidente norte-americano, Obama, visitou há dias, Hiroshima. Apenas lamentou o fato e disse: “a morte caiu do céu e o mundo mudou... começou o nosso despertar moral”. Mas não teve a coragem de pedir perdão ao povo japonês pelas cenas apocalípticas que lá ocorreram.

Vigora uma vasta discussão mundial sobre como avaliar tal gesto bélico. Muitos pragmaticamente afirmam que foi a forma encontrada de levar o Japão à rendição e poupar milhares de vidas de ambos os lados. Outros consideram o uso desta arma letal, na versão oficial japonesa, como “um ato ilegal de hostilidade consoante as regras do direito internacional”. Outros vão mais longe e afirmam tratar-se de um “crime de guerra” e até de “um terrorismo de Estado”.

Hoje estamos inclinados a dizer que foi um ato criminoso anti-vida, de nenhuma forma justificável, pois, pensando em termos ecológicos, a bomba matou muito mais do que pessoas, mas todas as formas de vida vegetal, animal e orgânica, além da destruição total dos bens culturais. Geralmente as guerras são feitas de exércitos contra exércitos, de aviões contra aviões, de navios contra navios. Aqui não. Tratou-se de uma “totaler Krieg” (guerra total) no estilo nazista de matar tudo o que se move, envenenar águas, poluir os ares e dizimar as bases físico-químicas que sustentam a vida. Porque Albert Einstein tinha consciência desta barbaridade se negou a participar no projeto da bomba atômica e a condenou, veementemente, junto com Bertrand Russel.

Ao lado de outras ameaças letais que pesam sobre o sistema-vida e o sistema-Terra, este nuclear continua sendo uma dos mais amedrontadores, verdadeira espada de Dâmocles colocada sobre a cabeça da humanidade. Quem poderá conter a irracionalidade da Coréia do Norte de deslanchar um ataque nuclear avassaladora?

Há uma proposta profundamente humanitária que nos vem de São Paulo, da Associação dos Sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki (chamados de hibakusha, presume-se que haja uns 118 no Brasil), animada pelo militante contra a energia nuclear Chico Whitaker que no dia 6 de agosto, no momento da abertura dos Jogos Olímpicos, faça-se um minuto de silêncio pensando nas vítimas de Hiroshima. Mas não só. Também voltando nossas mentes para a violência contra as mulheres, os refugiados, os negros e pobres que são sistematicamente dizimados (só no Brasil em 2015 60 mil jovens negros), os indígenas, os quilombolas e os sem-terra e sem-teto, em fim, todas as vítimas da voracidade de nosso sistema de acumulação.

O prefeito de Hiroshima, nesse sentido, já encaminhou carta ao Comité Organizador dos Jogos no Rio de Janeiro. Esperamos que ele se sensibilize e promova esse grito silencioso contra as guerras de todo tipo e pela paz entre todos os povos.


(Leonardo Boff. Disponível em: http://www.jb.com.br/leonardo-boff/noticias/2016/06/11/a-bomba-atomica-e-os-jogos-olimpicos/.)

Assinale a alternativa em que o trecho sublinhado apresenta função sintática DIFERENTE das demais.

Alternativas
Q1846830 Fisioterapia
A prescrição de exercícios é rotina na atuação fisioterapêutica e alguns conceitos são fundamentais para isso. Relacionado ao conceito de exercícios de cadeia aberta (CCA) e de cadeia fechada (CCF), uma das alternativas está INCORRETA; assinale-a.
Alternativas
Q1846829 Fisioterapia
A Doença de Parkinson (DP) é uma das mais frequentes afecções degenerativas do sistema nervoso central. Estima-se uma incidência de 1 a 2% na população acima de 65 anos. Junto com o tratamento medicamentoso e/ou cirúrgico, os exercícios fisioterápicos têm contribuído para melhorar, EXCETO:
Alternativas
Q1846828 Fisioterapia
“Ao prescrever exercícios para um paciente cardiopata, é necessário o controle dos sinais vitais, sobretudo o da frequência cardíaca. Ao adotar como instrumento a fórmula de Karvonen, para um paciente de 58 anos”, qual será sua frequência cardíaca máxima (FC máx.)?
Alternativas
Q1846827 Fisioterapia
O que representa a onda P no exame de eletrocardiograma?
Alternativas
Q1846826 Fisioterapia
Atualmente, a avaliação geriátrica deve ser ampla e contemplar os componentes de risco de um idoso, especialmente relacionado à marcha e ao risco de quedas. Sobre o tema, analise as afirmativas a seguir.
I. Diminuição da força dos membros inferiores, diminuição da velocidade dos passos e dores provenientes de artrose do quadril são identificadas como fatores de risco para quedas. II. Diminuição do comprimento do passo e aumento do tempo na fase de apoio simples e duplo geram maior força propulsiva na fase de impulsão, o que faz o idoso buscar um padrão de marcha mais seguro. III. A combinação de passos é mais curta e o aumento no tempo de duplo apoio pretende gerar maior estabilidade; porém, paradoxalmente, esta estratégia está relacionada a indivíduos com maior risco de queda. IV. A velocidade de contato do calcanhar é maior do que no adulto jovem, havendo redução do poder de absorção mecânica no joelho, além da ativação dos isquiotibiais ser tardia, aumentando os riscos de deslize e queda. V. A rigidez do tronco é o padrão mais encontrado neste segmento corporal, e está associada a alterações de parâmetros espaciais e temporais, provoca um balanço alterado do tronco no sentido anteroposterior sendo, portanto, apontada como outro fator que altera o padrão de marcha em idosos. VI. O indivíduo idoso apresenta maior aceleração horizontal da cabeça, transformando-a numa plataforma menos estável para o sistema visual.
Estão corretas apenas as afirmativas
Alternativas
Q1846825 Fisioterapia
O laser de baixa potência tem indicações consolidadas na literatura, e são cada vez mais utilizadas por fisioterapeutas na prática clínica. Estudos apontam que o laser de baixa potência pode ser indicado com segurança para acelerar a resolução de feridas cutâneas, muito embora este fato esteja intimamente ligado à eleição de parâmetros como dose, tempo e comprimento de onda. Entre as afirmativas a seguir, assinale aquela que NÃO está de acordo com os efeitos biológicos primários da laserterapia de baixa potência.
Alternativas
Q1846824 Fisioterapia
“Um paciente jovem, do sexo masculino, procura o serviço de fisioterapia para reabilitação de ruptura do tendão do músculo supraespinhal. Alguns testes são necessários para confirmar o diagnóstico cinético-funcional.” Sendo assim, sobre o tema, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1846823 Fisioterapia
A hemiplegia, qualquer que seja sua causa, é caracterizada pela perda de controle motor em um lado do corpo. A incapacidade típica de mover o braço e a perna, o desenvolvimento de espasticidade em padrões de massa e o movimento em sinergias estereotipadas foram claramente documentados na literatura; porém, existe uma perda importante da atividade seletiva nos músculos que controlam o tronco, particularmente nos:
Alternativas
Q1846821 Fisioterapia
Quando o ultrassom percorre o tecido, uma porcentagem dele é absorvida, e isso leva a geração de calor dentro daquele tecido. A quantidade de absorção depende da natureza do tecido, do seu grau de vascularização e da frequência do ultrassom. Sendo assim, é correto afirmar que
Alternativas
Q1129510 Conhecimentos Gerais
Cinco militares ocuparam o cargo de Presidente da República durante os 21 anos da ditadura militar. Foram presidentes do Brasil durante a ditadura, EXCETO:
Alternativas
Q1129509 História
“Quando os portugueses chegaram às terras que atualmente formam o Brasil em 1500, existia um acordo entre Portugal e um outro país europeu onde eles deveriam dividir entre si as terras descobertas e as por descobrir, denominado Tratado de Tordesilhas.” O país que tinha esse acordo com Portugal era:
Alternativas
Q1129508 Geografia
O mapa-múndi é uma representação plana do planeta Terra. Geralmente a cor azul no mapa-múndi representa:
Alternativas
Q1129507 Conhecimentos Gerais
“Importante ilha localizada ao norte do continente americano que se trata de uma possessão da Dinamarca; é considerada o principal centro pesqueiro da região ártica.” Essa ilha é:
Alternativas
Q1129506 História
“Segundo historiadores seu surgimento foi na China há mais de 1700 anos. No período das Grandes Navegações, por conta de sua beleza, foi levado(a) para a Europa e, posteriormente, difundido(a) por todo mundo. Muito utilizado(a) para decoração, a maior parte de suas peças é feita artesanalmente. Atualmente, relíquias dessas peças podem ser vistas em museus espalhados pelo mundo todo.” A citação trata-se de:
Alternativas
Q1129505 Conhecimentos Gerais
Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), biocombustível é a substância derivada da biomassa renovável tal como o etanol, o biodiesel e outras substâncias estabelecidas em regulamento da ANP que podem substituir os combustíveis fósseis. A maior parte do etanol brasileiro é produzido a partir:
Alternativas
Q1129504 Conhecimentos Gerais
“Em homenagem ao IV centenário da descoberta do caminho marítimo para as Índias, esse clube foi batizado com o nome do heroico desbravador português que realizou tal feito. No início era apenas um clube de remo, atualmente é um famoso clube de futebol brasileiro.” Esse clube é:
Alternativas
Q1129503 Geografia
Nas áreas tropicais as pessoas não identificam as quatro estações do ano porque a temperatura varia pouco durante o ano inteiro. A estação do ano em que as chuvas geralmente são mais intensas e frequentes, com ocorrência de mais tempestades, é:
Alternativas
Respostas
21: D
22: C
23: D
24: C
25: C
26: A
27: B
28: C
29: B
30: C
31: D
32: A
33: B
34: C
35: B
36: D
37: D
38: D
39: D
40: A