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Q3498932 Artes Cênicas
A dança brasileira apresenta diferentes vertentes históricas e estéticas, entre elas a dança dramática, a dança folclórica e a dança erudita. Cada uma dessas manifestações está ligada a contextos socioculturais específicos e expressa diferentes modos de articulação entre corpo, cultura e arte.

Sobre esse tema, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3498931 Educação Artística
A representação gráfica é uma forma fundamental de expressão durante a infância e adolescência, refletindo aspectos cognitivos, afetivos e simbólicos do desenvolvimento humano. Os desenhos infantis evoluem em fases, acompanhando o amadurecimento intelectual e motor da criança.

Com base nesse entendimento, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3498930 Educação Artística
Ao longo da história da educação musical no Brasil, observamos a construção de um cenário artístico profundamente marcado pela diversidade cultural. Desde o período colonial até os dias atuais, as manifestações musicais brasileiras foram sendo moldadas por uma série de influências internas e externas, que contribuíram para formar um panorama musical único no mundo. Nesse contexto, é importante considerar o papel da música no ambiente escolar, bem como os elementos que compõem a identidade sonora do país.

Diante desse cenário, assinale a alternativa que melhor representa a realidade histórica da formação da educação musical no Brasil:
Alternativas
Q3498929 Artes Cênicas
Na pedagogia teatral de Augusto Boal, o principal objetivo do Teatro do Oprimido é:
Alternativas
Q3498928 Educação Artística
Sobre a Semana de Arte Moderna de 1922, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3498927 Educação Artística
A "Abordagem Triangular", criada por Ana Mae Barbosa, é um método de ensino das artes que propõe três eixos fundamentais. São eles:
Alternativas
Q3498926 Inglês
Assinale a alternativa que representa as conclusões corretas:

I. A frase “what are you up to?” poderia ser substituída por “what are you up for?”
II. Soccer e football são o mesmo esporte.
III. Soccer é muito usado no inglês britânico e football é muito usado no inglês americano.
IV. Football é muito usado no inglês britânico e soccer no americano.
Alternativas
Q3498925 Inglês
O que significa a palavra “accent”?
Alternativas
Q3498924 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
Which other pronouns could we use to substitute “us” in the expression “join us”?
Alternativas
Q3498923 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
Which would be a corresponding British expression for “it's not my thing”?
Alternativas
Q3498922 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
Which word would be an antonym for “maybe”?
Alternativas
Q3498921 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
Which word is a snonym for “actually”? 
Alternativas
Q3498920 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
British people tend to use / overuse the present perfect tense during their speaking interactions. What would the American corresponding way to say “I've got no idea!”
Alternativas
Q3498919 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
What's the synonym of the expression “keen to”?
Alternativas
Q3498893 Literatura
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma característica do Naturalismo e uma do Parnasianismo, respectivamente: 
Alternativas
Q3498892 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
Leia o trecho do texto:

“O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho.”

Nesse contexto, a expressão "arrebanhou com o braço como a um animalzinho" apresenta o uso da linguagem em:
Alternativas
Q3498889 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
Observe os trechos do texto:

“— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.”
“Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala.”

Com base nas regras de acentuação gráfica, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3498887 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
No trecho:
“Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:”

A oração destacada pode ser classificada como:
Alternativas
Q3498886 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
“Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas.”

A palavra "paternas" pertence à classe gramatical de:
Alternativas
Q3498855 Enfermagem
Considerando os deveres e responsabilidades previstos no Código de Ética da Enfermagem em relação à assistência à pessoa, família e coletividade, identifique a alternativa que representa corretamente uma conduta ética esperada do técnico em enfermagem.
Alternativas
Respostas
361: B
362: A
363: A
364: C
365: C
366: D
367: C
368: C
369: A
370: C
371: D
372: A
373: D
374: B
375: D
376: B
377: C
378: C
379: C
380: C