Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de sabará - mg

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Q1698337 Português
A ética das máquinas

    [...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
        Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
        As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
        Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
       Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
        Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
        O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
        Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.

(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
A alteração do segmento “Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional [...]” (1º§) em relação à voz do verbo destacado apresenta-se da seguinte forma:
Alternativas
Q1698336 Português
A ética das máquinas

    [...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
        Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
        As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
        Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
       Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
        Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
        O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
        Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.

(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
Considere as afirmações a seguir acerca das construções empregadas no texto.

I. No 1º§, a palavra “automaticamente” aparece entre vírgulas que poderiam ser substituídas por travessões, de acordo com a finalidade do emprego apresentada.
II. Em “leva a uma corrida para o dólar” (1º§), caso a forma verbal fosse substituída por “conduz”, a regência seria alterada de acordo com a exigência da norma padrão da língua.
III. O segmento “As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas.” (3º parágrafo) poderia ser transformado em um único período composto por coordenação.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1698335 Português
A ética das máquinas

    [...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
        Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
        As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
        Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
       Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
        Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
        O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
        Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.

(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
O trecho “No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto [...]” (2º§) é introduzido por uma expressão que indica:
Alternativas
Q1698334 Português
A ética das máquinas

    [...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
        Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
        As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
        Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
       Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
        Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
        O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
        Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.

(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
Dentre os processos de construção linguística estão a coordenação e subordinação de palavras ou orações. Considerando a funcionalidade das orações no período “Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo.” (1º§) pode-se dizer que é constituído por:
Alternativas
Q1698333 Português
A ética das máquinas

    [...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
        Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
        As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
        Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
       Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
        Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
        O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
        Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.

(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
De acordo com os recursos utilizados pelo autor para compor o tipo textual apresentado, pode-se afirmar que
Alternativas
Q1693411 Espanhol

Lea la tira de Mafalda.

Imagem associada para resolução da questão

(Disponible en: http://mafalda.dreamers.com/.)


Las palabras subrayadas en la tercera burbuja son usadas en una

Alternativas
Q1693410 Espanhol

Lea el diálogo y responda la cuestion. 


Marta: Chicos, tengo que deciros algo... creo que Paco me está poniendo los cuernos.

Sara: ¿Por qué eso?

Marta: Porque está como distante, regresa de trabajar súper tarde y cada vez que lo llamo a su móvil me dice que está ocupado y que no puede hablar.

Luis: ¡Qué tío este Paco, con dos mujeres!

Sara: Che Luis, ubicáte, que es algo serio.

Luis: No, sí, sí, discúlpame Marta. Era una broma.

Marta: Vale Luis, que ni ánimo de reírme tengo.

Sara: Bueno, pero eso no quiere decir nada Marti, ¿por qué no lo charlás con él?

Luis: Ah, chicas, antes de que me olvide, Jaime quiere invitaros a su fiesta de cumpleaños mañana. ¿Quieren ir?

Sara: ¡Ay, calláte! ¡Por Dios!

Marta: No sé Luis. ¿Y cómo saco el tema, Sara?

Sara: Mirá, agarrás y le decís que desde hace un tiempito te sentís mal porque él se está comportando de una manera rara con vos.

Luis: Y luego... le dices que se deje de dar vueltas y le preguntas directamente si te está engañando. Y si dice que sí, pues lo reviento.

Marta: Gracias por vuestro apoyo amigos, aunque no quiero nada de violencia.

Marque la opción correcta. En el diálogo, las variables más evidentes son las relacionadas, respectivamente:
Alternativas
Q1693409 Espanhol

Lea el diálogo y responda la cuestion. 


Marta: Chicos, tengo que deciros algo... creo que Paco me está poniendo los cuernos.

Sara: ¿Por qué eso?

Marta: Porque está como distante, regresa de trabajar súper tarde y cada vez que lo llamo a su móvil me dice que está ocupado y que no puede hablar.

Luis: ¡Qué tío este Paco, con dos mujeres!

Sara: Che Luis, ubicáte, que es algo serio.

Luis: No, sí, sí, discúlpame Marta. Era una broma.

Marta: Vale Luis, que ni ánimo de reírme tengo.

Sara: Bueno, pero eso no quiere decir nada Marti, ¿por qué no lo charlás con él?

Luis: Ah, chicas, antes de que me olvide, Jaime quiere invitaros a su fiesta de cumpleaños mañana. ¿Quieren ir?

Sara: ¡Ay, calláte! ¡Por Dios!

Marta: No sé Luis. ¿Y cómo saco el tema, Sara?

Sara: Mirá, agarrás y le decís que desde hace un tiempito te sentís mal porque él se está comportando de una manera rara con vos.

Luis: Y luego... le dices que se deje de dar vueltas y le preguntas directamente si te está engañando. Y si dice que sí, pues lo reviento.

Marta: Gracias por vuestro apoyo amigos, aunque no quiero nada de violencia.

Es posible inferir que:
Alternativas
Q1693408 Espanhol

Lea el diálogo y responda la cuestion. 


Marta: Chicos, tengo que deciros algo... creo que Paco me está poniendo los cuernos.

Sara: ¿Por qué eso?

Marta: Porque está como distante, regresa de trabajar súper tarde y cada vez que lo llamo a su móvil me dice que está ocupado y que no puede hablar.

Luis: ¡Qué tío este Paco, con dos mujeres!

Sara: Che Luis, ubicáte, que es algo serio.

Luis: No, sí, sí, discúlpame Marta. Era una broma.

Marta: Vale Luis, que ni ánimo de reírme tengo.

Sara: Bueno, pero eso no quiere decir nada Marti, ¿por qué no lo charlás con él?

Luis: Ah, chicas, antes de que me olvide, Jaime quiere invitaros a su fiesta de cumpleaños mañana. ¿Quieren ir?

Sara: ¡Ay, calláte! ¡Por Dios!

Marta: No sé Luis. ¿Y cómo saco el tema, Sara?

Sara: Mirá, agarrás y le decís que desde hace un tiempito te sentís mal porque él se está comportando de una manera rara con vos.

Luis: Y luego... le dices que se deje de dar vueltas y le preguntas directamente si te está engañando. Y si dice que sí, pues lo reviento.

Marta: Gracias por vuestro apoyo amigos, aunque no quiero nada de violencia.

Analiza las declaraciones.
I. Sara hace uso de hipocorísticos al referirse a Marta como Marti. II. La variedad linguística que habla Sara, español argentino, son el seseo y el yeísmo. III. No ocurre variación de las palabras según el origen geográfico del interlocutor. IV. Las personas utilizan un código muy mal elaborado.
Según el texto, podemos inferir que
Alternativas
Q1693407 Espanhol

Imagem associada para resolução da questão

Quino (1993). Toda Mafalda. Buenos Aires, Ediciones la Flor.

(Disponible en: http://www.fotolog.com/mafalda_mdq/72434569/#profile_start.)



Observa los verbos del según burbuja del texto y marque la alternativa correcta. A esa forma de conjugar los verbos en la segunda persona del singular se la conoce como
Alternativas
Q1693406 Espanhol
Lea la oración: Discutió seriamente con su jefe; por eso, dejó el empleo. Las conjunciones subrayadas indican una relación de:
Alternativas
Q1693405 Espanhol
De acuerdo con Matos, Almeida Fillho, Celani, Leffa… los futuros profes debían tener una formación. Marque la alternativa correcta:
Alternativas
Q1693404 Espanhol
Los Parâmetros Curriculares Nacionais (1998; 2002) y las Orientações Curriculares para el Ensino Médio (2006) defienden que, EXCEPTO:
Alternativas
Q1693403 Espanhol
Lea las palabras: anemia / legumbre / apellido. Las palabras son, respectivamente:
Alternativas
Q1693402 Espanhol
Relaciona las palabras con la justificativa correcta de la acentuación gráfica. Después, marca la opción que contiene la secuencia correcta entre palabra y justificativa.
1. Bíceps. 2. Canción. 3. Régimen. 4. Más. 5. Cómpramelo.
( ) Es acentuada porque es una palabra esdrújula. ( ) Es acentuada porque es una palabra sobresdrújula. ( ) Es acentuada porque es una palabra llana. ( ) Es acentuada porque es una palabra aguda. ( ) Palabra acentuada diacríticamente porque posee la misma forma, pero distinta función.
Alternativas
Q1693401 Espanhol
Las nuevas tecnologías nos ofrecen nuevas herramientas para la adquisición de una segunda lengua. Marqués (1998) presenta algunas ventajas y desventajas del uso educativo de Internet. Marque la alternativa que presenta una DESVENTAJA.
Alternativas
Q1693400 Espanhol
De acuerdo con la pluralidad cultural de cada región hay algunos rasgos fonéticos/fonológicos en el habla. Lea los rasgos fonéticos/fonológicos en el habla y marque verdadero o falso.
( ) En toda Argentina la /n/ final de palabra es alveolar. ( ) En Buenos Aires/Litoral del Sur no existe la diferencia fonética entre /λ/ y /ǰ/. ( ) En Buenos Aires los hablantes rurales, la aspiración de /s/ final ocasiona un alargamiento de la vocal precedente. ( ) En Argentina las líquidas finales siempre están sometidas a neutralización u otra modificación.
Alternativas
Q1693399 Espanhol
Los blogs han irrumpido con fuerza en la red y, en especial, en el periodismo y la educación. Lea las declaraciones, marque la opción que señala las propiedades educativas de los blogs según Palomo López, Ruiz Palmero y Sánchez Rodríguez (2008).
I. Se basan en la interactividad y la participación. II. El alumnado se convierte en el protagonista del aprendizaje. III. Publica de forma cronológica. IV. Fomentan la lectura y la escritura.
Alternativas
Q1693398 Espanhol
Coseriu distingue tres tipos de diferencias internas en la lengua: diferencias diatópicas, diastráticas y diafásicas. Relaciona las columnas de acuerdo con la teoría de Coseriu.
1. Las variedades geográficas son. 2. Los registros lingüísticos son. 3. Las variantes sociales son.
( ) También llamadas “niveles de lengua o sociolectos”. ( ) Diferencias diatópicas. ( ) Las variedades funcionales o diafásicas.
Alternativas
Q1693397 Espanhol

Lea el texto y responda la cuestion.


El español en el mundo

(*Publicado el 25/06/2014 en Elimparcial.es.)

En memoria de Jaime Otero


    Tener el rango de lengua internacional, como el español, es un activo valioso porque opera en un espacio y para un conjunto de usos que trascienden los propios de una lengua nacional. No hay duda que el español está de moda y en auge (salvo en Cataluña), a gran diferencia del país inmerso en una profunda crisis.

   El español es hablado por 500 millones de personas (el 7% de la población mundial), en comparación con los apenas 60 millones de hispanoparlantes de principio del siglo XX.El inglés, en cambio, tiene un numero de nativos de la lengua ligeramente inferior a los del castellano pero que lo rebasa ampliamente si el cómputo se extiende hasta incluir los que lo tienen como segunda lengua o como lengua extranjera: cerca de los 1.000 millones de habitantes (menos que los 1,400 millones de personas cuyo primer idioma es el chino mandarín).

    El inglés es la lengua franca, particularmente en el mundo diplomático y de negocios, mientras que el español es un gran lengua internacional.

   El español y el hindi tienen una dimensión de hablantes relativamente similar a nivel mundial, pero el valor como lengua de comunicación internacional del primero es muy superior al del segundo, ya que mientras el español es hablado como lengua oficial en 21 países, el hindi (como el chino mandarín con más de 1,0 mil millones de parlantes nativos) lo es solo en uno. Consecuencia de este hecho es que el español sea reconocido, por ejemplo, como lengua oficial en relevantes instancias internacionales relevantes como las Naciones Unidas y no lo sea el hindi.

   Escribe Javier Rupérez en el último número de Tribuna Norteamericana, sobre España y los hispanos de los Estados Unidos, la excelente revista publicada por el Instituto Franklin de la Universidad de Alcalá, que dirige José Antonio Gurpegui, “el español es utilizado en múltiples aspectos de la vida diaria, hasta el extremo que sin exageración se podría afirmar que hoy, si no se tienen grandes ambiciones, es casi posible vivir en los Estados Unidos utilizando sólo el español”.

   Mientras el francés está en declive y intenta sobrevivir (François Mitterand llegó durante su presidencia a referirse a la “guerra contra lo anglosajón”), la pujanza del español obedece más bien a criterios de afirmación cultural y política.

   Estas consideraciones están bien meditadas en otro libro concebido dentro del proyecto de investigación sobre El valor económico del español: una empresa multinacional (Proyecto Fundación Telefónica). El nuevo libro, escrito por Rupérez, antiguo embajador de España en Washington, y David Fernández Vítores, profesor en el grado de Traducción e Interpretación de la Universidad Complutense de Madrid, y con diez acotaciones de varios expertos, estudia la situación en la que se encuentra el español en algunas de las instancias internacionales más relevantes a las que pertenece España: muy particularmente, en Naciones Unidas y en la Unión Europea.

   En las Naciones Unidas, dice Rupérez, chocan dos principios incompatibles, que son el inevitable precio del multilateralismo: el mantenimiento del multilingüismo, como muestra de respeto hacia la individualidad de países y culturas, frente al utilitarismo monolingüe (el inglés), que serviría para acortar tiempos y reducir gastos. Existe una brecha entre las lenguas oficiales de iure y las lenguas operativas de facto: si en las primeras el español está bien posicionado, en las segundas su posición queda notablemente relegada.

    El reto es asegurar los espacios donde existe como primera lengua y en ampliar los todavía escasos en donde lo hace como segunda lengua.

   Entre las acotaciones hay una de Emilio Lamo de Espinosa, presidente del Real Instituto Elcano, quien en estos tiempos de austeridad habla de la necesidad de dar un enorme impulso al Instituto Cervantes. “Para ello tenemos que crear un modelo nuevo que permita crear veinte sedes al año, y no cinco como ocurre ahora. Esto se puede llevar a cabo aprovechando capital e interés local. Si es una lengua útil, seguro que en los países en los que está presente habrá inversores nativas que quieran cooperar con el Instituto Cervantes. Con el modelo actual vamos muy despacio y con él no conseguimos suficiente impulso para el español.”

    Lejos de expandirse, los recortes han llevado el Cervantes al cierre de dos centros en Brasil, además de los de Sofía y Damasco.

    Mientras tanto, en España, la pelea abierta entre el Ministerio de Educación y la Generalitat de Cataluña sobre la enseñanza en castellano se intensifica.

    William Chislett es periodista y escritor. Fue corresponsal de The Times de Londres en España (1975-78) y luego del Financial Times en México (1978-84). Ha escrito 20 libros sobre varios países. Es investigador asociado del Real Instituto Elcano.


(Disponible en: www.WilliamChislett.com. (Adaptada) http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano_es/contenido?WCM_GLOBAL

_CONTEXT=/elcano/elcano_es/zonas_es/lengua+y+cultura/opinion_chislett_espanol-spanish. Y http://www.elimparcial.es/noticia/112601

/sociedad/el-espanol-en-el-mundo. Aceso: 20/12/2016.)

Analiza las declaraciones.
I. En principio del siglo XX había 60 millones de hispanoparlantes. II. El español no es considerada lengua internacional. III. El 7% de la población mundial tienen el español como segunda lengua o como lengua extranjera.
Según el texto, podemos inferir que
Alternativas
Respostas
141: A
142: C
143: B
144: A
145: C
146: C
147: B
148: A
149: C
150: A
151: B
152: B
153: C
154: A
155: D
156: A
157: C
158: D
159: D
160: D