Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de olhos-d`água - mg

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Q3622060 Meio Ambiente
A formação das ilhas de calor nas cidades é um dos problemas ambientais. Assinale a alternativa que apresenta a hipótese que explica o fenômeno a que essa afirmativa se refere. 
Alternativas
Q3622058 História
Em 1534, houve um avanço da colonização portuguesa no Brasil e a criação das capitanias hereditárias. Analise o seguinte fragmento de texto sobre esse período.

Com o avanço da colonização do Brasil, o território foi dividido em grandes lotes de terra. Esses lotes foram entregues a capitães___________, que tinham a tarefa de investir nessas terras, protegê-las e torná-las ____________. Com a morte dele, os direitos eram transmitidos ao seu herdeiro. Por isso, essas terras eram chamadas capitanias _______________.

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são: 
Alternativas
Q3622057 Sociologia
Segundo o jornal O Tempo, de 14/09/2025, “Somente em 2024, o estado registrou 153 mil casos de violência doméstica e familiar contra mulheres, uma média de 420 ocorrências por dia, segundo dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).”  

Assinale a alternativa que apresenta a hipótese que explica o fenômeno a que o texto se refere. 
Alternativas
Q3622055 História
Por que, em 1808, Portugal entrou em uma crise econômica durante o período em que Dom João chegou ao Brasil?
Alternativas
Q3622054 Geografia
A erosão é um processo natural da natureza, porém, nas últimas décadas, ele tem sido acelerado pelas intervenções excessivas do homem no meio ambiente. Analise as afirmativas a seguir sobre esse assunto e classifique-as em verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) Os processos erosivos são divididos em três etapas: desgaste do solo, transporte de partículas e deposição desses sedimentos nas áreas mais baixas do relevo, tal qual o leito dos rios.
( ) A erosão fluvial é causada pelo excesso de vegetação no subsolo, o qual não é denso o suficiente para aguentar tal peso.
( ) O deslizamento de terra ocorre em terrenos regulares nos quais não existe barreira para segurar a água da chuva.
( ) A erosão marinha ocorre quando as marés atuam sobre as rochas e, nesse caso, a força das ondas acaba desgastando as rochas levando os seus sedimentos de um local para outro.
( ) A rotação de culturas é uma técnica de cultivo de vários tipos de planta a cada ano e essa técnica acaba piorando a erosão do solo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo. 
Alternativas
Q3622053 Atualidades
Atualmente, devido às dificuldades econômicas decorrentes da falta de emprego, renda ou terra para trabalhar enfrentadas pela população brasileira, quais são os três estados com mais ocorrência de migração de pessoas? 
Alternativas
Q3622052 História
Os povos indígenas do Brasil são os habitantes originários que aqui estavam presentes, antes da chegada dos europeus.
Analise as afirmativas a seguir sobre esses povos e os seus conhecimentos:

I- Os povos da Região Amazônica eram agricultores do açaí, fruta com diversas variedades da qual se extrai um tipo de farinha.
II- O povo de Umbu difundiu o uso da “boladeira”, que tornou possível a caça de animais velozes e pássaros em pleno voo.
III- O povo das Conchas vivia no litoral sul, atual Lagoa dos Patos, onde havia comida abundante.

Com base nas informações apresentadas, está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)  
Alternativas
Q3622037 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
Os verbos, no primeiro parágrafo do texto, encontram-se conjugados, predominantemente, no 
Alternativas
Q3622036 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
O emprego do discurso direto no texto é marcado pelo uso de 
Alternativas
Q3622035 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com as ideias defendidas no texto. 
Alternativas
Q3622034 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias defendidas no texto sobre o ato de escrever à mão.


I- Influencia no aprendizado e na memorização.


II- Desenvolve a coordenação motora.


III- Ativa operações cerebrais.


IV- Diminui o uso das novas tecnologias.


V- Causa demora na elaboração dos textos.


Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3622033 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
No texto, a palavra “cognitivo(s)” foi usada referindo-se a 
Alternativas
Q3622032 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
De acordo com o texto, escrever à mão é 
Alternativas
Respostas
79: D
80: A
81: E
82: B
83: A
84: D
85: B
86: E
87: C
88: D
89: A
90: B
91: D