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Avalie os cenários a seguir e identifique a consequência mais provável de uma falha na tradução do nome do servidor para o endereço IP durante esse processo.
O processo de diluição de medicamentos é realizado com a finalidade de reduzir a concentração de um medicamento adicionando um diluente ou solvente a ele. O objetivo é facilitar a administração do medicamento, evitando efeitos tóxicos, especialmente se ele for de potência elevada. A reconstituição de um medicamento ocorre quando se adiciona um solvente ao pó ou liofilizado, de modo que se obtenha uma solução injetável. Essas práticas devem ser realizadas de acordo com as boas práticas de manipulação, para garantir a manutenção da integridade química e microbiológica dos medicamentos.
Fonte: ALVARENGA, Felipe Queiroz. Reflexão sobre preparações medicamentosas. São João Del Rei – MG. 27 out. 2024.
A ampola de um determinado medicamento contém 1g do fármaco X em sua forma sólida. Esse medicamento foi reconstituído com diluente, obtendo-se um volume final de 2 mL de solução injetável pronta para uso. A prescrição médica orienta que deve ser administrado 250 mg do fármaco X em 100 mL de soro fisiológico, através da via endovenosa, de forma lenta. Para que seja administrada a quantidade correta do fármaco X ao paciente, o técnico deverá utilizar quantos mL da solução injetável pronta para uso?
Fonte: ALVARENGA, Felipe Queiroz. Adaptado de ANVISA. Anvisa alerta para riscos do uso indiscriminado de medicamentos. COMUNICADO GGMON 003/2021. Nov. 2002. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-alerta-para-riscos-do-usoindiscriminado-de-medicamentos. Acesso em: 27 out. 2024.
Considerando o tema proposto pelo enunciado, leia atentamente as afirmativas a seguir.
I- A automedicação pode aumentar a prevalência de eventos adversos nos pacientes e pode ser considerada fator predisponente para o aumento das internações hospitalares.
II- A pandemia por COVID-19 foi capaz de aumentar o interesse da população pelo assunto “saúde”, contribuindo para a monitorização da população quanto ao uso de medicamentos.
III- O uso excessivo, indevido ou o subuso de medicamentos pelos pacientes pode resultar em problemas de saúde, ineficácia do tratamento ou toxicidade.
O(s) risco(s) para a saúde, decorrente(s) do uso irracional de medicamentos, está(ão) presente(s) na(s) afirmativa(s)
Fonte: WANNMACHER, Lenita. Inibidores da bomba de prótons: indicações racionais. Uso Racion. Medicam. Temas Selecionados, v. 2, p. 1-6, 2004. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/HSE_URM_IBP_1204.pdf. Acesso em: 27 out. 2024. Adaptado por ALVARENGA, Felipe Queiroz. Out 2024.
Considerando a segunda estratégia proposta, qual dos medicamentos, a seguir, representa a classe dos anti-inflamatórios não esteroidais mais seletivos (específicos) para inibir o processo inflamatório, promovendo menos efeitos adversos gastrointestinais no paciente?
Fonte: WANNMACHER, Lenita. Inibidores da bomba de prótons: indicações racionais. Uso Racion. Medicam. Temas Selecionados, v. 2, p. 1-6, 2004. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/HSE_URM_IBP_1204.pdf. Acesso em: 27 out. 2024. Adaptado por ALVARENGA, Felipe Queiroz. Out 2024.
Considerando o tema proposto pelo enunciado, analise, a seguir, os nomes genéricos de medicamentos utilizados para tratar distúrbios gastrointestinais:
I- omeprazol e pantoprazol.
II- lansoprazol e propranolol.
III- esomeprazol e tenatoprazol.
Sobre os fármacos descritos acima, aqueles que são prescritos e classificados como inibidores da bomba de prótons (IBP) estão corretamente descritos em:
Em fevereiro [...] de 2024, os profissionais da área farmacêutica celebraram 25 anos desde a implantação da política de medicamentos genéricos, por meio da Lei 9.787/1999. A política instituída tem por objetivo, até os dias de hoje, além da redução de preços, garantir a equivalência em qualidade, eficácia e segurança entre os genéricos e os medicamentos de referência. Os rigorosos testes de bioequivalência é a força motriz que afiança a intercambialidade entre eles. Somente após as testagens padronizadas, a comercialização dos Genéricos é autorizada pela é possível que Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com isso, espera-se que os genéricos ganhem a confiança de prescritores e da população, revelando um novo panorama no tocante à promoção da saúde no Brasil.
ALVARENGA, Felipe Queiroz. Considerações do autor sobre medicamentos genéricos. São João Del Rei – MG. 2024. Adaptado de CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Medicamentos genéricos: 25 anos da lei que revolucionou a saúde. 09 fev. 2024. Disponível em: https://site.cff.org.br/noticia/noticias-do-cff/09/02/2024/medicamentos-genericos-25-anos-da-lei-que-revolucionou-a-saude#top. Acesso em: 8 out 2024.
Considerando esse tema, analise as afirmativas a seguir.
I- O medicamento genérico é aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica, sendo administrado pela mesma via e com a mesma posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência.
II- O medicamento genérico é disponibilizado, na maioria das vezes, com menor preço, cerca de 35% mais barato que o medicamento de referência, contribuindo para o aumento do acesso aos medicamentos de qualidade, seguros e eficazes.
III- O medicamento genérico pode ser identificado pela tarja amarela, na qual se lê "Medicamento Genérico". Deve constar, na embalagem, a frase “Medicamento Genérico Lei n.º 9.787, de 1999” e o nome do princípio ativo do medicamento.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Caso clínico: Desde cedo, os pais notaram que a criança não alcançava marcos de desenvolvimento da linguagem esperados. Aos 2 anos, ainda emitia poucas palavras e apresentava dificuldades para articular sons básicos. A criança frequentemente demonstrava frustração ao tentar se comunicar, diminuindo o que compreendia das palavras, mas tinha dificuldades em produzi-las. Na avaliação com o fonoaudiólogo, foi observado que o menino tinha vocabulário expressivamente limitado e que suas tentativas de fala envolviam omissões, distorções e substituições de fonemas. Ao tentar repetir palavras, os erros eram inconsistentes, o que é característico da apraxia de fala.
Nesse contexto, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O plano de intervenção incluiu terapia fonoaudiológica intensiva, com foco na prática de fonemas isolados e na combinação de sílabas em palavras. Usou-se uma abordagem baseada na reprodução e sem feedback sensorial para melhorar a consistência e o controle motor da fala. Sessões frequentes foram recomendadas para maximizar a plasticidade neural e o aprendizado motor.
PORQUE
II. Os testes aplicados incluíram o Demonstration Checklist for CAS (checklist de demonstração para apraxia de fala na infância), o qual demonstrou dificuldades em habilidades motoras sequenciais, ritmo da fala e articulações precisas dos sons. A análise mostrou inconsistências nos erros articulatórios, sobretudo em palavras com sílabas mais complexas, além de uma prosódia atípica (melodia da fala). Essa inconsistência e dificuldade em pronunciar sílabas indicam planejamento motor deficiente.
A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.
Caso clínico: João é um menino de 9 anos, estudante do 3º ano do Ensino Fundamental, cujos pais e professores notaram dificuldades persistentes na escrita, para escrever palavras. Desde o início da alfabetização, apresenta dificuldade em escrever palavras, mesmo as que já foram praticadas várias vezes. Apesar de compreender bem a leitura e ter um bom vocabulário falado, ele frequentemente comete erros na forma escrita de palavras simples, troca letras que possuem sons parecidos (como “f” por “v” e “p” por “b”), e omite letras em palavras. Os pais relatam que João não apresenta problemas em outras áreas, como matemática, e tem um desempenho geral razoável nas outras disciplinas. Ele lê fluentemente, mas a escrita ortográfica está abaixo do esperado para a sua idade e ano escolar. A família não tem histórico de dificuldades de aprendizagem, e João não apresenta problemas visuais ou auditivos que possam justificar o quadro e nem déficit visual ou auditivo e as habilidades cognitivas estão adequadas para a idade.
Resultados das avaliações:
• Teste de desempenho escolar (TDE): pontuação abaixo da média em escrita para a idade, especialmente em habilidades de ortografia.
• Avaliação fonoaudiológica: identificação de dificuldades específicas na codificação ortográfica e na memória visual para a ortografia das palavras; leitura fluente e boa compreensão.
• Avaliação neuropsicológica: memória de curto prazo e habilidades visoespaciais dentro dos parâmetros normais, sem evidências de dificuldades mais amplas de aprendizagem, como dislexia.
Após análise do caso clínico, pode-se concluir que João apresenta
Caso clínico: A Sra. Maria Silva, 78 anos, tem hipertensão controlada, diabetes tipo 2, artrite reumatoide, relata: “Estou com dificuldade para engolir, sinto que a comida fica presa na garganta.” Nos últimos seis meses, começou a sentir dificuldades para engolir alimentos sólidos, especialmente carnes e pães. Segundo ela, a comida frequentemente “parece entalar’, e tem que tomar vários goles de água para ajudar a descer. Nas últimas semanas, notou que a dificuldade também se estende a alimentos mais pastosos e, ocasionalmente, até líquidos. Sra. Maria Silva menciona, ainda, que está perdendo peso, pois reduziu a quantidade de comida para evitar o desconforto ao engolir, a voz fica mais rouca após as refeições e que, em alguns momentos, engasga-se com líquidos. Não apresenta dor significativa, mas descreve uma sensação de “peso” na garganta. Não há relatos de tosse ou febre.
Exame físico: peso: 60 kg (perda de 5 kg nos últimos três meses); pressão arterial: 130/80 mmHg; frequência cardíaca: 72 bpm; orofaringe sem sinais de inflamação ou infecção visíveis; ausculta pulmonar normal; sem linfonodos cervicais palpáveis.
Exames complementares:
- Endoscopia digestiva alta: sem sinais de obstrução mecânica ou tumores.
- Videofluoroscopia da deglutição: evidência de lentificação na fase oral da deglutição, com resíduo alimentar na região faríngea e ocasional penetração de líquidos na laringe, sem aspiração.
- Avaliação fonoaudiológica: Identificação de dificuldades no controle motor fino da língua e lábios, além de redução da força e da coordenação na musculatura da deglutição.
Diante do caso clínico relatado, é possível afirmar que essa paciente apresenta
I- Visitas itinerantes de monitoramento de ações implementadas junto às unidades escolares, ou de acordo com as demandas levantadas pelas instituições educacionais.
II- Ações voltadas à saúde do trabalhador.
III- Ações da atenção básica voltadas à comunidade escolar (famílias, trabalhadores da educação e educandos), como por exemplo ações de promoção de saúde, matriciamento, entre outras.
IV- Ações em políticas intersetoriais, como o Programa Saúde na Escola.
V- Participação nas instâncias de controle social municipal, estadual ou federal, tanto na área da saúde quanto na educação.
São ações intersetoriais realizadas pelo fonoaudiólogo com interface direta na educação: