Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de itaguara - mg

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Q3268177 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Dois Cometas Brilhantes Iluminarão o Céu em Outubro

O telescópio de pesquisa ATLAS detectou um cometa se aproximando do Sol ao mesmo tempo em que astrônomos e observadores do céu estão se preparando para ver e fotografar o cometa C/2023 A3, que será visível a olho nu após o pôr do sol por algumas semanas, começando por volta de 9 de outubro.

O novo cometa, inicialmente nomeado A11bP7I — agora chamado de C/2024 S1 —, parece ser incomumente grande e pode se tornar um "objeto significativo a olho nu até o final de outubro", segundo o site SpaceWeather.com.

Espera-se que o cometa C/2024 S1 faça sua aproximação em 23 de outubro e atinja seu periélio — ponto mais próximo ao Sol — cinco dias depois, em 28 de outubro. Esta última data parece ser o melhor momento para observá-lo, pois ele pode alcançar um brilho de magnitude -8,3, o que significa: mais brilhante do que Vênus, o objeto mais luminoso do céu, exceto pelo Sol e a Lua.

De 24 a 28 de outubro, o C/2024 S1 poderá ser visto do Hemisfério Sul e de regiões próximas ao equador, antes do nascer do sol. Durante este período, ele pode se tornar visível a olho nu, segundo o aplicativo StarWalk. A cada manhã, ele se aproximará ainda mais do Sol.

No entanto, há uma advertência importante. Cometas são imprevisíveis e podem se desintegrar ao se aproximarem do Sol. A data crítica para o C/2024 S1 é 28 de outubro, seu periélio.

O cometa C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) — também conhecido como cometa A3 — já passou pelo seu periélio no dia 27 de setembro e fará sua maior aproximação da Terra em 12 de outubro. O melhor momento para observá-lo pode ser no dia 10 ou 11 de outubro, quando ele pode brilhar o suficiente para ser visto a olho nu.

Em 12 de outubro, o cometa C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) deverá ser melhor observado do Hemisfério Norte e de regiões próximas ao equador após o pôr do sol. Ele brilhará próximo a uma Lua minguante com apenas 9% de iluminação e à estrela Regulus, a mais brilhante da constelação de Leão, antes de começar a perder brilho gradualmente enquanto se afasta da Terra nas dez noites seguintes.

As chances de observação do C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) são mais garantidas, pois ele já sobreviveu ao seu periélio. Sua posição favorável significa que sua cauda poeirenta provavelmente refletirá a luz solar devido a um fenômeno chamado "dispersão para frente", que direciona a luz refletida na direção da Terra.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/10/dois-cometas-brilhantes-ilumi narao-o-ceu-em-outubro/
O que os astrônomos e observadores do céu estão se preparando para fazer em relação ao cometa C/2023 A3?
Alternativas
Q3268176 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Dois Cometas Brilhantes Iluminarão o Céu em Outubro

O telescópio de pesquisa ATLAS detectou um cometa se aproximando do Sol ao mesmo tempo em que astrônomos e observadores do céu estão se preparando para ver e fotografar o cometa C/2023 A3, que será visível a olho nu após o pôr do sol por algumas semanas, começando por volta de 9 de outubro.

O novo cometa, inicialmente nomeado A11bP7I — agora chamado de C/2024 S1 —, parece ser incomumente grande e pode se tornar um "objeto significativo a olho nu até o final de outubro", segundo o site SpaceWeather.com.

Espera-se que o cometa C/2024 S1 faça sua aproximação em 23 de outubro e atinja seu periélio — ponto mais próximo ao Sol — cinco dias depois, em 28 de outubro. Esta última data parece ser o melhor momento para observá-lo, pois ele pode alcançar um brilho de magnitude -8,3, o que significa: mais brilhante do que Vênus, o objeto mais luminoso do céu, exceto pelo Sol e a Lua.

De 24 a 28 de outubro, o C/2024 S1 poderá ser visto do Hemisfério Sul e de regiões próximas ao equador, antes do nascer do sol. Durante este período, ele pode se tornar visível a olho nu, segundo o aplicativo StarWalk. A cada manhã, ele se aproximará ainda mais do Sol.

No entanto, há uma advertência importante. Cometas são imprevisíveis e podem se desintegrar ao se aproximarem do Sol. A data crítica para o C/2024 S1 é 28 de outubro, seu periélio.

O cometa C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) — também conhecido como cometa A3 — já passou pelo seu periélio no dia 27 de setembro e fará sua maior aproximação da Terra em 12 de outubro. O melhor momento para observá-lo pode ser no dia 10 ou 11 de outubro, quando ele pode brilhar o suficiente para ser visto a olho nu.

Em 12 de outubro, o cometa C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) deverá ser melhor observado do Hemisfério Norte e de regiões próximas ao equador após o pôr do sol. Ele brilhará próximo a uma Lua minguante com apenas 9% de iluminação e à estrela Regulus, a mais brilhante da constelação de Leão, antes de começar a perder brilho gradualmente enquanto se afasta da Terra nas dez noites seguintes.

As chances de observação do C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) são mais garantidas, pois ele já sobreviveu ao seu periélio. Sua posição favorável significa que sua cauda poeirenta provavelmente refletirá a luz solar devido a um fenômeno chamado "dispersão para frente", que direciona a luz refletida na direção da Terra.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/10/dois-cometas-brilhantes-ilumi narao-o-ceu-em-outubro/
Quando será o melhor momento para observar o cometa C/2023 A3 a olho nu? 
Alternativas
Q3268142 Atualidades
Em 2022, a crise energética na Europa foi intensificada pela guerra entre Rússia e Ucrânia. Qual foi uma das principais consequências dessa crise para o Brasil?
Alternativas
Q3268141 Atualidades
Em 2023, os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) anunciaram a inclusão de novos países ao bloco. Um dos principais motivos dessa expansão é:
Alternativas
Q3268140 Atualidades
A guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, agravou a crise energética na Europa, uma vez que muitos países europeus dependem do gás russo. Uma das principais medidas adotadas pela União Europeia para lidar com a crise foi:
Alternativas
Q3268139 Atualidades
Em 2022, o governo federal lançou o programa "Emprega + Mulheres", que tem como objetivo:
Alternativas
Q3268138 Atualidades
No contexto pós-pandemia de COVID-19, qual foi um dos principais fatores que contribuiu para o aumento da evasão escolar no Brasil entre 2022 e 2023, particularmente no ensino médio?
Alternativas
Q3268137 Redes de Computadores
O leilão do 5G no Brasil foi realizado em novembro de 2021, e a tecnologia começou a ser implementada nas principais cidades em 2022. A maior expectativa em torno da rede 5G está relacionada a:
Alternativas
Q3268136 Meio Ambiente
Em maio de 2023, o Brasil anunciou a retomada das negociações comerciais com a União Europeia, um acordo que estava estagnado há mais de uma década. Quais preocupações têm sido o principal obstáculo para a conclusão desse acordo?
Alternativas
Q3268135 Atualidades
Durante a cúpula do BRICS em 2023, foi discutida a possibilidade de expansão do bloco, com a entrada de novos membros. Qual foi um dos principais desafios levantados quanto à expansão do BRICS? 
Alternativas
Q3268134 Economia
Entre 2022 e 2023, o Banco Central do Brasil manteve uma política de alta taxa de juros (Selic) como estratégia de combate à inflação. Qual foi a principal justificativa apresentada para essa política monetária restritiva?
Alternativas
Q3268133 Direito Digital
Em 2023, o governo brasileiro começou a discutir o Projeto de Lei das Fake News, que busca regular as plataformas digitais para conter a desinformação. Um dos pontos mais polêmicos desse projeto é:
Alternativas
Q3268122 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo e assinale aquela que possui um termo com erro de ortografia:
Alternativas
Q3268121 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:


A influencia da forma como falamos com as crianças é grande na evolução do vocabulário delas.


Qual dos termos presentes na afirmativa acima possui erro de acentuação?

Alternativas
Q3268120 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:

(__)O desmatamento reduz a quantidade de árvores na floresta.
(__)A floresta é o pulmão do planeta, respirando vida para a Terra.
(__)A poluição do ar afeta a saúde das pessoas e dos animais.
(__)O plástico no oceano é uma ferida aberta que fere a beleza do mundo marinho.

Coluna 02:

I.Conotação;
II.Denotação.

Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de sentido empregado nas sentenças da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3268119 Saúde Pública

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

Qual é a importância da informação mencionada no texto em relação ao HIV?
Alternativas
Q3268118 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

Qual é a consequência mencionada no texto quando o HIV não é tratado adequadamente?
Alternativas
Q3268117 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

Qual é uma das principais conquistas mencionadas no texto em relação ao combate ao vírus HIV e à Aids?
Alternativas
Q3268116 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

O que o lema "I = I" busca comunicar sobre o vírus HIV?
Alternativas
Q3268115 Saúde Pública

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus



Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.


O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.


A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.


Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.


O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.


Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.


Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.


A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.


No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/ 

De acordo com o texto, quais pessoas têm maior probabilidade de desenvolver a Aids?
Alternativas
Respostas
281: B
282: A
283: D
284: B
285: B
286: A
287: D
288: A
289: C
290: B
291: C
292: A
293: A
294: A
295: A
296: D
297: D
298: A
299: D
300: B