Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de campanha - mg

Foram encontradas 328 questões

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Q2355766 Atualidades
“O trabalho escravo contemporâneo existe em todo o território nacional. Não há uma exclusividade de região, de estado ou de segmento econômico” [...]. De 1995, quando foram criados os grupos especiais de fiscalização móvel, até 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas em trabalho análogo à escravidão.

Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/949504- BRASIL-BATE-RECORDE-DE-TRABALHO-ESCRAVO-EDEPUTADOS-SUGEREM-PROPOSTAS,-FORCA-TAREFA-EATE-CPI. Acesso em: 2 out. 2023.


Entre os elementos que caracterizam o trabalho análogo à escravidão na atualidade, é correto afirmar que esse tipo de trabalho
Alternativas
Q2355765 Atualidades
Além de ter lucrado quase R$ 250 milhões no primeiro trimestre deste ano (2023), por ser pública, a Copasa possui o compromisso de levar água e saneamento para as casas dos mineiros. Isso se expressa no subsídio cruzado implementado pela empresa. Na prática, a Copasa utiliza o recurso dos municípios que geram lucro para investir nas regiões que não geram, que frequentemente são cidades pequenas e com grandes áreas rurais.

Disponível em: https://www.brasildefatomg.com.br/2023/09/21/ se-zema-vender-a-copasa-municipios-pequenos-e-areasrurais-de-mg-serao-os-mais-prejudicados. Acesso em: 22 set. 2023.


O subsídio cruzado praticado pela Copasa, conforme indicado no texto, significa:
Alternativas
Q2355764 Conhecimentos Gerais
O estado de Minas Gerais lidera o ranking de unidades da Federação com maior número de multas em decorrência da Lei Seca. Belo Horizonte, por sua vez, é a capital com mais registros de infrações. [...]

Disponível em: https://www.otempo.com.br/brasil/lei-secaminas-lidera-ranking-de-estados-com-maior-numero-demultas-1.3240753. Acesso em: 25 set. 2023.


A Lei Seca, aprovada em 2008, tem por objetivo
Alternativas
Q2355763 História e Geografia de Estados e Municípios
O REFIS é um plano de prefeituras municipais, inclusive a do município de Campanha, que tem como objetivo
Alternativas
Q2355762 Conhecimentos Gerais
“A Reforma da Previdência colocou em evidência a questão do idoso que vai ter uma aposentadoria insuficiente e que vai precisar retornar ao mercado” [...]. “Aí, muitas vezes, a única alternativa é se submeter a um trabalho precário, justamente pela dificuldade de encontrar um emprego decente [...]”.

https://economia.uol.com.br/colunas/carlos-julianobarros/2023/10/31/censo-do-ibge-envelhecimento-sera-temacentral-do-mercado-de-trabalho.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em: 31 out. 2023


A situação descrita no trecho do texto tem sido traduzida pela expressão: 
Alternativas
Q2355761 Atualidades
O trecho da Rodovia Fernão Dias (BR-381) onde morreram sete torcedores do Corinthians no último domingo (20 de agosto) é alvo de estudos para a instalação de uma caixa de britas, a “areia movediça” que poderia ter salvado a vida dos corintianos.
Disponível em: https://www.uol.com.br/carros/noticias/ redacao/2023/08/23/como-funciona-caixa-de-areia-movedicaque-poderia-ter-salvado-corintianos.htm. Acesso em: 23 ago. 2023.

A utilização de áreas de escape em rodovias tem por objetivo
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Q2355760 História e Geografia de Estados e Municípios
Campanha abriga o Museu Regional do Sul de Minas, e foi escolhida para sediá-lo entre aproximadamente 60 cidades porque
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Q2355759 Conhecimentos Gerais
O mês passado foi o setembro (2023) mais quente no mundo desde o início dos registros das temperaturas por uma margem “extraordinária”, anunciou nesta quinta-feira (5) o programa de observação Copernicus, da União Europeia (UE).
[...]

“Passamos pelo setembro mais incrível de todos os tempos do ponto de vista climático. É algo difícil de acreditar”, declarou à AFP o diretor do C3S, Carlo Buontempo.
“A mudança climática não é algo que acontecerá daqui a 10 anos. A mudança climática está aqui”, acrescentou.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/planeta-teve-o-mes-de-setembro-mais-quente-desde-o-inicio-dosregistros-diz-ue/. Acesso em: 5 out. 2023.


Um dos efeitos da mudança climática verificada no Brasil nos meses de setembro e outubro de 2023, sobretudo comparando a região Sul com a Amazônica, é classificado como
Alternativas
Q2355757 Matemática
O gráfico a seguir apresenta dados sobre o clima da cidade de Tiradentes - MG (médias de temperaturas e acumulados de chuvas), no ano de 2021:

Imagem associada para resolução da questão



Disponível em: https://www.essemundoenosso.com.br/quando-ir-pra-tiradentes-melhor-epoca-viajar/. Acesso em: 29 ago. 2023 (adaptado).

Com base nessas informações, é correto afirmar que
Alternativas
Q2355756 Matemática
Considere a tabela a seguir, que mostra as temperaturas diárias registradas em uma cidade durante uma semana (em graus Celsius): 

Imagem associada para resolução da questão


Qual é a média, aproximada, das temperaturas registradas durante essa semana?
Alternativas
Q2355750 Matemática
No ano de 2020, a prefeitura de Juiz de Fora realizou o seguinte anúncio para o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU: 


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/noticias/view. php?modo=link2&idnoticia2=67651. Acesso em: 9 jun. 2023.

Esse desconto seria aplicado caso o proprietário do imóvel realizasse o pagamento até uma data estipulada. Luís possuía um imóvel em Juiz de Fora, cujo valor do imposto, sem o desconto, era de R$ 3 800,00. Ele realizou o pagamento no prazo indicado para receber o desconto.
Ao realizar o pagamento no prazo, Luís economizou
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Q2355748 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do acento grave indicador de crase está incorreto, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q2355747 Português
Leia os trechos a seguir.

“A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho restabeleceu sentença que condenou uma empresa a pagar R$ 36 mil de indenização a um trabalhador argentino que passou por uma pré-contratação frustrada.”
Disponível em: www.normaslegais.com.br/ trab/5trabalhista240216.htm.

“O que o argentino trabalhador não percebe é que o governo está vendendo por um preço alto o produto que o trabalhador produz [...]”
Disponível em: https://revistaoeste.com/mundo/.

Nesses trechos, a mudança de posição das palavras “argentino” e “trabalhador” altera a relação entre
Alternativas
Q2355746 Português
Observe a relação a seguir.

Uma estrada desnivelada = estrada sem nivelamento

Assinale a alternativa em que a relação indicada entre parênteses está incorreta.
Alternativas
Q2355745 Português
Assinale a alternativa em que o verbo “lembrar” tem dois complementos empregados de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q2355742 Português
Dois amigos e um chato

Stanislaw Ponte Preta


Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra na língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café, o Zé perguntou:

— Vais pra cidade?

— Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:

— Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

— Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.

— Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

— Então tá— concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:

—Chi! Lá vem o meu… — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.

— Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.

Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou:

— Como é o nome do seu amigo?

— Flaudemíglio — respondeu o Zé.

— Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.

Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

Disponível em: www.contobrasileiro.com.br. Acesso em: 3 set. 2023 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.

“O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra.”

O verbo destacado tem o mesmo valor semântico de 
Alternativas
Q2355741 Português
Dois amigos e um chato

Stanislaw Ponte Preta


Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra na língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café, o Zé perguntou:

— Vais pra cidade?

— Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:

— Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

— Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.

— Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

— Então tá— concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:

—Chi! Lá vem o meu… — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.

— Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.

Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou:

— Como é o nome do seu amigo?

— Flaudemíglio — respondeu o Zé.

— Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.

Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

Disponível em: www.contobrasileiro.com.br. Acesso em: 3 set. 2023 (adaptado).
No texto, o sinal de travessão tem a função de
Alternativas
Q2355740 Português
Dois amigos e um chato

Stanislaw Ponte Preta


Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra na língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café, o Zé perguntou:

— Vais pra cidade?

— Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:

— Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

— Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.

— Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

— Então tá— concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:

—Chi! Lá vem o meu… — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.

— Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.

Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou:

— Como é o nome do seu amigo?

— Flaudemíglio — respondeu o Zé.

— Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.

Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

Disponível em: www.contobrasileiro.com.br. Acesso em: 3 set. 2023 (adaptado).
A respeito dos fatos narrados na história, é correto afirmar:
Alternativas
Q2355739 Português
Dois amigos e um chato

Stanislaw Ponte Preta


Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra na língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café, o Zé perguntou:

— Vais pra cidade?

— Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:

— Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

— Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.

— Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

— Então tá— concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:

—Chi! Lá vem o meu… — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.

— Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.

Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou:

— Como é o nome do seu amigo?

— Flaudemíglio — respondeu o Zé.

— Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.

Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

Disponível em: www.contobrasileiro.com.br. Acesso em: 3 set. 2023 (adaptado).
Tendo em vista a linguagem empregada no texto, analise as afirmativas a seguir.

I. O texto apresenta, concomitantemente, registros de linguagem formal e informal.
II. Não se verificam marcas de oralidade na narrativa.
III. Há ironia em pelo menos uma passagem do texto.
IV. Um dos personagens reporta-se ao seu interlocutor, na segunda pessoa, como “tu”.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Respostas
61: A
62: D
63: D
64: B
65: A
66: D
67: C
68: C
69: B
70: B
71: A
72: D
73: C
74: C
75: C
76: A
77: D
78: B
79: D
80: A