Questões de Concurso
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O modelo de referência MPS.BR para serviços, que é um dos quatro componentes do MPS.BR, está em consonância com a ISO/IEC n.º 20.000/2011, e seu nível de maturidade G é composto, entre outros fatores, pelos processos entrega de serviços, gerência de incidentes e gerência de nível de serviços.
O guia geral MPS.BR de software descreve sete níveis de maturidade acumulativos, que estabelecem patamares de evolução de processos. Essa escala se inicia no nível G e progride até o nível A, não havendo, nesse guia, abordagem de níveis de capacidade dos processos.
Caso determinada organização afirme possuir nível de maturidade 3, o processo gestão de contrato com fornecedor e o processo gestão de riscos, ambos da categoria gestão de projetos, serão entendidos e descritos em padrões para a organização.
Se determinada organização possuir nível de maturidade 4, os objetivos quantitativos dos processos medição e análise, da categoria suporte, e os objetivos do processo desempenho dos processos da organização, da categoria gestão de processos, serão estabelecidos para suas qualidades e desempenhos por meio de técnicas estatísticas.
Todas as áreas de processos abordadas na representação contínua, são também, abordadas na representação por estágios, onde uma área de processo é um conjunto de práticas relacionadas que, ao serem implementadas conjuntamente, satisfazem a um conjunto de metas consideradas importantes para a realização de melhorias naquela área. Nesse caso, infere-se que, para se atingir um nível de maturidade, é necessário possuir um grau de melhoria de processo em um conjunto predefinido de áreas de processo nas quais todas as metas devem ser satisfeitas.
A abordagem contínua no CMMI tem estrutura compatível com a ISO/IEC n.º 15.504 e trata de níveis de capacidades que, ao serem atingidos, representam o alcance de um determinado patamar de melhoria, caracterizado pela satisfação de um conjunto de práticas genéricas e específicas em determinada área de processo.
A criptografia é uma técnica voltada para proteger a confiabilidade das informações, principalmente a criptografia considerada forte, com tamanho de chaves acima de 1.024 bites.
A NBR ISO/IEC n.º 27.001/2006 segue o ciclo PDCA e, na fase de implementação e operação, afirma que a organização deve formular um plano de tratamento de riscos que identifique a ação de gestão apropriada, os recursos, as responsabilidades e as prioridades para a gestão dos riscos de segurança.
A falta de rotina de substituição periódica e a destruição de um equipamento, ocasionada pela inexistência dessa rotina, são consideradas ameaças no gerenciamento de risco e devem ser tratadas, após a identificação dos equipamentos de hardware possivelmente afetados, por meio da utilização de ações descritas na NBR ISO/IEC n.º 15.408.
Radiação, furto e fenômeno sísmico são, respectivamente, exemplos de vulnerabilidades dos tipos acidente, intencional e natural, e podem constar no gerenciamento e no tratamento de risco.
De forma semelhante a assinaturas digitais, o hash pode ser implementado utilizando-se técnicas criptográficas, por meio de pares de chaves relacionadas, em que a chave privada é aplicada para criar a assinatura ou o hash e a chave pública realiza a verificação dessa assinatura.
A Constituição Federal de 1988 prevê a ação do Estado como agente normativo e regulador da atividade econômica, atribuindo-lhe, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento.
Por meio da descentralização das atividades de regulação, as preferências, as prioridades e as condições locais moldam as abordagens e os objetivos regulatórios.
A centralização de atividades regulatórias em um único órgão regulador federal produz resultados equivalentes àqueles que seriam produzidos pela descentralização dessas mesmas atividades em órgãos reguladores estaduais, se forem altos os custos de transmissão e processamento das informações locais necessárias à definição de regras regionais diferenciadas.
De acordo com a concepção do orçamento-programa, as despesas autorizadas atendem a uma finalidade específica, e cada programa contém ações cuja realização viabiliza atingir os seus objetivos. Esse esquema se materializa com a fixação dos valores e das metas, e com a designação das respectivas unidades responsáveis.
Processo de reprimarização da economia brasileira pode ser caracterizado pelo aumento do valor agregado nas exportações do agronegócio e pelo aumento relativo das vendas de produtos intermediários para os países desenvolvidos.
De acordo com a última PNAD, mais da metade da população ocupada está na categoria dos empregados. Parcela considerável dos empregados, principalmente no setor privado, ainda não tem carteira assinada. É o que caracteriza a grande heterogeneidade do mercado de trabalho brasileiro. Relações informais e baixas remunerações precarizam o financiamento de um sistema embasado no modelo contributivo dependente da folha salarial.
A contribuição previdenciária sobre as remunerações dos trabalhadores tem caráter regressivo. Os encargos sociais das empresas são, em geral, repassados aos preços, como um tributo sobre o consumo; os encargos sociais dos trabalhadores, por outro lado, estão sujeitos a um teto de contribuição; quem recebe abaixo do teto paga proporcionalmente mais sobre sua renda.
Uma das características da estrutura tributária brasileira é a predominância dos tributos indiretos. Não obstante, considera-se menor o custo de cobrança dos tributos diretos, em razão de eles serem calculados e pagos pelo próprio contribuinte.
O ICMS, por constituir-se em um imposto sobre o consumo, é cobrado no destino. Essa característica estimula a sua utilização como mecanismo de atração, pelos estados, de novos empreendimentos. Desse modo, cada unidade federada se torna responsável por políticas econômicas, assumindo todos os ônus resultantes dos incentivos fiscais concedidos.