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Do início da década de 30 ao final da década de 50 do século passado, o apoio estatal foi fundamental para que os produtores nacionais enfrentassem a forte concorrência do cinema norte-americano.
Com produção que primava pela narrativa popular, ousando pouco em termos estéticos ou artísticos, a Atlântida, fundada no Rio de Janeiro em 1941, não contribuiu para a formação de um público para o cinema brasileiro, o que confirmou o domínio das produções de Hollywood no Brasil.
Observou-se, no país, um esforço para a superação do modelo cinematográfico imposto pela Vera Cruz, produtora paulista que primava pela qualidade e adotava, em termos estéticos, a ilusão do universalismo e a aparência do filme estrangeiro.
Após a Revolução de 1930, que resultou na mudança de uma oligarquia rural para uma oligarquia embasada nos setores urbanos da classe média, legitimou-se o desejo de atribuir estatuto de indústria cinematográfica ao cinema brasileiro.
Com a Política Nacional de Cultura, o INC foi extinto, aumentou-se o capital social da Embrafilme e alteraram-se suas atribuições e criou-se o Conselho Nacional de Cinema, responsável pela edição de normas relativas ao cinema e pela fiscalização dessa área.
As medidas adotadas pelo INC acabaram por forçar a produção cinematográfica brasileira, principalmente a marcada pelo nacionalismo, a entrar em contato com empresas distribuidoras estrangeiras, o que acabou por fomentar o mercado de cinema.
Com a implantação do INC, o bloco nacionalista e cinema-novista, cuja produção atingia então o auge, recebeu apoio e benefícios para dar continuidade ao seu projeto.
Na década de 80 do século XX, a partir da abertura política e da articulação de um governo civil, que incluiu o movimento Diretas Já, houve uma retomada do cinema brasileiro, com a revelação de novos talentos para o exercício autoral. Nesse período, o cinema ainda se beneficiou do avanço tecnológico advindo da expansão da televisão.
Em documentos do padrão ofício, o número da página deve constar a partir da segunda página.
O trecho “seja natural, seja artificial” (l.6) poderia ser substituído por ora natural, ora artificial, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto.
Sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto, a expressão “às frases de efeito” (l.2) poderia ser substituída por a frases de efeito.
Se existe informação assimétrica entre o principal e o agente, o principal terá que pagar um salário médio mais elevado ao agente que é avesso ao risco.
harmonizar as políticas públicas e os aspectos legislativos do setor.
fomentar diretamente a produção cinematográfica e audiovisual nos países do bloco.
Conforme a doutrina denominada exceção cultural, ainda que tenham natureza particular, os bens e serviços culturais são classificados pelos seus aspectos comerciais.
Aquele que oferece uma obra sob uma licença Creative Commons cede parte dos direitos autorais dessa obra, determinando as condições da cessão e disponibilizando a parte cedida a qualquer pessoa que se interesse.
Essa medida provisória instituiu a contribuição para o desenvolvimento da indústria cinematográfica e fixou categorias de filmes com o objetivo de taxar a importação.
No início da década de 30 do século XX, os produtores da indústria cinematográfica estavam conscientes da necessidade de fazer frente à indústria do cinema estrangeiro, mas, ao contrário do que ocorria com outras indústrias que enfrentavam o mesmo problema da concorrência estrangeira, não haviam conseguido equacionar o problema.
The long White House service of an African-American butler
Cecil Ganes (Forest Whitaker) is used as a prism through
which we view the development of the civil-rights movement.
As the liveried Cecil, silent and dignified, serves sandwiches
and coffee and exchanges courtesies with a variety of chief
executives, Cecil’s son, Louis (David Oyelowo), becomes a
militant and manages to hit every highlight, including the
Freedom Rides in 1961, and Martin Luther King’s motel room
on the day that he’s shot. The movie’s right-mindedness is
relieved now and then by scenes at Cecil’s house, where his
wife, Gloria (Oprah Winfrey), grows restive and resentful,
drinks and dallies with a neighbor.
Elysium
The title of Neil Blomkamp’s new film, set in the year 2154,
refers to a space station: a haven for the wealthy, spinning just
beyond the limits of our polluted planet. Our hero is Max (Matt
Damon), who, like the majority of humans, toils and sweats on
Earth, where the cops are intemperate robots. After an accident
at work, he takes on a reckless task, assailing an evil billionaire
(William Fichtner) and winding up on a shuttle to Elysium,
hell-bent on reaching this artificial heaven and obtaining
justice. Rather than viewing a future world from a distance and
admiring its digital enhancements, we feel thrust into the thick
of it with such immediacy and sensory impact that, like most of
its inhabitants, we can only dream of escape.
Enough Said
This mild romantic comedy has an up-front twist that’s beside
the point. Eva (Julia Louis-Dreyfus), a California divorcée who
works as a masseuse, goes to a party and meets Marianne
(Catherine Keener), a poet who becomes a client and a friend,
and Albert (James Gandolfini), a TV historian, who soon
becomes Eva’s boyfriend – and who turns out to be Marianne’s
ex-husband. Much else is beside the point, too, such as Eva’s
trivial conflicts with her daughter, Ellen (Tracey Fairaway),
who’s about to leave home for college, as is Albert and
Marianne’s daughter, Tess (Eve Hewson).
The New Yorker. September 23, 2013, p. 22 (adapted).
In The Butler, Oprah Winfrey plays the role of the main character’s drunk and unfaithful wife.
The long White House service of an African-American butler
Cecil Ganes (Forest Whitaker) is used as a prism through
which we view the development of the civil-rights movement.
As the liveried Cecil, silent and dignified, serves sandwiches
and coffee and exchanges courtesies with a variety of chief
executives, Cecil’s son, Louis (David Oyelowo), becomes a
militant and manages to hit every highlight, including the
Freedom Rides in 1961, and Martin Luther King’s motel room
on the day that he’s shot. The movie’s right-mindedness is
relieved now and then by scenes at Cecil’s house, where his
wife, Gloria (Oprah Winfrey), grows restive and resentful,
drinks and dallies with a neighbor.
Elysium
The title of Neil Blomkamp’s new film, set in the year 2154,
refers to a space station: a haven for the wealthy, spinning just
beyond the limits of our polluted planet. Our hero is Max (Matt
Damon), who, like the majority of humans, toils and sweats on
Earth, where the cops are intemperate robots. After an accident
at work, he takes on a reckless task, assailing an evil billionaire
(William Fichtner) and winding up on a shuttle to Elysium,
hell-bent on reaching this artificial heaven and obtaining
justice. Rather than viewing a future world from a distance and
admiring its digital enhancements, we feel thrust into the thick
of it with such immediacy and sensory impact that, like most of
its inhabitants, we can only dream of escape.
Enough Said
This mild romantic comedy has an up-front twist that’s beside
the point. Eva (Julia Louis-Dreyfus), a California divorcée who
works as a masseuse, goes to a party and meets Marianne
(Catherine Keener), a poet who becomes a client and a friend,
and Albert (James Gandolfini), a TV historian, who soon
becomes Eva’s boyfriend – and who turns out to be Marianne’s
ex-husband. Much else is beside the point, too, such as Eva’s
trivial conflicts with her daughter, Ellen (Tracey Fairaway),
who’s about to leave home for college, as is Albert and
Marianne’s daughter, Tess (Eve Hewson).
The New Yorker. September 23, 2013, p. 22 (adapted).
In one of the films, the main theme is a man/woman relationship.