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Q3202384 Biomedicina - Análises Clínicas
A fotometria estuda a medição de grandezas relativas a vários aspectos da luz, inclusive a sua absorção, de forma que a concentração de um determinado analito seja proporcional à quantidade de luz absorvida (Motta, 2009). Importantes analitos como a glicose e a hemoglobina podem ser dosados por meio de fotometria, associado a um espectrofotômetro. Em relação ao método de dosagem de glicose e hemoglobina por espectrofotometria,
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Q3202379 Saúde Pública
A promoção da saúde vem sendo discutida desde o processo de redemocratização do Brasil, durante e a 8ª Conferência Nacional de Saúde se constituiu como o grande marco da luta pela universalização do sistema de saúde e pela implantação de políticas públicas em defesa da vida, tornando a saúde um direito social irrevogável, como os demais direitos humanos e de cidadania. Para se operar a política de saúde, incluindo a de promoção da saúde, é necessária a consolidação de práticas voltadas para indivíduos e coletividades. A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) tem como temas transversais para a adoção de estratégias prioritárias:
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Q3202377 Saúde Pública
As Redes de Atenção à Saúde (RAS) são os trajetos percorridos para acesso aos diferentes pontos dos serviços de saúde. Esses trajetos existem com o objetivo de coordenar o cuidado e o acesso dos usuários nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, busca garantir que estes, ao apresentarem determinada condição de saúde, estejam em um ponto de cuidado adequado à sua necessidade. Diante dos princípios do SUS, foram estabelecidas redes temáticas que atendam às demandas populacionais recorrentes e prioritárias. Entre elas, a
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Q3202376 Saúde Pública

Leia o texto a seguir.


O princípio da universalidade nos impulsiona a construir o acesso para todos, o da equidade nos exige pactuar com todos o que cada um necessita, mas a integralidade nos desafia a saber e fazer o ‘quê’ e ‘como’ pode ser realizado em saúde para responder universalmente às necessidades de cada um.


PINHEIRO, Roseni. MATTOS, Rubem Araújo de (orgs.). Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: IMS/UERJ – CEPESC – ABRASCO, 2006. 180p. ISBN 85-89737-34-9.

A integralidade é tida como um desafio permanente, pois a

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Q3202372 Noções de Informática

Leia o texto a seguir.


Letramento digital: a educação como estratégia de combate à desinformação 


"Big Data", "fake news" e desinformação são expressões amplamente discutidas nos últimos anos, em que a questão se tornou mais evidente e necessária por conta do avanço da tecnologia e da facilidade de acesso à informação. Cada vez mais pessoas estão expostas a uma quantidade enorme de dados - o que pode se tornar um problema quando essas informações são falsas ou distorcidas.

Nesse contexto, a importância do letramento digital se torna fundamental para que as pessoas saibam identificar e combater a desinformação. Mas é importante lembrar-se sempre de que, apesar de não ser um fenômeno recente, a desinformação, com a disseminação das fake news através da internet e das redes sociais, ganhou uma proporção ainda maior. Em campanhas eleitorais, por exemplo, o uso de notícias falsas e informações distorcidas pode influenciar o resultado do pleito, manipulando a opinião pública. Essas táticas têm sido muito utilizadas, pois é mais fácil disseminar informações falsas do que corrigi-las.

É nesse contexto que o letramento digital se mostra essencial. O termo "letramento" refere-se à capacidade de entender, interpretar e utilizar informações escritas. No caso do letramento digital, a ideia é capacitar as pessoas a compreender e utilizar as tecnologias digitais de forma crítica e reflexiva, especialmente no que diz respeito à verificação e identificação de informações falsas.

O letramento digital pode ocorrer através da educação, desde a infância, com a inclusão de disciplinas específicas ou a organização de seminários e palestras para ensinar os menores a usar a internet de forma segura e responsável. Essas disciplinas podem abordar desde o funcionamento básico do sistema de buscas até a importância de checar a veracidade das informações antes de compartilhá-las. Além disso, é importante ensinar aos alunos sobre a importância de fontes confiáveis e como reconhecê-las. Relevante lembrar que, embora seja interessante criar na nova geração esse senso de responsabilidade com a informação, o letramento digital não só pode como deve continuar ao longo da vida.


Disponível em:

<https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/letramento-digital-a-educacao-como-estrategia-de-combate-a-desinformacao,66280cbdb3170bc9d5a2f3452d460001n1csnfqn.html>.Acesso em: 16 ago. 2024. [Adaptado].

O texto acima destaca a importância de desenvolver habilidades de letramento digital, incluindo ensinar “[…] o funcionamento básico do sistema de buscas”. Além disso, é importante saber realizar buscas de forma eficiente em mecanismos disseminados como o Google. Caso alguém queira apurar a origem de uma notícia publicada em alguma plataforma de mídia digital, para pesquisar uma correspondência exata do título ou trecho de uma notícia qualquer no Google, deve-se inserir aquele trecho de texto na busca

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Q3202371 Noções de Informática
No Google Chrome Versão 127.0.6533.119, assumindo que o símbolo de soma denota combinação de teclas, a combinação de teclas usada para navegar entre as guias (ou abas) do navegador, sem usar o cursor, é
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Q3202370 Noções de Informática
No Windows 10, considere um diretório com 10 arquivos. Para selecionar um subconjunto contíguo desses arquivos, por exemplo, os arquivos de 3 a 7, com apenas dois cliques, é necessário manter pressionada (durante os cliques) a tecla
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Q3202369 Noções de Informática
Considere uma planilha do LibreOffice Calc Versão 24.2.2.2. As células A1 a A4 estão populadas respectivamente com os seguintes valores: 18, 15, 43, 27. A célula A5 possui o valor 146. A fórmula que dá origem a esse valor é 
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Q3202368 História e Geografia de Estados e Municípios
O perfil social do município de Jussara, segundo dados do IBGE de 2010, apresentou a autodeclaração dos habitantes das áreas rurais e urbanas sobre a sua identidade étnicoracial, incluindo cinco categorias: branca, preta, parda, indígena ou amarela (pessoas com ascendência ou origem asiática). Naquele ano, a maioria da população se autodeclarou
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Q3202367 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o trecho a seguir.


Em 2023, 8,7% das pessoas de 10 anos ou mais de idade no estado [de Goiás] referiram ter utilizado internet através do acesso gratuito em escola/universidade pública ou biblioteca pública, contra 7,5% referido em 2022. O mesmo percentual (8,7%) disse utilizar a internet através do acesso gratuito em posto de saúde, hospital público ou outra unidade de saúde pública; [...] em 2022, apenas 4,3% relataram esse acesso.


Disponível em:

<https://www.dmanapolis.com.br/noticia/61885/pesquisa-aponta-goias-como-o-estado-com-o-maior-percentual-de-pessoas-com-10-anos-ou-mais-que-utilizam-internet>.Acesso em: 13 set. 2024.

Nesse contexto, o avanço mais significativo, que passou de 3,6%, em 2022, para 8,6%, em 2023, foi no acesso gratuito à internet em

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Q3202366 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o texto a seguir.


A produção de ouro em Goiás foi subindo de modo gradativo desde o descobrimento das primeiras minas até o ano de 1753, ano mais elevado, com uma produção estimada de 3.000 kg. Após esse período começou a decair lentamente até 1778, resultando num total de 1.000 kg, em decorrência das formas de extração existentes na época. Depois de 1750, muito embora os preços já começassem a diminuir, o rendimento do escravo tinha decaído e a mineração podia ser já um empreendimento bastante arriscado.


Disponível em:

<https://www.agbbauru.org.br/publicacoes/revista/anoXXIII_2/agb_xxiii_2_web/>.Acesso em: 8 set. 2024.

A maior concentração aurífera goiana esteve localizada, nesse período, em torno dos Pireneus e 

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Q3202365 História e Geografia de Estados e Municípios
Conforme o Censo do IBGE de 2022, no contexto do território goiano, a Região Metropolitana de Goiânia (RMG) concentra as maiores aglomerações populacionais, juntamente com a região
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Q3202364 História e Geografia de Estados e Municípios
Esse rio é uma estrada fluida natural e constituiu uma via de entrada para o sertão de Goiás. Na condição de caminho, trouxe os primeiros colonizadores, que encontraram, em suas margens, os povos que viviam agrupados em aldeias: Caiapó, Karajá, Javaé, Chambioá e outros. A descrição apresentada se refere ao rio
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Q3202353 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios


Por Luna D’Alama

Início

Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.

Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.


Inspiração

Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.


Investimentos

A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.


Otimismo

Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.



Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

No trecho “Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas”, a relação sintáticosemântica estabelecida entre as orações é de 
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Q3202352 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios


Por Luna D’Alama

Início

Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.

Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.


Inspiração

Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.


Investimentos

A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.


Otimismo

Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.



Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

No trecho “A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos”, ao fazer uso de “a gente”, Rebeca visa
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Q3202351 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios


Por Luna D’Alama

Início

Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.

Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.


Inspiração

Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.


Investimentos

A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.


Otimismo

Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.



Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

Ao longo do texto, há o uso do sinal gráfico denominado de colchete. Nesse texto relativo ao depoimento de Rebeca Andrade, a utilização dos colchetes indica

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Q3202350 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios


Por Luna D’Alama

Início

Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.

Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.


Inspiração

Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.


Investimentos

A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.


Otimismo

Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.



Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

No depoimento, Rebeca Andrade defende que 
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Q3202347 Português

Leia o Texto 2 para responder a questão.


Texto 2


Odisseia espacial 2024: não apenas para astronautas


2023 foi um ano único para o Espaço, com os Starlinks ganhando destaque no uso militar e o ISRO da Índia colocando o Chandrayaan 3 no Polo Sul da Lua. O espaço não é mais apenas para astronautas, privilegiados ou apenas para homens; é a nova fronteira para o comércio. EUA e China estão em um confronto cósmico, com serviços como imagens de satélite se tornando tão comuns quanto seu café da manhã. Esqueça “o céu é o limite” – em 2024, o céu é apenas o começo. A paisagem espacial está pronta para uma transformação dramática à medida que tecnologias emergentes convergem para revolucionar o comércio espacial. Serviços de satélite, exploração espacial e atividades em órbita se tornarão comuns, impulsionados por uma fusão de cooperação internacional e competição estratégica. E não esqueçamos, que em 2024 podemos ter Lauren Sanchez, parceira de Jeff Bezos, liderando uma tripulação totalmente feminina em um voo espacial, a bordo do foguete New Shepard, da Blue Origin.


Disponível em: <https://www.somosicev.com/blogs/page/2/> . Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

O trecho “em 2024 podemos ter Lauren Sanchez, parceira de Jeff Bezos, liderando uma tripulação totalmente feminina em um voo espacial” funciona no texto como um recurso 
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Q3202346 Português

Leia o Texto 2 para responder a questão.


Texto 2


Odisseia espacial 2024: não apenas para astronautas


2023 foi um ano único para o Espaço, com os Starlinks ganhando destaque no uso militar e o ISRO da Índia colocando o Chandrayaan 3 no Polo Sul da Lua. O espaço não é mais apenas para astronautas, privilegiados ou apenas para homens; é a nova fronteira para o comércio. EUA e China estão em um confronto cósmico, com serviços como imagens de satélite se tornando tão comuns quanto seu café da manhã. Esqueça “o céu é o limite” – em 2024, o céu é apenas o começo. A paisagem espacial está pronta para uma transformação dramática à medida que tecnologias emergentes convergem para revolucionar o comércio espacial. Serviços de satélite, exploração espacial e atividades em órbita se tornarão comuns, impulsionados por uma fusão de cooperação internacional e competição estratégica. E não esqueçamos, que em 2024 podemos ter Lauren Sanchez, parceira de Jeff Bezos, liderando uma tripulação totalmente feminina em um voo espacial, a bordo do foguete New Shepard, da Blue Origin.


Disponível em: <https://www.somosicev.com/blogs/page/2/> . Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

Qual é a tese defendida nesse texto?
Alternativas
Respostas
221: B
222: B
223: A
224: C
225: B
226: B
227: C
228: D
229: A
230: B
231: B
232: C
233: A
234: D
235: B
236: A
237: C
238: D
239: A
240: C