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No dia 15 de maio de 2025, um bebê diagnosticado com uma rara doença genética foi tratado com sucesso por meio de uma terapia de edição gênica personalizada. O tratamento inovador foi conduzido por uma equipe do hospital infantil da Filadélfia nos Estados Unidos. O bebê KJ nasceu com deficiência de CPS1 (carbamoil fosfato sintetase 1), um grave distúrbio metabólico que impede o corpo de processar amônia. KJ recebeu três doses da terapia experimental, sem efeitos secundários graves, e já tolera melhor as proteínas na dieta, contudo, há necessidade de acompanhamento a longo prazo. O caso representa uma esperança para o desenvolvimento de tratamentos para doenças raras sem opções terapêuticas. No entanto, a discussão dos limites éticos reaviva os debates sobre experimentos com embriões humanos e a criação de bebês sob medida.
Um professor de Biologia apresentou o caso do bebê KJ e a terapia CRISPR para sua turma como uma problematização. Após isso, pediu aos estudantes que levantassem hipóteses sobre o tema, enfatizando os avanços na edição genética, que não se limitam à correção de doenças, mas abrem precedentes para dilemas bioéticos. Com essas hipóteses, organizou um debate entre os estudantes.
No dia 15 de maio de 2025, um bebê diagnosticado com uma rara doença genética foi tratado com sucesso por meio de uma terapia de edição gênica personalizada. O tratamento inovador foi conduzido por uma equipe do hospital infantil da Filadélfia nos Estados Unidos. O bebê KJ nasceu com deficiência de CPS1 (carbamoil fosfato sintetase 1), um grave distúrbio metabólico que impede o corpo de processar amônia. KJ recebeu três doses da terapia experimental, sem efeitos secundários graves, e já tolera melhor as proteínas na dieta, contudo, há necessidade de acompanhamento a longo prazo. O caso representa uma esperança para o desenvolvimento de tratamentos para doenças raras sem opções terapêuticas. No entanto, a discussão dos limites éticos reaviva os debates sobre experimentos com embriões humanos e a criação de bebês sob medida.
Um professor de Biologia apresentou o caso do bebê KJ e a terapia CRISPR para sua turma como uma problematização. Após isso, pediu aos estudantes que levantassem hipóteses sobre o tema, enfatizando os avanços na edição genética, que não se limitam à correção de doenças, mas abrem precedentes para dilemas bioéticos. Com essas hipóteses, organizou um debate entre os estudantes.
No dia 15 de maio de 2025, um bebê diagnosticado com uma rara doença genética foi tratado com sucesso por meio de uma terapia de edição gênica personalizada. O tratamento inovador foi conduzido por uma equipe do hospital infantil da Filadélfia nos Estados Unidos. O bebê KJ nasceu com deficiência de CPS1 (carbamoil fosfato sintetase 1), um grave distúrbio metabólico que impede o corpo de processar amônia. KJ recebeu três doses da terapia experimental, sem efeitos secundários graves, e já tolera melhor as proteínas na dieta, contudo, há necessidade de acompanhamento a longo prazo. O caso representa uma esperança para o desenvolvimento de tratamentos para doenças raras sem opções terapêuticas. No entanto, a discussão dos limites éticos reaviva os debates sobre experimentos com embriões humanos e a criação de bebês sob medida.
Um professor de Biologia apresentou o caso do bebê KJ e a terapia CRISPR para sua turma como uma problematização. Após isso, pediu aos estudantes que levantassem hipóteses sobre o tema, enfatizando os avanços na edição genética, que não se limitam à correção de doenças, mas abrem precedentes para dilemas bioéticos. Com essas hipóteses, organizou um debate entre os estudantes.
Cenário 1: a equipe de saúde de uma escola identificou aumento no número de estudantes com sintomas, como diarreia intensa, febre, vômitos e dores abdominais. Após uma investigação, foi constatado que grande parte desses estudantes vive em uma comunidade com saneamento básico precário e acesso limitado à água tratada.
Cenário 2: em um parque urbano, crianças brincavam regularmente em uma caixa de areia onde também era comum a presença de gatos soltos. Alguns desses animais utilizavam o local como sanitário. Após algumas semanas, várias crianças apresentaram sintomas, como dor nos olhos, visão turva e sensibilidade à luz.
Cenário 3: em uma região de floresta nativa, a construção de um grande empreendimento ocasionou o desmatamento de uma extensa área. Poucas semanas após o início das obras, vários trabalhadores apresentaram feridas na pele de difícil cicatrização, febre e inchaço nos gânglios linfáticos.
Após a apresentação dos cenários e com base nas evidências descritas, a professora solicitou aos estudantes que levantassem hipóteses sobre as possíveis doenças em cada cenário e realizou uma dinâmica na qual os estudantes apresentaram suas conclusões.
Qual alternativa relaciona corretamente os cenários com as doenças?
Para atender aos objetivos do diálogo de saberes, a professora constrói um contexto capaz de promover o aprendizado quando propõe
Para uma abordagem de ensino que valorize o conhecimento tradicional desses estudantes, a aula deve ser
Qual alternativa representa a forma de promover o diálogo entre os conhecimentos ecológicos tradicionais e os acadêmicos nos processos de ensino e de aprendizagem sobre o tema?
Qual alternativa descreve uma dinâmica adequada para o ensino de Zoologia, considerando o conteúdo, o recurso tecnológico e a metodologia/abordagem de ensino?
Uma abordagem pedagógica que aplique o Modelo dos Perfis Conceituais ao ensino de Evolução Biológica permite que os estudantes