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Q2431553 História e Geografia de Estados e Municípios

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Tombado em 1985 como Patrimônio Histórico do Município, o prédio que abriga a Oficina Cultural foi construído em 1929 para ser a residência do Coronel Clarimundo Fonseca Carneiro, um dos fundadores da Companhia Prada de Eletricidade.

Disponível em: https:/Awww.uberlandia.mg.gov.br/prefeitura/

secretarias/cultura-e-turismo/oficina-cultural/.

Acesso em: 28 out. 2022.

A Oficina Cultural é hoje um dos principais espaços utilizados pelos artistas locais em Uberlândia. Portanto, a medida descrita na reportagem é de extrema importância, significando que esse bem deve

Alternativas
Q2431552 Atualidades

Estado abre participação na COP27 e destaca

iniciativas para enfrentamento da crise climática

Evento é promovido na cidade de Sharm el-Sheikn,

no Egito. COP27 tem programação até 18/11

O Governo de Minas fez a sua primeira participação, nesta segunda-feira (7/11), na 27º Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022 (COP27), em andamento na cidade de Sharm el-Sheikh, no Egito. Na ocasião, a secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Marília Melo, fez parte de uma roda de conversa sobre medidas para governos locais e autoridades ambientais enfrentarem a crise climática. [...] Os dados mostram que, em relação à sensibilidade, cerca de 68% dos municípios mineiros têm sensibilidade alta ao clima, sendo 5% com sensibilidade muito alta. [...] medida enfatizada pela secretária foi o Clima na Prática, instrumento desenvolvido em 2020 para apoiar a concepção e criação de políticas públicas, planos e ações locais de combate às mudanças climáticas.

Disponível em: https://Iwww.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/

estado-abre-participacao-na-cop2'7-e-destaca-iniciativas-para

enfrentamento-da-crise-climatica. Acesso em: 7 nov. 2022.

Sobre a participação mineira na tradicional Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), conforme destacado no trecho da reportagem, é correto afirmar:

Alternativas
Q2431551 Atualidades

De acordo com o IBGE, a cidade, em 2010, registrou 330.564 fiéis da religião Católica Apostólica Romana, o que representa a porcentagem de 54,7% da população uberlandense. A religião Evangélica somou, na época, 154.411 fiéis, ou seja, 25,2% dos cidadãos de Uberlândia. Foram registradas 50.640 pessoas sem religião (8,4%), 44.817 espíritas (7,4%), 7.136 testemunhas de Jeová (1,2%). As demais religiões praticadas na cidade, juntas, somaram 18.443 pessoas, o que representa 3,1% da população de Uberlândia.

Disponível em: https:/Awww.camarauberlandia.mg.gov.br/ institucional/conheca-uberlandia. Acesso em: 25 out. 2022.

Um dos fatores históricos que justificam esse percentual da religião com maior número de adeptos declarados na cidade de Uberlândia, proporção similar ao da maioria dos munícipios do país, está apresentado corretamente na

Alternativas
Q2431550 História e Geografia de Estados e Municípios

[...] foi João Pereira da Rocha, que se instalou na fazenda São Francisco, em 1818, o primeiro entrante a fixar residência nesta região, juntamente com seus escravos e familiares. Já em 1835, um quarteto vindo de Santana do Jacaré, região do sul de Minas Gerais, resolveu se fixar nas novas terras; eram os irmãos Carrejo: Luiz, Francisco, Antônio e Felisberto. O pioneiro João Pereira da Rocha vendeu parte de suas terras para esta fraternidade, que deu origem, respectivamente, às fazendas que perduram na zona rural do município até hoje: Olhos D'Água, Lage, Marimbondo e Tenda.

Disponível em: https:/Awww.uberlandia.mg.gov.br/2022/08/01/

uberlandia-1 34-anos-passado-e-presente-da-capital-do-triangulo-mineiro/. Acesso em: 30 out. 2022.

O texto apresenta informações sobre a história da criação do município mineiro de Uberlândia, destacando seus povoadores pioneiros.

Considerando o contexto apresentado, essas ocupações podem ser relacionadas ao

Alternativas
Q2431542 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto Il a seguir para responder às questões de 3 a 10.

TEXTO II

Esporte para sair de casa

Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência. Especialistas analisam benefícios

O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.

O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.

“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.

O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.

Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D'eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.

De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.

Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.

Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”

Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).

Acesso em: 5 nov. 2022.

Entre as palavras ou locuções destacadas a seguir, uma não está de acordo com a norma-padrão.

|. “traumatismo crânio-encefálico

Il. “vice-presidente da Associação”

Il. “e veem que têm mais condições”

IV. “efeitos da ressocialização

Assinale a alternativa que corrige adequadamente a palavra ou locução incorreta.

Alternativas
Q2431541 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto Il a seguir para responder às questões de 3 a 10.

TEXTO II

Esporte para sair de casa

Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência. Especialistas analisam benefícios

O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.

O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.

“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.

O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.

Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D'eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.

De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.

Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.

Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”

Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).

Acesso em: 5 nov. 2022.

São recursos linguísticos presentes no texto Il, exceto:

Alternativas
Q2431540 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto Il a seguir para responder às questões de 3 a 10.

TEXTO II

Esporte para sair de casa

Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência. Especialistas analisam benefícios

O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.

O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.

“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.

O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.

Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D'eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.

De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.

Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.

Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”

Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).

Acesso em: 5 nov. 2022.

De acordo com o texto Il, analise as afirmativas a seguir.

I. Muitas famílias se beneficiam da inclusão das PcDs no esporte, inclusive em sua constituição.

II. A falta de acesso aos locais de treino pode ser um dos entraves na prática esportiva para as PcDs.

III. Uma das dificuldades de os PcDs praticarem esporte é a falta de locais de treino adequados no país.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2431539 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto Il a seguir para responder às questões de 3 a 10.

TEXTO II

Esporte para sair de casa

Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência. Especialistas analisam benefícios

O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.

O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.

“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.

O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.

Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D'eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.

De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.

Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.

Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”

Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).

Acesso em: 5 nov. 2022.

De acordo com o texto Il, analise as afirmativas a seguir.

|. As deficiências, sejam elas de nascimento ou adquiridas, físicas ou sensoriais, podem levar as PcDs à depressão e ao isolamento social.

II. Ainda existem muitas dificuldades para os atletas que disputam as paraolimpíadas, como o preconceito e a falta de apoio.

III. A principal vantagem da prática esportiva para PcDs é sair de casa, pois isso abre possibilidades de ressocialização.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2431537 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto Il a seguir para responder às questões de 3 a 10.

TEXTO II

Esporte para sair de casa

Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência. Especialistas analisam benefícios

O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.

O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.

“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.

O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.

Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D'eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.

De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.

Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.

Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”

Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).

Acesso em: 5 nov. 2022.

De acordo com o texto Il, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2196079 Educação Física
No handebol, as equipes mudam de lado de quadra
Alternativas
Q2196078 Educação Física
Um pênalti é marcado no futsal para toda falta, sancionada com tiro livre direto, cometida dentro da área de penal ou na linha de meta (dentro da área de meta), quando a bola estiver em jogo.
Analise as afirmativas a seguir sobre o correto procedimento de bater o pênalti no futsal e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
(   ) No momento do chute, o goleiro defensor deve ter pelo menos parte de um dos pés em contato direto ou sobre a linha do gol.
(   ) O executor do tiro penal pode tocar na bola por até duas vezes consecutivas, enquanto ela não tenha sido tocada por outro jogador de defesa.
(   ) Durante a cobrança do pênalti é permitido uma barreira de até quatro jogadores de defesa, orientados em seu posicionamento pelo goleiro.
(   ) O executor do tiro penal deve chutar com o pé e para frente, sendo permitido chutar de calcanhar e, durante o jogo, fazer um passe a um companheiro, desde que a bola seja chutada para frente.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2196077 Educação Física
Na base do treinamento desportivo fundamentado pela fisiologia, verifica-se que qualquer influência sobre o organismo humano provoca reações e, consequentemente, uma adaptação. A influência da carga sobre o organismo não se restringe ao tempo de execução do exercício de treinamento, mas abrange também o período de descanso após o trabalho.
Analise as afirmativas a seguir sobre a adaptação a longo prazo do organismo do atleta ao processo de treinamento com carga.
I. Acúmulo de elementos estruturais dos órgãos e dos tecidos que asseguram o crescimento de suas reservas funcionais, tais como o aumento do volume de massa muscular e o crescimento do consumo máximo de oxigênio.
II. Aperfeiçoamento dos mecanismos reguladores que asseguram a atividade de diversos componentes do sistema funcional do organismo.
III. Adaptação psicológica às particularidades da atividade competitiva, aos meios de influência de treinamento e às condições do treinamento em competição.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2196076 Educação Física
Quando uma pessoa inicia um programa regular de atividades físicas, há uma forte tendência de ocorrer melhoras nos valores de sua aptidão física, assim como de sua saúde. O professor, ao prescrever atividades físicas e esportivas, objetiva provocar alterações na aptidão física e na saúde do aluno.
Entende-se por aptidão física
Alternativas
Q2196075 Educação Física
O esqueleto do membro superior é dotado de maior amplitude de movimentos por desenvolver determinadas atividades de trabalho; de outro lado, os ossos do membro inferior são mais fortes por sustentar o peso do corpo. Os membros estão unidos ao corpo mediante um sistema ósseo que toma o nome de cintura ou de cinta. A cintura superior se chama cintura torácica ou escapular; a inferior se chama cintura pélvica.
Em relação à clavícula, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2196074 Educação Física
No atletismo, o salto em altura consiste em uma sequência de movimentos cujo objetivo é a transposição de um obstáculo vertical. A força da gravidade é vencida por uma poderosa impulsão, que lança o saltador em voo sobre o obstáculo.
Durante a prova do salto em altura
Alternativas
Q2196073 Educação Física
O basquete é um esporte muito dinâmico, que estimula a pensar de forma rápida e intuitiva, desenvolvendo habilidades cognitivas, coordenativas, motoras e sociais dos alunos. Respeitar as regras é fundamental para usufruir dos benefícios da modalidade.
Durante uma aula prática do jogo coletivo, após a bola sair pela lateral, o professor de Educação Física ensina aos seus alunos que
Alternativas
Q2196072 Educação Física
Todo movimento humano é consequência da geração de força por músculos que estão inseridos em ossos movimentados por articulações, constituindo as alavancas anatômicas ou bioalavancas. Toda alavanca é constituída por três elementos que atuam na execução de um movimento ou mesmo na manutenção de um estado de equilíbrio.
Tais elementos são denominados
Alternativas
Q2196071 Educação Física
A natação é executada segundo objetivos diversos, como o prazer e os seus benefícios. Muitas pessoas a buscam como ocupação do tempo livre, por ser uma atividade que proporciona bom desenvolvimento das capacidades físicas e atenuação do estresse, enquanto outros almejam a competição e o alto rendimento. A natação está estruturada, basicamente, por quatro estilos fundamentais: crawl, costas, peito e borboleta.
Acerca do nado peito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2196070 Educação Física
O voleibol é um dos esportes preferidos dos brasileiros, principalmente na faixa etária entre 12 e 17 anos de idade. Ter um time com treinos regulares, além das aulas de Educação Física, é algo comum. A modalidade movimenta as instituições de ensino durante a participação em torneios intercolegiais e educa atletas e torcedores sobre as regras do jogo.
Analise as afirmativas a seguir sobre as regras do bloqueio no voleibol.
I. Ao bloquear, o jogador pode colocar suas mãos e braços além da rede, desde que sua ação não interfira na jogada do adversário. Assim, não é permitido tocar a bola além da rede até o adversário executar um golpe de ataque.
II. Um contato de bloqueio não conta como um toque da equipe. Consequentemente, após o contato do bloqueio, a equipe tem direito a três toques para retornar à bola.

III. O primeiro toque após o bloqueio pode ser dado por qualquer jogador, inclusive aquele que tocou a bola no bloqueio.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2196069 Educação Física
A iniciação esportiva é a fase que a criança começa a aprender práticas esportivas de forma organizada e orientada. Compreender a fase que a criança se encontra é fundamental para a aplicação de atividades corretas e fundamentadas.
A fase universal, que abrange dos 6 aos 12 anos de idade,
Alternativas
Respostas
21: B
22: B
23: A
24: A
25: A
26: C
27: A
28: B
29: D
30: C
31: A
32: D
33: B
34: C
35: B
36: A
37: A
38: B
39: D
40: D