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Q3303083 Fisioterapia
Ao avaliar a história clínica de um paciente em tratamento de linfoma não Hodgkin, o fisioterapeuta ouviu o relato de que esse paciente sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), com comprometimento da artéria cerebral média. Esse paciente pode apresentar as seguintes características: 
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Q3303082 Fisioterapia
A Neuroplasticidade pode ser definida como a
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Q3303081 Fisioterapia
Paciente com linfedema, no membro superior direito, secundário a mastectomia de um câncer de mama. Para esse paciente, recomenda-se drenagem manual linfática, que é executada por meio de alguns procedimentos, entre eles: 
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Q3303080 Fisioterapia
As técnicas de inibição recíproca requerem posicionamentos especiais dos músculos para sua correta execução. Os músculos devem estar posicionados, inicialmente, em
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Q3303079 Fisioterapia
O reflexo de estiramento pode ser utilizado durante a realização de técnicas de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva – FNP. Há algumas situações em que seu uso não é indicado, como: 
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Q3303078 Fisioterapia
Se o fisioterapeuta deseja aumentar a resistência muscular, ele deve
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Q3303077 Fisioterapia
Um paciente, com fratura patológica de quadril devido à metástase óssea de um câncer hepático, foi submetido a uma artroplastia de quadril com uma prótese cimentada. No período de 24 horas após a cirurgia, o fisioterapeuta deve
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Q3303076 Fisioterapia
Sobre a estabilidade do tronco, é correto afirmar que
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Q3303075 Fisioterapia
Durante a avaliação de um raio X de quadril de um paciente com a coxa vara, o fisioterapeuta encontrou uma alteração em seu ângulo de inclinação. Este ângulo seria aproximadamente de 
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Q3303074 Fisioterapia
Que músculo exerce a função de controlar a artrocinemática da abdução na articulação glenoumeral no movimento de rodar externamente o úmero? 
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Q3303073 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Seventeen of 34 types of cancer have become more common in younger generations in the United States, the broadest study of its kind to date has found. The analysis, published in August 2024 in The Lancet Public Health, examined data from 23.7 million people born between 1920 and 1990 and diagnosed with cancer between 2000 and 2019. It found, for example, that people born in 1990 were 2.6 to 3.6 times more likely to develop cancers of the small intestine, kidney, and pancreas than those born in 1955, and 2.6 times more likely to develop endometrial cancer than someone born in 1930. The findings suggest people are increasingly being exposed to carcinogens during early life or young adulthood. However, younger birth cohorts were at the same or lower risk of death from most types of cancer than older ones.


(www.science.org. Agosto de 2024. Adaptado)
No trecho do texto – However, younger birth cohorts were at the same or lower risk... –, o termo destacado em negrito pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
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Q3303072 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Seventeen of 34 types of cancer have become more common in younger generations in the United States, the broadest study of its kind to date has found. The analysis, published in August 2024 in The Lancet Public Health, examined data from 23.7 million people born between 1920 and 1990 and diagnosed with cancer between 2000 and 2019. It found, for example, that people born in 1990 were 2.6 to 3.6 times more likely to develop cancers of the small intestine, kidney, and pancreas than those born in 1955, and 2.6 times more likely to develop endometrial cancer than someone born in 1930. The findings suggest people are increasingly being exposed to carcinogens during early life or young adulthood. However, younger birth cohorts were at the same or lower risk of death from most types of cancer than older ones.


(www.science.org. Agosto de 2024. Adaptado)
O estudo, publicado no periódico The Lancet Public Health, descobriu que
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Q3303071 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


     In a study of more than 100,000 people, researchers found that those with less healthy lifestyles were more likely to reduce their risk of colorectal cancer with regular aspirin use than those with healthier behaviors (JAMA Oncol 2024 Aug 1). Regular aspirin use was defined as two or more 325 mg tablets a week or a daily 81 mg dose; less healthy lifestyles were characterized by higher body mass index, smoking, greater alcohol consumption, less physical activity, and poorer diet. Those with the unhealthiest lifestyles had a 3.4% chance of developing colorectal cancer if they didn’t take aspirin regularly, whereas those who did had a 2.1% chance of developing the disease. In contrast, people with the healthiest lifestyles had a 1.5% chance of developing colorectal cancer if they took aspirin regularly and a 1.6% chance if they didn’t. This result suggests that physicians can pursue a nuanced approach when prescribing aspirin for disease prevention.


(https://aacrjournals.org. 26 de julho a 01 de agosto 2024. Adaptado) 
No trecho do texto – ... whereas those who did had a 2.1% chance of developing the disease... –, o termo destacado em negrito, no contexto, expressa
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Q3303070 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


     In a study of more than 100,000 people, researchers found that those with less healthy lifestyles were more likely to reduce their risk of colorectal cancer with regular aspirin use than those with healthier behaviors (JAMA Oncol 2024 Aug 1). Regular aspirin use was defined as two or more 325 mg tablets a week or a daily 81 mg dose; less healthy lifestyles were characterized by higher body mass index, smoking, greater alcohol consumption, less physical activity, and poorer diet. Those with the unhealthiest lifestyles had a 3.4% chance of developing colorectal cancer if they didn’t take aspirin regularly, whereas those who did had a 2.1% chance of developing the disease. In contrast, people with the healthiest lifestyles had a 1.5% chance of developing colorectal cancer if they took aspirin regularly and a 1.6% chance if they didn’t. This result suggests that physicians can pursue a nuanced approach when prescribing aspirin for disease prevention.


(https://aacrjournals.org. 26 de julho a 01 de agosto 2024. Adaptado) 
According to the study described in the text,
Alternativas
Q3303069 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


     In a study of more than 100,000 people, researchers found that those with less healthy lifestyles were more likely to reduce their risk of colorectal cancer with regular aspirin use than those with healthier behaviors (JAMA Oncol 2024 Aug 1). Regular aspirin use was defined as two or more 325 mg tablets a week or a daily 81 mg dose; less healthy lifestyles were characterized by higher body mass index, smoking, greater alcohol consumption, less physical activity, and poorer diet. Those with the unhealthiest lifestyles had a 3.4% chance of developing colorectal cancer if they didn’t take aspirin regularly, whereas those who did had a 2.1% chance of developing the disease. In contrast, people with the healthiest lifestyles had a 1.5% chance of developing colorectal cancer if they took aspirin regularly and a 1.6% chance if they didn’t. This result suggests that physicians can pursue a nuanced approach when prescribing aspirin for disease prevention.


(https://aacrjournals.org. 26 de julho a 01 de agosto 2024. Adaptado) 
The text is mainly about
Alternativas
Q3303068 Português
Leia o texto para responder à questão.


O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
O termo destacado em negrito expressa circunstância de tempo em:
Alternativas
Q3303067 Português
Leia o texto para responder à questão.


O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
A concordância verbal e a concordância nominal estão em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3303066 Português
Leia o texto para responder à questão.


O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que a reescrita de informações do texto atende à norma-padrão de pontuação e de regência verbal.
Alternativas
Q3303065 Português
Leia o texto para responder à questão.


O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
O editorial reconhece que é um desafio para o país manter
Alternativas
Q3303064 Português
Leia o texto para responder à questão.


O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
O editorial deixa claro que considera a notícia relativa ao relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde como
Alternativas
Respostas
401: C
402: B
403: B
404: C
405: B
406: B
407: E
408: D
409: E
410: E
411: B
412: E
413: A
414: D
415: C
416: E
417: A
418: C
419: B
420: D