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Sobre possíveis disfunções e/ou pseudodisfunções dos marcapassos cardíacos, relacione cada tipo à sua respectiva definição.
1. Oversensing.
2. Undersensing.
3. Perda de captura.
4. Batimentos de fusão.
5. Batimentos de pseudofusão.
( ) Incapacidade de reconhecimento da despolarização espontânea. Pode ocorrer por programação inadequada ou por modificações da captação do sinal intrínseco.
( ) Incapacidade do marcapasso em provocar despolarização tecidual (átrio ou ventrículo). Pode ocorrer por aumento do limiar de estimulação, disfunção do eletrodo, disfunção do gerador, e erro de programação.
( ) Identificação equivocada de um sinal elétrico que não corresponde à despolarização da câmara relacionada.
( ) Ativação artificial do tecido cardíaco de forma simultânea à despolarização espontânea, provocando complexos híbridos.
( ) Ativação espontânea do tecido cardíaco, simultânea à emissão de espícula que não tem efeito sobre o QRS ou a onda P.
Assinale a opção que mostra a relação correta, segundo a ordem apresentada.
Relacione os tipos de dissincronia cardíaca às suas respectivas definições.
1. Dissincronia interatrial.
2. Dissincronia atrioventricular.
3. Dissincronia interventricular.
4. Dissincronia intraventricular.
( ) Causada pelos diferentes bloqueios atrioventriculares, pode ser corrigida por meio de marcapassos de dupla câmara, contornando o atraso ou o bloqueio instalado no nó AV ou abaixo deste.
( ) Causada pelos bloqueios de ramo direito e esquerdo, sendo este último o mais relevante. O bloqueio de ramo esquerdo leva à contração tardia da parede lateral basal do ventrículo esquerdo (VE) quando a porção septal já se encontra no momento de relaxamento, tornando a sístole menos eficiente.
( ) Causada por atraso de condução pelo feixe de Bachmann.
( ) Causadas pelos bloqueios de ramos direito ou esquerdo. A condução normal por um dos ramos faz com que os ventrículos sejam ativados em tempos e velocidades diferentes, fazendo o fluxo pela aorta e a artéria pulmonar ocorrer de forma dissincrônica.
Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem apresentada.
As sequelas da fase aguda da febre reumática constituem relevante problema de saúde pública em diversas regiões do mundo e, no Brasil, não é diferente.
Para o caso clínico a seguir:
paciente homem, 23 anos, diagnóstico prévio de febre reumática com cardite, último surto há 3 anos, sem sequelas no momento, indique a melhor profilaxia secundária para febre reumática.
Paciente mulher, 68 anos, sem comorbidades conhecidas, vai à consulta em seu ambulatório com queixa de “cansaço” aos pequenos esforços. Ao exame, apresenta pulso parvus tardus, hipofonese de B2, sopro telessistólico, melhor auscultado em focos da base do coração, irradiando para o pescoço. Ausculta-se também componente de alta frequência que se irradia para o ápex cardíaco.
Ecocardiograma transtorácico em repouso demonstrava FEVE 77%; valva aórtica tricúspide, calcificada, com gradiente médio de 45 mmHg; velocidade máxima do jato aórtico de 4,0 m/s e área valvar aórtica de 0,4 cm². Euroscore II calculado em 2,0% e STS (Society of Thoracic Surgeons) de 1,26%.
Levando em consideração as últimas diretrizes e o que recomenda a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a conduta mais adequada para esse caso, seria
Homem, 55 anos, sem história de eventos cardiovasculares prévios, realiza exames a pedido do seu cardiologista. Apresenta placas ateroscleróticas não obstrutivas em angiotomografia de coronárias e Ultrassonografia com Doppler de carótidas com presença de placa (< 50% de obstrução).
O risco cardiovascular, a meta de colesterol LDL e o hipolipemiante a ser utilizado nesse paciente, são, respectivamente,
Relacione os variados tipos de Bloqueios Átrioventriculares (BAVs) às suas respectivas definições.
1. BAV 1º grau
2. BAV 2º grau Mobitz tipo I
3. BAV 2º grau Mobitz tipo II
4. BAV completo
( ) O intervalo PR é constante, com a mesma duração, antes e depois da onda P bloqueada.
( ) Caracteriza-se por prolongamento do intervalo PR (> 0,20 s), mas toda onda P é conduzida. Tem relação 1:1 para o QRS.
( ) Ausência de onda P conduzida. Sem relação entre onda P e o QRS (dissociação atrioventricular). Frequência atrial é maior do que a ventricular.
( ) Aumento do intervalo PR progressivamente, até que uma onda P é bloqueada. Apresenta o fenômeno de Wenchebach.
Assinale a opção que indica, segundo a ordem apresentada, a relação correta.
Cerca de 15 minutos após a realização de um bloqueio de tranverso abdominal (TAP block) para analgesia pós-operatória, o paciente (ASA P1) se queixa de sonolência e confusão mental na RPA. PA = 110x60mmHg; FC = 54 bpm; ECG revela extrassistolias frequentes e bradicardia sinusal.
A conduta específica mais indicada seria
No intraoperatório de uma gastrectomia total, ocorre diminuição da saturação venosa central de 10 pontos (basal de 75%, redução para 65%).
Considerando a saturação arterial de oxigênio 100%, a taxa de extração de oxigênio é de
Mulher, gestante com diagnóstico de pré-eclâmpsia, fazendo terapia com sulfato de magnésio. Na avaliação pré-anestésica para realização de cesariana de urgência, há queixas de fraqueza generalizada e perda do reflexo patelar. PA = 140x90 mmHg; FC = 60 bpm. ECG com BAV de primeiro grau.
A conduta recomendada é
Logo após uma raquianestesia em uma gestante a termo, ocorre hipotensão súbita com taquicardia.
A conduta imediata a ser instituída é