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C Eb G Bb são notas que compõe o seguinte acorde:
Sobre a inversão de intervalos, podemos afirmar que:
I - Todo intervalo de segunda invertido dá um intervalo de sétima. E vice-versa.
II - Todo intervalo de terça invertido dá um intervalo de sexta. E vice-versa.
III - Todo intervalo de quarta invertido dá um intervalo de quinta. E vice-versa.
Está correto o que se afirma em:
Com relação aos intervalos na Escala Cromática, é correto afirmar que:
Em um intervalo de sexta menor temos:
Em um intervalo de sexta maior temos:
Indica-se o Dó Central como:
De acordo com Sloboda, para que haja um ensino de instrumento efetivo, é necessário que o ambiente de aprendizagem seja direcionado à aquisição das habilidades necessárias à performance. Bastien confronta essa ideia, ao afirmar que existem quatro características principais necessárias à personalidade de um professor de instrumento de sucesso em seu ensino: ser agradável; ser entusiástico; ser encorajador; e ser paciente. Bastien afirma, ainda, que um professor bem-sucedido é, usualmente, uma pessoa positiva, que sente satisfação ao trabalhar com pessoas de idades variadas e que isso vem a ser, com frequência, um importante fator na escolha do ensino como profissão. Dessa forma, ambas as visões de ensino são conflitantes, pois só será possível o professor atuar na docência de forma integral se os fatores sociais e a motivação estiverem em dissonância com relação às atividades relacionadas à aquisição de habilidades, como aspectos expressivos e habilidades técnicas.
A exploração dos sons provenientes de instrumentos cotidiáfonos pode constituir-se em um recurso muito útil ao professor de música, além de fomentar o aprendizado dos alunos para a ludicidade. Para Akoschky, essa exploração pode resultar em respostas criativas dos alunos para as práticas musicais. Além disso, por meio desses objetos cotidianos, é possível que o professor proporcione uma rica experiência de exploração sonora e aborde uma série de conteúdos musicais em sala de aula, como timbre, altura, duração, ritmo, criação musical, entre outros.
O desenvolvimento das aulas de instrumento de forma coletiva deve seguir os mesmos procedimentos das aulas individuais: primeiramente, um aquecimento vocal/instrumental; em seguida, a leitura e a condução do repertório a ser trabalhado. A diferença reside no tempo dedicado a cada aluno; enquanto no ensino individual a aula é toda voltada para um aluno, no ensino coletivo, apesar de os alunos estarem juntos na mesma sala, o professor deve dividir a aula em momentos de atenção individual. Em muitos casos, para não comprometer a interpretação de quem está executando, o aluno deve aguardar seu momento em silêncio ou mentalizar seu próprio repertório.
O ensino coletivo de instrumentos tem sido desenvolvido nas escolas de música com vistas à prática coletiva com alunos de diferentes níveis de aprendizagem instrumental. Para tanto, diversos educadores sobre essa temática, como Montandon, Cruvinel e Tourinho, abordam a importância de o professor trabalhar somente a composição coletiva com os alunos, sendo essa a única alternativa para a geração de repertório em aulas coletivas.
Edgar Willems foi um educador musical húngaro que discutiu a educação musical no início do século XX. Seu método caracterizava-se por ser essencialmente vocal e permitir o contato direto da criança com os elementos fundamentais da música, voltado, principalmente, para o repertório folclórico. Uma premissa fundamental de Willems é que a música e o canto deviam ser ensinados de forma a proporcionar experiências prazerosas, e não como um exercício rotineiro e maçante. Dentro do seu método, destaca-se a manossolfa, muito utilizada em aulas de solfejo e percepção musical auditiva.
A fala é adquirida no decorrer da vida, fator social e necessário para a comunicação humana. O ato de cantar busca desenvolver a transmissão de sentimentos, não apenas por meio das palavras, mas também pela forma como elas são ditas e expressas vocalmente. Para isso, o canto exige técnicas adequadas para os ajustes vocais. Os ajustes da voz cantada e falada são diferentes, mas as estruturas que produzem a voz são as mesmas.
Ao se utilizar o canto na sala de aula, é importante perceber que os alunos geralmente têm o hábito de cantar com muita força, sem zelo de aquecer a voz ou sem observar se o corpo está adequadamente preparado para o desenvolvimento vocal. Muitos problemas que são encontrados no canto podem ser evitados se o professor estabelecer um aquecimento regular com exercícios de relaxamento, alongamento, exercício para movimentação do diafragma, aquecimento e articulação das cordas vocais e controle da expiração para emissão vocal.
Um ponto a ser considerado no processo de ensino-aprendizagem da respiração adequada ao canto é saber a melhor forma de conduzir a inspiração e a emissão vocal. Ao cantar, o aluno deve, primeiramente, inspirar apenas pelo nariz, enchendo os pulmões, para que o ar passe pelas cordas vocais em posição fechada e chegue até a cavidade do diafragma. Caso contrário, o ar será comprimido apenas na caixa torácica. Após esta etapa, ocorre o processo de expiração, em que há a fonação. O ar é aspirado pelos pulmões e pela cavidade do diafragma, passando pelas cordas vocais em posição aberta para a produção do som.
Uma possível história da base musical do funk carioca pode ser resumida, cronologicamente, em três momentos diferentes: no início da década de 1990, começa o uso do beat box, uma forma de acompanhar ritmicamente o RAP com o uso de sons produzidos pela boca, sendo um dos mais conhecidos a onomatopeia “Tum-pá-pá Tum-pá”, prática que foi associada ao cantor Mr. Catra; no final da década de 1990 e no início de 2000, surge o chamado tamborzão, com a inserção do timbre do atabaque (percussão acústica) aos sons do beat box anterior; com a internacionalização do funk, durante a década de 2000, os produtores inspiraram-se no miami bass, passando a usar uma variação chamada de volt mix, que está mais em uso hoje em dia.
A melodia transcrita na Figura 12 é de Vassourinhas, um frevo associado ao carnaval pernambucano.
Uma cadência plagal é caracterizada pelo uso dos acordes de dominante resolvendo em uma Tônica relativa (V – VIm). Essa cadência é muito encontrada no final de obras corais, sendo popularmente chamada da Cadência do Amém.
A escala Lídio-Mixolídio, associada ao quarto grau da escala menor harmônica, é caracterizada por ser uma escala com uma terça maior, uma quarta aumentada (daí o termo Lídio) e uma sétima menor (daí o termo Mixolídio).
No exemplo musical da Figura 3, os intervalos melódicos representados pelos números 1, 2, 3 e 4 são, respectivamente: segunda aumentada; terça maior; quarta aumentada; e sétima diminuta.



