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1. Figura fundo Auditiva. 2. Interação Binaural. 3. Separação Binaural. 4. Integração Binaural. 5. Resolução temporal. 6. Padronização temporal.
( ) Análise e nomeação não verbais e percepção dos aspectos suprassegmentais da fala.
( ) Capacidade de separar figura fundo, ou seja, informação e ruído.
( ) Localização e lateralização do estímulo sonoro.
( ) Refere-se a um menor domínio de tempo no qual o indivíduo pode discriminar entre dois sinais acústicos. Fundamental para compreensão da fala e para a habilidade de leitura.
( ) Processar uma mensagem em uma orelha e ignorar outra mensagem que esteja simultaneamente na outra orelha.
( ) Processar duas informações diferentes que são apresentadas simultaneamente nas duas orelhas.
Na análise da escrita de “Fisaniversario”, é correto afirmar que está ocorrendo:
Observe o exemplo da fala da criança e assinale a alternativa que apresenta o processo fonológico que está ocorrendo.
I. Os resultados da avaliação audiológica são compatíveis com perda auditiva do tipo neurossensorial, em ambas as orelhas.
II. O zumbido e o desconforto a sons intensos se relacionam com a ausência das otoemissões acústicas observadas e sugerem comprometimento de ambas as orelhas médias.
III. A audiometria tonal limiar deve apresentar perda auditiva do tipo neurossensorial, bilateral, mais acentuada para as frequências de 3000Hz, 4000Hz e 6000Hz.
IV. Os resultados das avaliações descritas não são suficientes para a conclusão do caso, havendo a necessidade da realização de avaliação eletrofisiológica por potenciais evocados auditivos de tronco cerebral (BERA).
V. A dificuldade de compreensão de fala relatada não tem ligação com a perda auditiva e sim com outros problemas de saúde. Além disso, essa queixa é mais frequente em alterações auditivas nas frequências graves.
Paciente, de 10 anos, sexo masculino, tinha o hábito diário de gritar na escola durante o recreio, enquanto jogava futebol. Com o passar do tempo, começou a apresentar irritação na garganta e alterações na voz.
O exame laringoscópico indireto revelou a presença de nódulos bilaterais e o paciente foi submetido a um programa de reabilitação e orientação vocal. Após um período de 20 semanas, obteve-se significativa melhora na qualidade vocal e regressão dos nódulos vocais apresentados.
Os sintomas vocais e as alterações nas pregas vocais citadas no caso descrito, em decorrência da hiperfunção vocal, foram causados por:
Paciente, de 10 anos, sexo masculino, tinha o hábito diário de gritar na escola durante o recreio, enquanto jogava futebol. Com o passar do tempo, começou a apresentar irritação na garganta e alterações na voz. O exame laringoscópico indireto revelou a presença de nódulos bilaterais e o paciente foi submetido a um programa de reabilitação e orientação vocal. Após um período de 20 semanas, obteve-se significativa melhora na qualidade vocal e regressão dos nódulos vocais apresentados.
Na avaliação fonoaudiológica realizada no caso descrito, foi diagnosticada uma disfonia classificada como:
1. Abordagem psicolinguística da fluência. 2. Abordagem neurolinguística da fluência. 3. Abordagem na vertente contextualizada – Análise do discurso. 4. Abordagem fenomenológica da fluência.
( ) Ruptura na transição nos diferentes níveis linguísticos, caracterizada por repetições ou prolongamentos involuntários, normalmente acompanhados por movimentos corporais ou faciais.
( ) A gagueira não é um problema de fala, mas um problema da identidade do sujeito que “luta" para não produzir um padrão de fala que prevê, para não se mostrar com uma imagem estigmatizada de falante.
( ) “... Pode ser definida pelas rupturas involuntárias do fluxo da fala, caracterizadas por repetições de sons e de sílabas, prolongamentos de sons, bloqueios e posições articulatórias fixas. Essas alterações diminuem a velocidade da fala e provocam um grau de rompimento acima da taxa pertinente à idade do falante ..."
( ) “... O ato de falar gaguejando envolve tensões que são como 'invólucros'. Essas tensões correlacionam-se, impedindo o sinergismo muscular necessário para falar fluentemente..."
( ) A ortopedia funcional dos maxilares tem por finalidade corrigir o posicionamento dos elementos dentários. ( ) O aparelho funcional trabalha para influenciar a normalização dos músculos orofaciais até o estabelecimento da oclusão normal. ( ) Inicialmente os aparelhos fixos foram rejeitados por serem considerados abordagem mecânica simplista em comparação aos aparelhos ortopédicos funcionais. ( ) A fase da dentadura decídua é a que mais proporciona reparo e resposta tissular para o tratamento ortopédico funcional dos maxilares. ( ) A ortopedia funcional dos maxilares é um tratamento muito útil para a ortodontia, mas o seu maior desafio é a colaboração do paciente que precisa fazer uso em tempo integral.
I A disfonia deve ter sido causada pela formação de nódulos vocais.
II. O abuso vocal deve ter lesado o espaço de Reinke.
III. As lesões benignas da laringe são mais frequentes em homens.
IV. Os nódulos vocais surgem de forma abrupta, sendo mais frequentes em homens.
I. Os zumbidos são geralmente classificados como incapacitantes.
II. É um sintoma e não uma doença.
III. As causas metabólicas são as mais frequentes.
IV. Podem ser classificados como pulsáteis e não pulsáteis.