Questões de Concurso
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Síndrome caracterizada por atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, alterações faciais e hipotonia, somados a transtornos psiquiátricos e comportamentais, como a hiperfagia. A disfagia orofaríngea é identificada pela presença de hipotonia orofacial e sialorreia excessiva.
Os dados descritos referem-se a Síndrome de:
A orelha média tem importante papel na transmissão do fluxo de energia sonora vindo da orelha externa, rumo aos líquidos presentes na orelha interna, sem que haja perda ou alteração de suas características físicas. Quanto à impedância acústica da orelha média, é INCORRETO afirmar que:
YSL, 8 anos, foi levada pela mãe para avaliação fonoaudiológica com a queixa de "dificuldade para acompanhar sua turma escolar". Na prova de Leitura de Palavras, leu /´t a f i/ para a palavra "táxi". Qual rota de leitura foi usada por essa criança?
A Disartria é decorrente de lesão no Sistema Nervoso Central e/ou Periférico, que gera comprometimento das cinco bases motoras da fala, a saber: respiração, fonação, ressonância, articulação e prosódia. Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas quanto aos principais tipos de comprometimento neurológico e a Disartria ocasionada.
1-A Disartria Hipocinética ocorre por comprometimento das estruturas do gânglio basal.
2-A Disatria Hipercinética é causada por uma lesão no Neurônio Motor Inferior.
3-A Disartria do tipo Flácida está associada a uma lesão no sistema extrapiramidal, principalmente no gânglio basal e suas conexões.
4-Disartria Atáxica é caracterizada por lesões cerebelares.
5-A Disartria do tipo Espástica por uma lesão no Neurônio Motor Superior Bilateral.
A respiração é fundamental para que ocorra o crescimento e desenvolvimento orofacial, palatal e de cavidade oral. Por isso, é importante que essa função vital esteja equilibrada, ou seja, que ocorra por meio da cavidade nasal. Em respiradores orais mais crônicos podem-se encontrar alterações morfológicas no (a), EXCETO:
Lactente de 7 meses, que obteve resposta satisfatória na Triagem Auditiva Neonatal e não apresenta atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, realizará monitoramento auditivo com avaliação audiológica por apresentar indicadores de risco. Assinale a opção em que conste os procedimentos recomendados para tal avaliação.
A avaliação audiológica é composta por diversos procedimentos comportamentais, eletroacústicos e eletrofisiológicos. Sobre tais procedimentos, é INCORRETO afirmar que:
1. De 0 a 3 meses, o bebê reage para sons de forte intensidade e se assusta com sons fortes e barulhos inesperados.
2. De 3 a 6 meses, a resposta de alerta aos sons é mais fácil de ser observada. O bebê procura sons à sua volta e reconhece mudanças na tonalidade da voz da mãe ou do pai. Próximo aos seis meses, o bebê apresenta atenção aos ruídos do ambiente, atende ao próprio nome e localiza a fonte sonora.
3. Aos 9 meses, o bebê reage de maneira diferente para sons fracos e fortes, localiza e reconhece sons familiares. Pode responder ao próprio nome quando é chamado e demonstra entendimento de palavras simples, como "mamãe", "papai" , " tchau" e " não".
4. Com 12 meses, o bebê associa sons a objetos, entende comandos simples e reconhece algumas palavras como, por exemplo, "não", "papá", "mamãe", "papai", "vovó" e "vovô".
5. Com 18 meses, a criança entende frases simples e pode apanhar objetos familiares quando é solicitada. Nesta fase, por exemplo, a criança já reconhece e aponta para partes do corpo sem a necessidade de gestos ou pistas visuais.
6. Aos 2 anos, a criança atende e realiza ordens simples quando solicitada e responde corretamente às perguntas feitas pelo interlocutor. Consegue sentar e escutar histórias e músicas simples. O tempo de atenção ainda é curto.
7. Entre 3 a 5 anos, a criança entende tudo que é falado pelo adulto e pergunta quando não compreende.
( ) Início do balbucio, fase em que a criança começa a brincar com a produção de sons sem sentido. Aos seis meses, o balbucio tende a mudar, passando para a produção de sons agora com padrões de repetição e algum significado. Nessa fase, o bebê grita, mostrando satisfação com a própria emissão.
( ) O bebê chora quando quer alguma coisa e se acalma ao ouvir a voz da mãe.
( ) Início da produção das primeiras palavras. Aponta para brinquedos e alimentos favoritos quando solicitado.
( ) Bate palmas, joga beijo quando solicitado e reclama quando é contrariado. Começa a imitar sons produzidos pelo adulto e sons de animais durante as brincadeiras, por exemplo.
( ) Começa a utilizar frases curtas para se fazer entender e o vocabulário aumenta para cerca de 20 a 50 palavras.
( ) A linguagem falada é utilizada constantemente para expressar desejos, refletir emoções, informar e fazer perguntas. Tem início a utilização de sentenças mais complexas e com sentido, além do uso do plural. É comum que a criança fale de si mesmo na 3ª pessoa.
( ) Ocorre um aumento importante do vocabulário falado, a criança se comunica com uso de sentenças simples, a fala já deve ser entendida por adultos que não estão em contato direto com a criança. É a fase em que a criança é bastante possessiva e nem sempre aceita compartilhar objetos com outras crianças.
I. Por volta do sexto mês, o objetivo inicial é praticar a habilidade de escuta, sendo que a detecção é a primeira habilidade a ser desenvolvida, considerada um alicerce para as demais habilidades. II. Em torno de 18 meses, a meta terapêutica é ampliar o universo de linguagem e reconhecimento incialmente em conjunto fechado (closed-set) em que o terapeuta apresenta para a criança atividades de múltipla escolha, promovendo o reconhecimento de onomatopeias, vogais, consoantes, palavras e frases, por exemplo. III. A partir de 3 anos, pode-se trabalhar com conceitos iniciais. Dependendo da maturidade da criança, pode-se introduzir na terapia o trabalho com conceitos iniciais como números, cores, formas, tamanhos, quantidade, categorização, partes do corpo, igualdade, entre outros. IV. Por volta dos 4 anos de idade, a habilidade de compreensão auditiva é concluída. Essa habilidade é adquirida quando a criança entende o significado da linguagem no discurso oral. A compreensão auditiva é a síntese, a sobreposição de todas as habilidades anteriormente descritas. Para a criança chegar à compreensão da linguagem, necessita utilizar não só as habilidades auditivas, mas também associá-las a elementos da situação e do contexto da mensagem.
( ) G: Grau global da disfonia. ( ) R: Presença ou não de rouquidão, justificase por irregularidade vibratória da mucosa das pregas vocais durante a fonação. ( ) B: Tensão (do inglês breathiness), associada ao esforço vocal por aumento da adução glótica. ( ) A: Astenia, correlacionada a hipofunção das pregas vocais e pouca energia na emissão. ( ) S: Soprosidade, corresponde à presença de ruído de fundo, audível e cujo correlato fisiológico mais frequente é a presença de fenda glótica.
I. Mesofacial. II. Dolicofacial. III. Braquifacial.
( ) Existe o predomínio do crescimento vertical, ou seja, há uma predominância dos vetores de crescimento e desenvolvimento da face no sentido inferior do que no anterior. ( ) Tipo de face em que os vetores de crescimento e desenvolvimento facial apresentam-se em harmonia com a face, crescendo e se desenvolvendo de modo equilibrado para baixo e para frente. ( ) Há um maior crescimento no sentido horizontal, onde o vetor de crescimento e desenvolvimento facial é maior no sentido anterior que no inferior, caracterizado pela musculatura forte contendo o vetor vertical.
( ) Hesitações: inclusão de sons, palavras ou frases irrelevantes no contexto da mensagem. ( ) Bloqueio: tempo inapropriado para iniciar um fonema ou à liberação de uma posição articulatória fixa. ( ) Prolongamento: duração inapropriada de um fonema ou ao elemento de um ditongo, que pode ou não estar acompanhado por características qualitativas da fala. ( ) Repetição de segmentos: mudança no conteúdo ou na forma gramatical da mensagem ou na pronúncia da palavra.