Questões de Concurso
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No que se refere ao uso de traqueostomias, suas indicações e seu impacto na deglutição, julgue o item a seguir.
A traqueostomia interfere diretamente na fase esofágica da
deglutição e é nessa fase que a elevação e a anteriorização
laríngea têm importância fundamental na proteção da via
aérea inferior.
Com relação à gagueira, julgue o item que se segue.
A ansiedade em situações de comunicação e o sentimento
frustrações da criança diante das interrupções da sua fala são
critérios utilizados para diferenciar quadro de disfluência e
de gagueira infantil, este último caracterizado como um
quadro crônico irreversível.
Com relação à gagueira, julgue o item que se segue.
A denominação gagueira infantil sugere a marca da
cronicidade e pode ser avaliada pela análise das disfluências
observadas no discurso da criança; nesse contexto, a reação
negativa em relação à sua fala é assimilada, o que a leva a
construir um autoconceito negativo em relação às suas
capacidades de falante.
Com relação à gagueira, julgue o item que se segue.
A disfluência infantil costuma aparecer por volta dos 2 anos
e meio de idade e dura, no máximo, 3 meses,
manifestando-se na fala da criança, principalmente, por meio
de disfluências do tipo hesitações, repetições de frases e
palavras.
Com relação à gagueira, julgue o item que se segue.
Vários fatores interferem no processo de evolução de um
quadro de disfluência para um quadro de gagueira infantil,
como os de caráter emocional e os de caráter social, além da
predisposição ou da vulnerabilidade de uma pessoa para
gagueira.
Considerando a morfofisiopatologia da fonação e da audição e os conceitos de linguagem no contexto de fonoaudiologia, julgue o seguinte item.
Existem sistemas de comunicação que podem ser usados
como uma alternativa à fala ou em adição a esta e cujo papel
é ampliar e facilitar a comunicação mais eletiva.
Considerando a morfofisiopatologia da fonação e da audição e os conceitos de linguagem no contexto de fonoaudiologia, julgue o seguinte item.
Os problemas encontrados na comunicação das crianças com
paralisia cerebral podem incluir ausência de atitude
comunicativa, grandes dificuldades na comunicação oral e
distúrbios relativos à linguagem.
Considerando a morfofisiopatologia da fonação e da audição e os conceitos de linguagem no contexto de fonoaudiologia, julgue o seguinte item.
A avaliação do sistema fonético-fonológico é feita mediante
a utilização de recursos e de protocolos específicos para cada
criança; por exemplo, no caso de crianças com paralisia
cerebral, a avaliação com produção de sons não é realizada
por meio de figuras isoladas ou figuras temáticas.
Considerando a morfofisiopatologia da fonação e da audição e os conceitos de linguagem no contexto de fonoaudiologia, julgue o seguinte item.
A conversa espontânea é muito útil na avaliação da fala e do
uso da linguagem em crianças com paralisia cerebral, pois,
muitas vezes, as crianças conseguem articular uma palavra
que exige poucos movimentos, mas não em relação a um
texto maior.
Considerando a morfofisiopatologia da fonação e da audição e os conceitos de linguagem no contexto de fonoaudiologia, julgue o seguinte item.
A criança com paralisia cerebral pode ter dificuldade na
execução de movimentos individuais ou na coordenação de
movimentos de diversas estruturas, já que a fala requer uma
coordenação intrínseca dos músculos que controlam os
movimentos da respiração, da fonação e da articulação.
Considerando a morfofisiopatologia da fonação e da audição e os conceitos de linguagem no contexto de fonoaudiologia, julgue o seguinte item.
Na avaliação dos sistemas sintático-semântico da criança
com paralisia cerebral, utilizam-se testes específicos, com
conteúdo adaptado, para que seja possível identificar em que
etapa do desenvolvimento da linguagem e da compreensão
ela se encontra.
Na internação hospitalar de crianças com disfagia associada aos problemas respiratórios, a avaliação clínica da deglutição compõe parte das interconsultas que a equipe médica solicita nesses casos de diagnóstico diferencial. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
A avaliação clínica da deglutição identifica a probabilidade
de aspiração por meio da caracterização da natureza da
dificuldade de deglutição e da determinação de gravidade e
risco.
Na internação hospitalar de crianças com disfagia associada aos problemas respiratórios, a avaliação clínica da deglutição compõe parte das interconsultas que a equipe médica solicita nesses casos de diagnóstico diferencial. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
No contexto da avaliação clínica da deglutição, podem ser
realizadas técnicas de reabilitação ativas diretas, sem
introdução de dieta, e ativas indiretas, por meio de exercícios
mioterápicos e manobras estratégicas.
Na internação hospitalar de crianças com disfagia associada aos problemas respiratórios, a avaliação clínica da deglutição compõe parte das interconsultas que a equipe médica solicita nesses casos de diagnóstico diferencial. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
A equipe médica necessita da definição da avaliação clínica
da deglutição realizada pelo fonoaudiólogo sobre as
condições, ou não, de o paciente receber dieta por via oral,
porém esse profissional não contribuirá no que se refere a
indicações de sondas de alimentação nem na orientação
sobre a melhor forma de retirada desses tubos.
Na internação hospitalar de crianças com disfagia associada aos problemas respiratórios, a avaliação clínica da deglutição compõe parte das interconsultas que a equipe médica solicita nesses casos de diagnóstico diferencial. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
A avaliação clínica da deglutição deverá informar sobre a
segurança da biomecânica da deglutição e, ainda, classificar
a sua gravidade e o seu impacto na presença de disfagia.
Na internação hospitalar de crianças com disfagia associada aos problemas respiratórios, a avaliação clínica da deglutição compõe parte das interconsultas que a equipe médica solicita nesses casos de diagnóstico diferencial. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
O conhecimento das alterações possíveis de cada fase da
deglutição e a observação de sinais e de sintomas de
aspiração traqueal bem como a realização de ausculta
cervical e a oximetria de pulso possibilitam que o
fonoaudiólogo realize uma avaliação clínica mais precisa da
deglutição.
( ) As DTMs podem ser subdivididas em desordens musculares e articulares.
( ) Os sinais mais encontrados ao avaliar um paciente são sensibilidade à palpação na musculatura orofacial e na ATM, limitação dos movimentos mandibulares e ruídos articulares.
( ) O relaxamento da musculatura facial e cervical, bem como a melhora circulatória por meio de massagens e alongamentos não são indicados como tratamento da DTM.
( ) O principal objetivo no tratamento da DTM é reduzir ou cessar a dor, recuperar a função do aparelho estomatognático e amenizar os fatores que mantém o problema.
( ) Os exercícios miofuncionais orofaciais são semelhantes àqueles preconizados normalmente a pacientes com alterações do sistema miofuncional orofacial, levando-se em conta algumas peculiaridades dos pacientes com DTM, como a dor.
A sequência correta, de cima para baixo, é: