Questões de Concurso

Foram encontradas 13.036 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3022650 Fonoaudiologia
Imagine que você está em uma aula de neuroanatomia e o professor está explicando como os sons que ouvimos são processados pelo nosso sistema auditivo. Ele destaca que, depois que as ondas sonoras são transformadas em impulsos nervosos na orelha interna, esses sinais precisam ser transmitidos ao cérebro para que possamos perceber e interpretar os sons. Esse processo envolve um nervo craniano específico que desempenha um papel crucial na audição. Para entender melhor essa conexão entre o ouvido interno e o cérebro, você precisa identificar qual nervo craniano é responsável por essa transmissão. Desta forma, indique qual nervo craniano está diretamente relacionado à transmissão dos impulsos auditivos do ouvido interno para o cérebro: 
Alternativas
Q3022649 Fonoaudiologia
.Imagine que você está estudando para uma prova de anatomia e chegou à parte sobre o sistema auditivo. Para entender melhor o processo da audição, você precisa conhecer as diferentes partes da orelha e suas funções específicas. A orelha interna possui várias estruturas complexas, cada uma desempenhando um papel crucial na audição. A transformação das ondas sonoras em impulsos nervosos, que o cérebro pode interpretar como som, é uma das etapas mais importantes desse processo. Com isso em mente, você precisa identificar qual estrutura da orelha interna é responsável por essa conversão essencial. Então, a questão é: Qual estrutura da orelha interna é responsável pela transformação das ondas sonoras em impulsos nervosos: 
Alternativas
Q3017987 Fonoaudiologia
Uma escola pública em Queimadas, PB, está implementando um programa de (re)educação para alunos com distúrbios de linguagem, incluindo aqueles com dificuldades na leitura, escrita e comunicação verbal. O fonoaudiólogo é chamado para aconselhar sobre os melhores métodos e técnicas para apoiar esses alunos.
Considere as afirmativas abaixo:


1. O uso de métodos multissensoriais, que envolvem a combinação de estímulos visuais, auditivos e táteis, é eficaz para melhorar a alfabetização de crianças com distúrbios de linguagem.

2. A utilização de tecnologia assistiva, como softwares de leitura em voz alta e aplicativos de fala-para-texto, pode ser crucial para apoiar a comunicação e o aprendizado desses alunos.

3. A aplicação de técnicas de modificação de comportamento é recomendada para aumentar a motivação dos alunos e incentivar a prática de habilidades linguísticas.

4. O treinamento em habilidades metacognitivas deve ser incorporado ao currículo, para ajudar os alunos a desenvolver estratégias de auto-regulação no aprendizado.

5. A separação dos alunos com distúrbios de linguagem em turmas especiais deve ser considerada para proporcionar um ambiente mais controlado e focado.

Alternativas:
Alternativas
Q3017986 Fonoaudiologia
Um adolescente com distúrbio fonológico em Queimadas, PB, está tendo dificuldades para se adaptar ao ambiente escolar devido a problemas persistentes na produção dos fonemas, o que afeta sua interação social e desempenho acadêmico. O fonoaudiólogo é chamado para avaliar o potencial educativo do adolescente e sugerir intervenções.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A avaliação do distúrbio fonológico deve incluir uma análise detalhada da produção de sons, com foco em identificar padrões de erro e sua frequência.

2. A intervenção deve priorizar o desenvolvimento da autoconsciência fonológica, que é essencial para a generalização dos padrões corretos de fala em diferentes contextos comunicativos.

3. A recomendação para o uso de terapia intensiva pode ser necessária se o distúrbio fonológico estiver interferindo significativamente no desenvolvimento acadêmico e social.

4. A adaptação do currículo escolar deve ser considerada, com o objetivo de reduzir a carga linguística nos primeiros anos do ensino médio.

5. A participação dos pais e da escola no processo de intervenção é secundária, sendo que o foco principal deve ser o trabalho terapêutico individual com o adolescente.


Alternativas: 
Alternativas
Q3017985 Fonoaudiologia
Uma equipe multidisciplinar em Queimadas, PB, está avaliando o potencial educativo de uma criança com distúrbio específico de linguagem (DEL). A fonoaudióloga deve identificar as melhores práticas para apoiar o desenvolvimento educacional da criança, considerando suas limitações e pontos fortes.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A avaliação do potencial educativo deve incluir uma análise detalhada das habilidades linguísticas, cognitivas e sociais da criança, para entender como essas habilidades impactam o aprendizado.

2. A utilização de escalas de desenvolvimento padronizadas é essencial para comparar o desempenho da criança com o de seus pares e identificar áreas de necessidade educacional.

3. A colaboração entre fonoaudiólogos e educadores é crucial para adaptar as estratégias de ensino às necessidades específicas da criança, garantindo uma abordagem inclusiva e centrada no aluno.

4. A recomendação de uma escola especializada deve ser feita sempre que uma criança com DEL apresenta dificuldades em acompanhar o currículo regular, independentemente das adaptações pedagógicas implementadas.

5. A avaliação do potencial educativo deve considerar o uso de intervenções tecnológicas, como programas de software para o desenvolvimento da linguagem e habilidades acadêmicas.

Alternativas:
Alternativas
Q3017984 Fonoaudiologia
Uma adolescente disléxica está se preparando para o vestibular e procura ajuda fonoaudiológica para melhorar suas habilidades de leitura e compreensão de textos complexos. Considerando as características da dislexia, o fonoaudiólogo precisa ajustar as intervenções para atender às necessidades específicas de uma estudante em fase pré-universitária.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A dislexia em adolescentes pode manifestar-se através de leitura lenta e laboração textual, mesmo em textos curtos, comprometendo a compreensão em exames que exigem leitura rápida.

2. A intervenção deve incluir técnicas de leitura guiada e estratégias de resumo para melhorar a retenção e compreensão de informações em textos extensos.

3. O treinamento em estratégias metacognitivas, como a autoavaliação da compreensão e a revisão ativa, é importante para ajudar o estudante a monitorar e ajustar sua leitura.

4. A inclusão de exercícios focados na expansão do vocabulário pode ajudar a estudante a superar barreiras linguísticas que dificultam a leitura de textos acadêmicos.

5. A prática de leitura em voz alta deve ser desconsiderada, pois pode aumentar a ansiedade e não oferece benefícios diretos à compreensão textual.


Alternativas:
Alternativas
Q3017983 Fonoaudiologia
Uma criança de 10 anos em Queimadas, PB, foi diagnosticada com dislexia e está apresentando dificuldades significativas em leitura e escrita. A escola onde estuda está buscando estratégias para apoiar o processo de aprendizagem da criança, e o fonoaudiólogo foi chamado para participar da elaboração do plano pedagógico.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A dislexia é um transtorno específico de aprendizagem, caracterizado por dificuldades no reconhecimento preciso e/ou fluente das palavras, na decodificação e na soletração.

2. A intervenção fonoaudiológica deve focar no desenvolvimento da consciência fonológica, que é um preditor crítico do sucesso na leitura.

3. A utilização de métodos multissensoriais, como o método Orton-Gillingham, é recomendada para ajudar a criança a associar sons, letras e palavras de forma mais eficiente.

4. A terapia deve incluir o uso de tecnologias assistivas, como softwares de leitura em voz alta, para apoiar a compreensão textual.

5. A adaptação do currículo escolar para incluir atividades que fortaleçam as habilidades de leitura e escrita é essencial, mas deve ser equilibrada para não causar estresse adicional à criança.

Alternativas:
Alternativas
Q3017982 Fonoaudiologia
Um jovem adulto em Queimadas, PB, que sofreu um traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, foi diagnosticado com afasia de Broca. O paciente apresenta fala não fluente, esforço significativo para formar palavras e frases curtas e telegráficas.
Considere as afirmativas abaixo:


1. A afasia de Broca é associada a lesões no lobo frontal esquerdo, particularmente na área de Broca, que afeta a produção verbal e a gramática.

2. A terapia deve focar na melhora da fluência verbal, utilizando técnicas de encadeamento de frases e repetição estruturada para aumentar a complexidade das produções.

3. O uso de sistemas de comunicação suplementar e alternativa (CAA) é recomendado para facilitar a comunicação enquanto a capacidade de fala está limitada.

4. A reabilitação deve incluir exercícios de compreensão auditiva, apesar de a afasia de Broca ser primariamente uma desordem de produção.

5. A integração de técnicas de neuroestimulação, como estimulação magnética transcraniana (TMS), pode ser considerada como adjuvante para potencializar a recuperação da linguagem.

Alternativas:
Alternativas
Q3017981 Fonoaudiologia
Um paciente idoso em Queimadas, PB, sofreu um AVC isquêmico e agora apresenta afasia de Wernicke, caracterizada por uma produção verbal fluente, mas sem sentido, e dificuldades na compreensão da fala. O fonoaudiólogo deve elaborar um plano de reabilitação apropriado.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A afasia de Wernicke é resultado de uma lesão na área de Wernicke, localizada no lobo temporal esquerdo, responsável pela compreensão da linguagem.

2. A intervenção deve incluir técnicas de reabilitação auditiva, visando melhorar a compreensão da fala e a discriminação auditiva.

3. O treinamento em estratégias de comunicação, como o uso de gestos e pistas contextuais, pode ajudar a melhorar a interação comunicativa do paciente.

4. A terapia deve priorizar a correção das parafasias semânticas (substituição de palavras por outras com significados semelhantes) para melhorar a clareza do discurso.

5. A reabilitação intensiva e de longa duração é frequentemente necessária, devido à natureza persistente e complexa da afasia de Wernicke.


Alternativas: 
Alternativas
Q3017980 Fonoaudiologia
Uma criança de 8 anos em Queimadas, PB, foi diagnosticada com apraxia de fala e está apresentando dificuldades na coordenação pneumofonoarticulatória, resultando em fala com pausas excessivas e variações no volume vocal.

Considere as afirmativas abaixo:

1. A apraxia de fala pode interferir na coordenação entre a respiração e a produção de fala, resultando em fala disrítmica e mal coordenada.

2. O treinamento da respiração diafragmática é essencial para melhorar a estabilidade do fluxo de ar durante a fala e reduzir as variações no volume vocal.

3. A intervenção deve focar em exercícios de articulação isolada, uma vez que a apraxia de fala afeta primariamente a articulação e não a coordenação respiratória.

4. A terapia deve incluir técnicas que integram a respiração com a fala em frases completas, gradualmente aumentando a complexidade das tarefas.

5. A monitorização visual e auditiva do fluxo de ar durante a fala pode ser utilizada para aumentar a autoconsciência da criança sobre sua coordenação pneumofonoarticulatória.


Alternativas:
Alternativas
Q3017979 Fonoaudiologia
Um fonoaudiólogo em Queimadas, PB, está avaliando um paciente com insuficiência respiratória crônica devido à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O paciente apresenta dificuldades em manter um fluxo de ar constante durante a fala, resultando em frases curtas e fala entrecortada.
Considere as afirmativas abaixo:


1. A capacidade pneumofonoarticulatória refere-se à habilidade de coordenar respiração, fonação e articulação para a produção de fala contínua e fluente.

2. A insuficiência respiratória crônica pode reduzir a pressão subglótica necessária para a produção de sons, afetando a qualidade vocal.

3. O tratamento deve incluir exercícios respiratórios que promovam o controle do fluxo de ar e a coordenação entre respiração e fala.

4. O uso de técnicas de fala em apneia (produção de fala após uma inspiração profunda, sem exalação durante a fala) é recomendado para pacientes com DPOC para preservar a capacidade vocal.

5. A terapia fonoaudiológica deve ser combinada com reabilitação pulmonar para maximizar os benefícios e melhorar a função respiratória.

Alternativas:
Alternativas
Q3017978 Fonoaudiologia
Um adolescente com paralisia cerebral espástica, que frequenta uma escola em Queimadas, PB, apresenta dificuldades na produção de fala devido à rigidez muscular e à coordenação motora prejudicada. O fonoaudiólogo deve determinar o plano de tratamento mais eficaz.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A paralisia cerebral pode afetar os músculos respiratórios, laríngeos e articulatórios, comprometendo a produção clara e audível da fala.

2. A intervenção deve incluir exercícios de respiração e controle postural para apoiar a produção vocal e melhorar a projeção da voz.

3. O uso de estratégias compensatórias, como a simplificação da produção linguística e o uso de CAA, pode ser necessário para maximizar a comunicação.

4. A terapia com estimulação elétrica neuromuscular (NMES) é amplamente recomendada para todos os casos de paralisia cerebral com comprometimento vocal.

5. A terapia deve ser multidisciplinar, envolvendo fisioterapia e terapia ocupacional para complementar os objetivos fonoaudiológicos.

Alternativas:
Alternativas
Q3017977 Fonoaudiologia
Uma criança com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) está sendo acompanhada por um fonoaudiólogo em Queimadas, PB. A criança apresenta dificuldades em iniciar e manter interações sociais e tem um repertório verbal limitado.
Considere as afirmativas abaixo:


1. A intervenção deve focar exclusivamente no desenvolvimento da comunicação funcional, utilizando abordagens como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) para incentivar a interação social.

2. A privação sociocultural pode exacerbar os déficits comunicativos em crianças com TEA, aumentando a necessidade de intervenção precoce e intensiva.

3. A introdução de sistemas de comunicação aumentativa e alternativa (CAA) não é recomendada para ampliar as oportunidades de comunicação da criança, mesmo que seja verbalmente limitada.

4. A terapia fonoaudiológica deve incluir a sensibilização sensorial, visando melhorar a resposta da criança a estímulos auditivos e visuais durante a comunicação.

5. A integração de estratégias de reforço positivo é fundamental para promover o uso espontâneo da linguagem em contextos sociais.


Alternativas:
Alternativas
Q3017976 Fonoaudiologia
Um paciente com distonia cervical procura o fonoaudiólogo devido a dificuldades na produção de fala clara. O paciente apresenta espasmos involuntários que afetam o controle das cordas vocais e a articulação da fala.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A disortia pode ser causada por distúrbios neurológicos que afetam os músculos envolvidos na articulação da fala, resultando em distorções fonéticas.

2. A terapia pode incluir técnicas de relaxamento muscular e controle respiratório para reduzir o impacto dos espasmos na produção vocal.

3. O uso de dispositivos de comunicação aumentativa e alternativa (CAA) pode ser necessário para pacientes com distonia severa que compromete a inteligibilidade da fala.

4. A intervenção farmacológica com toxina botulínica pode ser considerada como um tratamento adjuvante para reduzir os espasmos vocais em casos graves.

5. A intervenção fonoaudiológica deve focar na adaptação de estratégias compensatórias para maximizar a eficácia da comunicação, mesmo em casos de distonia persistente. 


Alternativas: 
Alternativas
Q3017975 Fonoaudiologia
Uma professora de Queimadas, PB, procura atendimento fonoaudiológico devido a dificuldades vocais que começaram há seis meses. Ela relata cansaço vocal, rouquidão persistente e perda de voz ao final do dia. O fonoaudiólogo deve identificar a etiologia da disfonia e propor uma abordagem terapêutica adequada.
Considere as afirmativas abaixo

1. A disfonia pode ser resultado de abuso vocal, que leva a lesões como nódulos vocais, comuns em profissionais que utilizam a voz excessivamente.

2. A terapia vocal deve incluir técnicas de higiene vocal, como hidratação adequada, repouso vocal e redução de comportamentos prejudiciais, como gritar ou sussurrar.

3. A fonoaudiologia deve priorizar o fortalecimento das pregas vocais através de exercícios de emissão vocal de alta intensidade para prevenir a recorrência da disfonia.

4. A avaliação por videolaringoestroboscopia é fundamental para diagnosticar alterações nas pregas vocais e direcionar o tratamento.

5. A intervenção deve incluir o recondicionamento vocal, com exercícios que promovem a economia de esforço durante a fala.


Alternativas:
Alternativas
Q3017974 Fonoaudiologia
Um fonoaudiólogo está tratando uma criança com apraxia de fala, caracterizada por dificuldades na programação dos movimentos necessários para a produção dos sons da fala. A intervenção deve ser planejada com base na natureza do distúrbio.
Considere as afirmativas abaixo:


1. A apraxia de fala em crianças é uma condição neurológica que afeta a habilidade de planejar e programar os movimentos articulatórios, sem comprometimento muscular ou neuromuscular.

2. A intervenção deve focar em repetição massiva de palavras e frases para ajudar a criança a internalizar os padrões motores necessários para a fala.

3. O uso de estímulos visuais e táteis pode ser eficaz para melhorar a precisão da produção fonêmica em crianças com apraxia de fala.

4. A reabilitação deve priorizar o trabalho em sons isolados, antes de avançar para combinações mais complexas, como sílabas e palavras.

5. A melhora na inteligibilidade da fala é frequentemente lenta e requer intervenções prolongadas e intensivas.

Alternativas:
Alternativas
Q3017973 Fonoaudiologia
Um paciente em Queimadas, PB, apresenta disartria decorrente de esclerose lateral amiotrófica (ELA). O fonoaudiólogo é responsável por implementar um plano de manejo adequado para essa condição progressiva.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A disartria associada à ELA envolve a degeneração dos neurônios motores, resultando em fraqueza muscular e articulação imprecisa dos fonemas.

2. A intervenção deve incluir exercícios de fortalecimento muscular intensivo para retardar a progressão da fraqueza e melhorar a articulação.

3. A comunicação alternativa pode ser necessária à medida que a doença avança, para substituir a fala conforme a capacidade articulatória diminui.

4. A terapia fonoaudiológica deve priorizar a clareza da fala, utilizando técnicas de exagero articulatório e pausas para melhorar a inteligibilidade.

5. O uso de dispositivos de amplificação vocal pode ser considerado para compensar a fraqueza dos músculos respiratórios e facilitar a produção de fala audível.


Alternativas:
Alternativas
Q3017972 Fonoaudiologia
Uma criança com paralisia cerebral não verbal em Queimadas, PB, está sendo avaliada para a introdução de um sistema de comunicação alternativa. A família está preocupada com a possibilidade de que o uso desse sistema impeça o desenvolvimento da fala.


1. A introdução precoce de sistemas de comunicação alternativa pode, na verdade, apoiar o desenvolvimento da fala ao proporcionar um meio imediato de comunicação.

2. A escolha do sistema de CAA deve ser baseada na avaliação das capacidades cognitivas e motoras da criança, assegurando a adequação e a eficácia do sistema.

3. Dispositivos de comunicação de alta tecnologia são recomendados para todas as crianças não verbais, independentemente de suas habilidades motoras.

4. A reavaliação periódica do sistema de CAA é necessária para garantir que ele continue a atender às necessidades comunicativas da criança conforme ela se desenvolve.

5. A comunicação alternativa deve ser utilizada em conjunto com outras formas de intervenção fonoaudiológica para estimular o desenvolvimento da linguagem oral, quando possível.


Alternativas:
Alternativas
Q3017971 Fonoaudiologia
Um fonoaudiólogo está desenvolvendo uma estratégia de comunicação alternativa para um paciente com afasia global em Queimadas, PB. O paciente tem severas dificuldades em compreender e expressar a linguagem verbal.
Considere as afirmativas abaixo:

1. A comunicação aumentativa e alternativa (CAA) deve ser integrada ao tratamento, utilizando sistemas de símbolos gráficos para facilitar a comunicação.

2. A escolha dos dispositivos de CAA deve considerar as habilidades motoras do paciente, garantindo que ele possa manipular o dispositivo de forma eficaz.

3. A introdução de dispositivos de alta tecnologia, como tablets com software de comunicação, é preferível a métodos de baixa tecnologia, como livros de comunicação.

4. A capacitação dos familiares para o uso dos sistemas de CAA é essencial para garantir a continuidade da comunicação fora do ambiente terapêutico.

5. A reabilitação deve focar em melhorar a compreensão auditiva antes de introduzir qualquer sistema de CAA.


Alternativas:
Alternativas
Q3017970 Fonoaudiologia
Um paciente com disfagia foi recentemente internado em um hospital de Queimadas, PB, após um AVC. O fonoaudiólogo é chamado para realizar uma avaliação e determinar o plano de tratamento adequado.

1. A videofluoroscopia é um procedimento recomendado para avaliar a fisiologia da deglutição e identificar o estágio específico em que ocorre a disfagia.

2. A reeducação das fases oral e faríngea da deglutição deve ser uma prioridade, utilizando exercícios de fortalecimento e manobras compensatórias.

3. A espessura do líquido ingerido deve ser modificada conforme necessário para reduzir o risco de aspiração em pacientes com disfagia.

4. A terapia com estimulação elétrica neuromuscular (NMES) pode ser utilizada para melhorar a função muscular envolvida na deglutição.

5. A modificação da dieta para texturas mais seguras é uma medida temporária até que o paciente recupere a função de deglutição normal.


Alternativas: 
Alternativas
Respostas
3681: D
3682: A
3683: C
3684: C
3685: B
3686: A
3687: E
3688: E
3689: C
3690: D
3691: B
3692: A
3693: C
3694: E
3695: B
3696: E
3697: D
3698: D
3699: A
3700: E