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I. É de competência do Fonoaudiólogo e de profissionais habilitados na forma da legislação específica o exercício de atividades vinculadas às técnicas psicomotoras, quando destinadas à correção de distúrbios auditivos ou de linguagem, efetivamente realizado.
II. Constitui infração disciplinar violar sigilo profissional, exceto se autorizado pelo Conselho Regional de Fonoaudiologia, ou quando solicitado o compartilhamento de relatórios, laudos e prontuários com colegas de trabalho, com outros profissionais da saúde, do direito e de equipe multidisciplinar que o profissional faça parte.
III. Repreensão é uma das penalidades previstas que podem ser aplicadas pelo Conselho Regional de Fonoaudiologia aos infratores dos dispositivos da Lei nº 6.965/1981, do próprio Decreto nº 87.218/82 e de suas Resoluções.
Fonte: Dr. Alexandre César. https://dralexandrecesar.com.br/
O exame descrito no excerto acima é denominado:
(Fiocruz, s/d. Disponível em: https://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/deficienciaauditiva.htm. Acesso em 4/4/2024. Adaptado)
Completa corretamente a lacuna do texto acima:
O texto acima se refere a:
I. Cabe ao fonoaudiólogo inserido no PSF, diagnosticar os problemas ambientais e detectar alterações, desenvolver atividades de promoção e proteção à saúde em geral, tais como aleitamento materno e saúde auditiva e vocal.
II. Cabe ao fonoaudiólogo inserido no PSF realizar visitas domiciliares.
III. Cabe ao fonoaudiólogo inserido no PSF atuar em escolas e creches, oferecendo assessoria e orientação.
Com base no Capítulo V, Seção II do Código de Ética da Fonoaudiologia, que aborda os relacionamentos entre fonoaudiólogos, considere o seguinte cenário: em um hospital público, dois fonoaudiólogos estão colaborando no atendimento de um paciente com disfonia funcional grave. Esta colaboração exige que ambos respeitem os direitos e deveres éticos estabelecidos pelo código profissional.
De acordo com o Código de Ética da Fonoaudiologia, qual das seguintes afirmações é CORRETA sobre os direitos e deveres do fonoaudiólogo nas relações com outros fonoaudiólogos?
No Brasil, estima-se que a prevalência da perda auditiva em crianças seja de cerca de 5,6% da população infantil. O comprometimento de grau severo a profundo pode impactar significativamente o desenvolvimento de linguagem e comunicação, e o implante coclear é um tratamento eficaz para a reabilitação auditiva dessas crianças. Assim, a avaliação do desenvolvimento auditivo pré-lingual é crucial para intervenções precoces (Roque Reis et al, 2024).
Fonte: ROQUE REIS L, GANI K, ANDRÉ, PERES C, NUNES G, SANTOS R, O'NEILL A, Escada P. Adaptation and Validation for European Portuguese of the Auditory Performance Categories-II and Infant-Toddler Meaningful Auditory Integration Scale for Children with Cochlear Implant. Acta Med Port. 2024 Mar. 18 [cited 2024 Jun. 30];37(5):334-41. Available from: https://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/20169
Considerando a importância do implante coclear e toda a avaliação do desenvolvimento auditivo em crianças com perda neurossensorial de grau severo a profundo, assinale a alternativa CORRETA.
No Brasil, a atuação do fonoaudiólogo hospitalar é essencial em diversas áreas, inclusive em cuidados paliativos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cuidados paliativos são oferecidos a pacientes com doenças ameaçadoras da vida para melhorar a qualidade de vida desses pacientes e suas famílias, por meio da prevenção e alívio do sofrimento. Em um hospital público, Dona Vera, 68 anos, foi diagnosticada com câncer de pulmão em estágio avançado e encontra-se em cuidados paliativos. Sua principal queixa é a dificuldade para engolir alimentos e líquidos, o que tem prejudicado sua nutrição e hidratação, além de afetar sua capacidade de se comunicar eficazmente com a família e a equipe de saúde.
Considerando o papel do fonoaudiólogo hospitalar em cuidados paliativos, é CORRETO afirmar que:
De acordo com Wulf (2020), a análise forense da fala envolve a utilização de técnicas específicas para a identificação de características linguísticas, vocais e articulatórias que auxiliam na elucidação de crimes.
Fonte: WULF, A. N. et al. Ferramentas e Protocolos Utilizados na Perícia Criminal Relacionados à Voz: Revisão de Literatura. Distúrbios Da Comunicação, São Paulo, v. 32, n. 1, p. 52–63, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.23925/2176-2724.2020v32i1p52-63
Considerando os seus estudos acerca da Perícia em Fonoaudiologia, qual das alternativas a seguir é uma prática recomendada para garantir a qualidade do material sonoro utilizado em investigações criminais?
Conforme a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), a gagueira é caracterizada por interrupções no fluxo da fala, incluindo bloqueios, prolongamentos e repetições de sons, sílabas, palavras ou frases. Além das manifestações na fala, esse tipo de disfluência também pode repercutir no convívio social envolvendo antecipação de dificuldades, evitação de situações de fala, desenvolvimento de uma autoimagem negativa, manifestações corporais, como tensão muscular e até movimentos involuntários.
Acerca das disfluências, assinale a alternativa CORRETA.
Maria, uma professora de 45 anos, começou a apresentar episódios frequentes de tontura acompanhados de náusea e cefaleia. Esses sintomas a deixaram insegura para conduzir suas aulas e realizar tarefas domésticas. Após a avaliação, ela foi diagnosticada com uma disfunção vestibular. Dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 5% da população adulta brasileira sofre de vertigem crônica, frequentemente acompanhada de náusea e cefaleia.
Em relação ao manejo fonoaudiológico dessas condições, marque a alternativa CORRETA.
Segundo Rossi et al. (2021), os pacientes com câncer de cabeça e pescoço frequentemente enfrentam desafios significativos na comunicação e na deglutição devido aos tratamentos agressivos. A American Speech-Language-Hearing Association (ASHA) acrescenta que entre 50% a 75% dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço necessitam de algum tipo de intervenção fonoaudiológica devido a problemas relacionados à deglutição (disfagia), voz (disfonia) e comunicação (afasia).
Fonte: ROSSI, V. C. et al. Speech therapy in head and neck cancer. Braz J Otorhinolaryngol, 2021;87:495---6. DOI: https://doi.org/10.1016/j.bjorl.2021.02.002AMERICAN SPEECH-LANGUAGE-HEARING ASSOCIATION. American Speech-Language-Hearing Association (ASHA). Disponível em: https://www.asha.org/. Acesso em: 6 jul. 2024
Considerando a atuação do fonoaudiólogo nesse contexto, analise as afirmações a seguir.
I- O fonoaudiólogo participa ativamente na equipe multidisciplinar, atuando no momento do diagnóstico e orientação pré-cirurgia por meio de técnicas para a produção de voz esofágica ou traqueoesofágica para evitar possíveis sequelas.
II- A quimioterapia e radioterapia causam sequelas temporárias ou permanentes na deglutição e na fala e a intervenção do fonoaudiólogo busca minimizar esses efeitos adversos.
III- A fonoterapia inicia-se entre 45 e 60 dias após a cirurgia de cabeça e pescoço, após o período de cicatrização, visando a manter a função vocal e incluindo orientações sobre o cuidado com o estoma e técnicas de reabilitação vocal.
IV- A fono-oncologia busca promover a reintegração social e a qualidade de vida dos pacientes através da reabilitação vocal e da adaptação funcional da alimentação.
V- Em casos de laringectomia total, o fonoaudiólogo desempenha um papel crucial na reabilitação vocal, incluindo o uso de próteses fonatórias e técnicas para a produção de voz esofágica ou traqueoesofágica, com o objetivo de restaurar a capacidade de comunicação dos pacientes.
É CORRETO o que se afirma apenas em: