Foram encontradas 60.035 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
China compra 70% da soja e 63% do minério de ferro exportado pelo Brasil
Economia brasileira tem saldo positivo em cerca de 30 bilhões de dólares no comércio com os chineses
Principal parceira comercial do Brasil, a China é destino de mais um quarto das exportações totais brasileiras, respondendo por mais de 90 bilhões de dólares em 2022, com commodities como soja, petróleo e minério de ferro dominando as vendas externas ao país asiático.
https://www.infomoney.com.br/economia/china-compra-70-da-soja-e-63-do-minerio-de-ferro-exportadopelobrasil/#:~:text=Depois%20da%20soja%2C%20o%20petr%C3%B3leo,de%20d%C3%B3lares%20vieram% 20da%20China.
Texto II

A relação bilateral que aparece nos textos acima mostra que:
[Questão Inédita] Observe o gráfico abaixo sobre a balança comercial do agronegócio brasileiro

O desempenho da balança comercial do
agronegócio brasileiro indicado no gráfico
contribui para:
Documento I
No Brasil, a transição da década de 1970 para 1980 produziu um processo de reação às estruturas socioeducacionais que se cristalizavam. Esse momento foi marcado pela transição à democracia, decorrente da abertura política dos anos finais do regime civil-militar, implantado no Brasil a partir de 1964. Muitos ecos dessa transição estiveram ligados à educação, o “de maior repercussão defendia a escola como um instrumento fundamental de (re)democratização do país” (COELHO, 2009. p. 111). Nesse sentido, a década de 1980 produziu no Brasil uma crítica acerca das implantações ideológicas no campo da educação estabelecidas com o regime civil-militar.
FERREIRA, Rafael Elias de Queiroz. Da rima à raça: narrativa rap e consciência histórica na poesia de Pelé do Manifesto. Programa de Pós-Graduação em Ensino de História. Universidade Federal do Pará. Dissertação de Mestrado em Ensino de História, 2018.
Documento II
Charge de Daniel Azulay. Disponível em: pr.gov.br. Acesso em: 23 abr. 2024.
A partir da análise dos documentos, é possível constatar que a educação, no referido contexto, priorizava o(a)
NUNES, Francivaldo Alves. Colônias agrícolas na Amazônia. Belém: Editora Estudos Amazônicos, 2012.
A partir da análise da referida legislação, dois elementos são estabelecidos como centrais. São eles:
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
A perspectiva historiográfica, apresentada pela historiadora Circe Bittencourt no fragmento acima, estruturou-se, fundamentalmente, por
LIDDINGTON, Jill. O que é História Pública? Os públicos e seus passados. In: ALMEIDA, Juniele Rabêlo de; DE OLIVEIRA ROVAI, Marta Gouveia. Introdução à História Pública. São Paulo: Letra e Voz, 2011.
Sobre a questão da História Pública, ela pode ser entendida como sendo
Documento I
“Epopeia Cabanagem”, tela de Benedicto Mello. Plenário Newton Miranda, da Assembleia Legislativa do Estado do Pará.
Documento II
É preciso compreender que se fazer cabano no Pará era uma opção difícil e que precisa ser analisada à luz de todo um modo de pensar e de estratégias de lutas, que, em certo modo, constituíam a vida cotidiana daqueles homens e mulheres de 1835 - 1837, porém que foram gestados muito tempo antes, entre pessoas concretas que vinham de inúmeros lugares, com línguas, tradições e trabalhos diferenciados dentro da realidade amazônica.
RICCI, Magda. “De la independencia a la revolución cabana: la Amazonia y el nacimiento de Brasil (1808-1840)”. In: PEREZ, José Manuel Santos & PETIT, Pere. La Amazonia Brasileña en perspectiva histórica. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 2006.
Os documentos apresentados acima produzem duas concepções sobre o movimento cabano, que podem ser identificadas,
respectivamente, em:
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: UnB, 1987.
No mundo grego antigo, notadamente na cidade de Atenas, a cidadania se relacionava diretamente ao direito de possuir
A alegoria publicada no periódico “A vida paraense” está intimamente ligada ao Movimento
1. Amapá: Oiapoque-Calçoene. 2. Amapá: Mazagão. 3. Pará: Alenquer (Rio Curuá). 4. Pará: Óbidos (Rio Trombetas/Cuminá). 5. Pará: Alcobaça (hoje Tucuruí) / Cametá (Rio Tocantins). 6. Pará: Caxiú (Rio Moju/Capim). 7. Pará: Mocajuba (litoral Atlântico do Pará). 8. Pará: Gurupi (atual divisa entre Pará e Maranhão). 9. Maranhão: Turiaçú (Rio Maracassumé). 10. Maranhão: Turiaçú (Rio Turiaçú). 11. Pará: Anajás (Lago Mocambo, ilha do Marajó).
BARRIGA, Letícia Pereira. O quadrilátero cabano e as cabanagens nos sertões da Amazônia: guerra, índios, rios e matas (1790-1841). Universidade Federal do Pará. Programa de Pós-graduação em História Social da Amazônia. Tese de Doutorado. Belém, 2023.
Segundo o levantamento de Vicente Salles, o espaço Colonial Amazônico foi palco de diversos movimentos que podem ser definidos como
Fonte: https://super.abril.com.br/cultura
Marque a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima: