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Os obstáculos ao crescimento econômico provinham sobretudo do próprio regime feudal, ao qual o baixo nível tecnológico estava subordinado. O sistema feudal baseia-se na apropriação pela classe senhorial - eclesiástica e laica - de todo o excedente da produção rural fornecida pela massa camponesa. Em tais condições de exploração os camponeses ficam sem meios de contribuir para progresso econômico sem que com isto os beneficiários do sistema tenham maiores possibilidades de investimento produtivo, embora a partir do século 11 o regime do senhorio banal tenha sido menos contrário ao crescimento do que seu anterior o regime dominial.
LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Tradução de Monica Stahel. São Paulo: Vozes, 2016, p. 223. [Adaptado].
Os elementos apresentados no texto resultaram em qual condição?
I – Televisão
II – Internet
III – Rádio
IV – Redes Sociais.
Estão corretas:
A minha atuação no movimento indígena se dá por intermédio da literatura. Com qual objetivo? Eu gosto de pensar que estou ajudando o Brasil a desentortar seu pensamento, contribuindo para olhar para os povos indígenas sem o crivo dos estereótipos. Isso ajuda todos nós a termos uma ideia mais objetiva do nosso processo histórico, colocando os povos indígenas nos lugares que eles escolhem, ou seja, como seres humanos, cheios de dificuldades, buscando responder às angústias da existência, com a possibilidade de serem pessoas violentas, ciumentas, raivosas, como todo ser humano. Para isso, busco arrancar da cabeça das pessoas a palavra índio, que carrega consigo uma série de estereótipos românticos e exóticos. As pessoas devem nos chamar por nossos nomes, pelo que somos de fato e não pelo que elas acham que nós somos (“índios”), sem esquecer que nós somos seres contemporâneos. Salvaguardar a nossa ancestralidade não significa renunciar à nossa contemporaneidade.
Adaptado de CERNICCHIARO, Ana Carolina. Daniel Munduruku, literatura para desentortar o Brasil. Crítica Cultural – Critic, Palhoça, SC, v. 12, n. 1, p. 15-24, jan./jun. 2017.
Com base no relato, analise as afirmativas a seguir a respeito do ativismo literário e indígena de Daniel Munduruku, na cena cultural e artística brasileira.
I. Para o autor, a escrita autoral indígena permite construir um relato sobre o processo de formação histórica da sociedade brasileira em contraposição às identidades equivocada a respeito de “brancos” e “índios” perpetuadas ainda hoje.
II. Para o autor, o vocábulo índio é redutor e perpetua imagens idealizadas: o indígena como representante do início da humanidade, em sintonia com a natureza, ou o índio tutelado, incapaz de se inserir no mundo do trabalho, por exemplo.
III. Para o autor, salvaguardar a ancestralidade significa preservar as tradições culturais, a língua e a cultura indígena tal como eram vividas pelos antepassados, de modo a proteger uma identidade específica.
Está correto o que se afirma em
Expressão que envolve festa, música e coreografia características e tradicionalmente reproduzidas no nordeste paraense. Teve origem no atual Estado do Pará no século XVII, a partir de danças e costumes indígenas, às quais somaram-se contribuições negras e europeias. O seu nome deriva do tambor artesanal utilizado nas apresentações. Sua dança é marcada por movimentos giratórios e a marcação coreográfica caracteriza-se por manter sempre um dos pés à frente do outro.
Com base no relato, assinale a opção que indica corretamente a manifestação cultural descrita.
A respeito dessa indagação, assinale a afirmativa que caracteriza corretamente uma das causas do elevado desmatamento no Pará.
( ) A vegetação predominante no Pará é a floresta tropical úmida, mas também podem ser encontrados manguezais no litoral, campos, na ilha de Marajó, e áreas de Cerrado, ao sul e ao noroeste do estado.
( ) O Pará é atravessado por rios que integram a bacia amazônica, entre os quais, o próprio Amazonas, o Jari, o Pará, o Tapajós, o Tietê e o Xingu, entre outros.
( ) O relevo paraense é caracterizado por baixas cotas altimétricas, com exceção de relevos escarpados no nordeste do Estado, como a Serras do Carajás e do Cachimbo, nas quais encontram-se altitudes superiores a 500 m.
As afirmativas são, respectivamente,