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BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez, 2008, pag. 204.
Sobre o tempo que o historiador trabalha, podemos afirmar que:
LEITÃO, Juarez. A Praça do Ferreira - República do Ceará Moleque. 2002, p. 27.
No ano de 2024, completa 60 anos do Regime Militar implantado no Brasil, marcando 20 anos de governo autoritário. Muitas mudanças aconteceram no âmbito político e econômico e nos espaços também. Temos um exemplo colocado na citação acima que fala da Praça do Ferreira, que foi modificada supostamente para conter os protestos.
Sobre as mudanças da Praça do Ferreira, podemos considerar que:
https://www.opovo.com.br/vidaearte/2024/04/01/ festival-na-praca-do-ferreira-premia-o-mentiroso-do-ano.
O jornal O Povo divulgou o Festival da Mentira, evento tradicional da cidade, que marca a nossa cultura do bom humor. Esse evento acontece embaixo de uma árvore que também faz parte da nossa identidade. É o chamado:
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 164-65.
O século XIX em Fortaleza foi caracterizado por movimentações artísticas e literárias. Na última década do século, jovens se reuniram para formar um grêmio literário com críticas aos estrangeirismos, tradição, sendo antecessores da Semana de Arte Moderna em 30 anos. Estamos falando da:
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 26.
A discussão em torno do local onde nascera Fortaleza foi questionada em 1965, pelo historiador Raimundo Girão, que atribuiu como marco inicial o:
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez: 2008, pág. 151.
Bittencourt nos coloca a discussão sobre um método de pesquisa da História. Ela se refere à:
BARROS. José D’ Assunção. O tempo dos historiadores. Petrópolis, RJ; Vozes, 2013, págs. 14-15.
Na citação acima, Barros conceitua o tempo dos historiadores. Para pensar o tempo histórico precisamos ainda de conceitos auxiliares da História. Estamos nos referindo à:
https://alascaconsultoria.blog/2019/07/19/novosestudos-arqueologicos-no-ceara-e-piaui/
Nessa perspectiva, podemos considerar os dois museus:
COSTA, Frederico Costa Ferreira. BARROS, Franscisco Sylvio de Oliveira. História no ensino Fundamental. SATE/UECE, 2012, pág. 14.
A citação acima se refere às correntes de pensamento que são:
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 14.
Na citação acima, temos o antigo conceito de pré-história e a sua contestação conceitual. Com base nesses elementos podemos considerar que: