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Q3595891 História
“Um dos objetivos básicos da História é compreender o tempo vivido de outras épocas e converter o passado em ‘nossos tempos’. A História propõe-se reconstruir os tempos distantes da experiência do presente e assim transformá-los em tempos familiares para nós.”

BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez, 2008, pag. 204.

Sobre o tempo que o historiador trabalha, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3595890 História
Em 1968, o Prefeito José Walter Cavalcante faz a demolição completa da praça e ergue uma coisa esquisita com canteiros altos em forma de caixões, interceptando a vista horizontal de tal modo que quem estivesse de um lado não enxergava o outro lado. Como era no tempo da ditadura militar, muita gente achava que aquelas paliçadas de cimento armado eram para evitar aglomeração no centro da praça e dificultar os comícios e mobilizações de protesto. O bate-papo vespertino, os bancos parlamentares e o convescote dos aposentados... tudo isso finou. Os cronistas e historiadores consideram que o Dr. José Walter, querendo ou não, decretou a morte da praça.

LEITÃO, Juarez. A Praça do Ferreira - República do Ceará Moleque. 2002, p. 27.

No ano de 2024, completa 60 anos do Regime Militar implantado no Brasil, marcando 20 anos de governo autoritário. Muitas mudanças aconteceram no âmbito político e econômico e nos espaços também. Temos um exemplo colocado na citação acima que fala da Praça do Ferreira, que foi modificada supostamente para conter os protestos.
Sobre as mudanças da Praça do Ferreira, podemos considerar que:
Alternativas
Q3595889 História e Geografia de Estados e Municípios
“Acontece nesta segunda-feira, 1°, na Praça do Ferreira, a 35° edição do Festival de Mentiras. O evento busca ressaltar a cultura de irreverência tão presente na história da Capital que vaiou o sol em 1942. O momento marca a abertura do mês do Humorista.”

https://www.opovo.com.br/vidaearte/2024/04/01/ festival-na-praca-do-ferreira-premia-o-mentiroso-do-ano.

O jornal O Povo divulgou o Festival da Mentira, evento tradicional da cidade, que marca a nossa cultura do bom humor. Esse evento acontece embaixo de uma árvore que também faz parte da nossa identidade. É o chamado: 
Alternativas
Q3595888 História
“(...) Antônio Sales, em depoimento posterior, afirmou que de início se posicionara contra a insistente ideia de Sabino e Ulisses de se criar um grêmio literário, pois temia que se fundasse mais uma sociedade como tantas anteriores com caráter formal de uma academia -mirim, burguesa, retórica e quase burocrática. Sales queria algo original, um tanto escandaloso, que sacudisse o nosso meio e tivesse repercussão lá fora.”

FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 164-65.

O século XIX em Fortaleza foi caracterizado por movimentações artísticas e literárias. Na última década do século, jovens se reuniram para formar um grêmio literário com críticas aos estrangeirismos, tradição, sendo antecessores da Semana de Arte Moderna em 30 anos. Estamos falando da: 
Alternativas
Q3595887 História
“Por décadas, uma historiografia mais antiga, do final do século XX, considerou a atual Barra do (rio) Ceará como local onde ‘nascera’ a capital cearense, atribuindo o ‘feito’ à Martins Soares Moreno e ao Forte de São Sebastião – daí, inclusive, o porquê no livro Iracema (1865), de Jose de Alencar, a referência ao ‘Guerreiro Branco’ Martim, cujas relações com a índia teria dado origem ao povo cearense”.

FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 26.

A discussão em torno do local onde nascera Fortaleza foi questionada em 1965, pelo historiador Raimundo Girão, que atribuiu como marco inicial o:
Alternativas
Q3595886 História
“São intensos os debates acerca dos pressupostos de uma apreensão objetiva dos acontecimentos vividos no calor do momento, de um presente que envolve emocionalmente quem o analisa e que constitui, por essa razão, uma história descartada por muitos historiadores.”

BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez: 2008, pág. 151.

Bittencourt nos coloca a discussão sobre um método de pesquisa da História. Ela se refere à: 
Alternativas
Q3595885 História
“O tempo dos historiadores, portanto, é sempre um tempo humano. Ele não é o tempo dos físicos dos astrônomos. Tampouco é o tempo dos calendários ou mera cronologia, ainda que destes modos de situar o tempo objetivamente o historiador precise se valer no decorrer de suas narrativas e análises historiográficas.”

BARROS. José D’ Assunção. O tempo dos historiadores. Petrópolis, RJ; Vozes, 2013, págs. 14-15.

Na citação acima, Barros conceitua o tempo dos historiadores. Para pensar o tempo histórico precisamos ainda de conceitos auxiliares da História. Estamos nos referindo à:
Alternativas
Q3595884 História
Com o avanço das técnicas arqueológicas, a paleontologia tem contribuído muito para a construção historiográfica das cidades onde foram encontrados fosseis raros evidenciando a existência de vida pré-Histórica e indígena bem anterior à colonização europeia, indicando marcos históricos antes da invenção da escrita. Os sítios arqueológicos são preservados pelo governo do Estado na construção de museus nos municípios fomentando a história local.

https://alascaconsultoria.blog/2019/07/19/novosestudos-arqueologicos-no-ceara-e-piaui/ 

Nessa perspectiva, podemos considerar os dois museus:
Alternativas
Q3595883 História
“No século XIX há um amplo desenvolvimento das forças produtivas que não deixou de repercutir na cultura, na ciência e na filosofia e, portanto, nos estudos sobre história. Novas correntes de pensamento buscavam dar forma racional às transformações ininterruptas que aconteciam.”

COSTA, Frederico Costa Ferreira. BARROS, Franscisco Sylvio de Oliveira. História no ensino Fundamental. SATE/UECE, 2012, pág. 14.

A citação acima se refere às correntes de pensamento que são: 
Alternativas
Q3595882 História
“Tradicionalmente se chama de “pré-história” o período que antecede a invenção da escrita. Ora, essa definição é muito frágil - será que uma pintura numa pedra, uma lenda, uma inscrição qualquer etc. não servem também como fontes históricas? Claro que sim. Entendemos que homem é um ser histórico; onde há presença humana há História. Assim, o homem faz história desde quando surgiu na terra e não apenas quando inventou a escrita.”

FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 14.

Na citação acima, temos o antigo conceito de pré-história e a sua contestação conceitual. Com base nesses elementos podemos considerar que: 
Alternativas
Q3595538 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa CORRETA que cita os dois maiores açudes situados no Estado do Ceará.
Alternativas
Q3595533 História e Geografia de Estados e Municípios
Quais bacias hidrográficas NÃO estão situadas na região hidrográfica do Rio Jaguaribe (CE)?
Alternativas
Q3595497 História
Durante os primeiros passos da redemocratização brasileira, o Ensino Religioso ficou marcado pela tendência:
Alternativas
Q3595342 História
No ano de 1838, sob o patronato do imperador Dom Pedro II, foi criado um instituto com a finalidade de “delinear e materializar um perfil de nação para o Brasil, dele faziam parte intelectuais da elite da Corte, instituída no Rio de Janeiro” (JARDIM et al., 2021). Qual o nome desse instituto?
Alternativas
Q3595338 História
O trabalho com documentos e diferentes linguagens no ensino de História abre uma nova perspectiva, ampliando o campo de ação e a sua concepção. A incorporação dessas novas fontes ocorre a partir de qual Escola?
Alternativas
Q3595335 História
Segundo Hobsbawm, em sua obra: “A era dos impérios, 1875-1914”, o que representa a expressão: “Belle Époque”?
Alternativas
Q3595334 História
Ao descrever sua obra: “A era dos impérios, 1875-1914”, Hobsbawm ratifica alguns ponderamentos sobre esse período. Nesse sentido, destaque a seguir, qual foi o eixo central em que foi organizada a história do século XIX?
Alternativas
Q3595333 História
De acordo com Fausto (1994), dentre os diversos fatores que sustentaram o uso da mão de obra escrava africana no Brasil, destacam-se, exceto: 
Alternativas
Q3595332 História
A forma como Boris Fausto apresenta a História do Brasil torna explícito o seu ponto de vista em relação à controvérsia existente entre historiadores. Dentro dessa sistemática, o referido autor tece algumas reflexões que dão sustentação ao seu pensamento frente a tais controvérsias. Assinale a alternativa a seguir que vai de encontro com as reflexões apresentadas na fase introdutória de sua obra: “História do Brasil”.
Alternativas
Q3595330 História
De acordo com Chartier (2009), em 2000, um dos principais temas do XIX Congresso Internacional de Ciências Históricas realizado em Oslo foi o “global history”. Essa proposta era baseada em uma série de rejeições, em paralelo, a uma nova forma de construir história pensada em escala mundial. Nesse contexto, destaque a seguir a alternativa que apresenta um erro conceitual.
Alternativas
Respostas
8601: A
8602: B
8603: B
8604: D
8605: C
8606: D
8607: A
8608: B
8609: B
8610: A
8611: C
8612: A
8613: A
8614: C
8615: A
8616: D
8617: A
8618: E
8619: B
8620: A