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(Hilário Franco Júnior. A Idade média: nascimento do ocidente)
Para o historiador Hilário Franco Júnior, entre outras possibilidades, observa-se a referida herança
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)
O excerto exemplifica
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)
Faz parte dos componentes indicados pelo autor
Somente nos anos 1930 a 1940, a capoeira volta à cena brasileira de maneira pública, por meio do presidente Getúlio Vargas, na revolução de 1930 [...].
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Considerando o exposto pelo fragmento, de acordo com Munanga e Gomes, Getúlio Vargas
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
A principal característica da estrutura política mencionada é
[...] o significado do conceito de escravo, no contexto das realidades africanas, é muito distinto daquele aplicado no Brasil ou em outras culturas, em diferentes épocas. Na África [antes do tráfico europeu], esse conceito seria aplicado a categorias distintas que nada têm ou pouco têm a ver com o conceito de escravo, tal como se deu na realidade escravista do Brasil colonial e das Américas de modo geral.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Para a obra em referência, uma dessas diferenças reside no fato de que, na África tradicional,
(Cavalcanti, T. M.; Rodrigues, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem)
De acordo com os autores, a “naturalização da escravidão” é um desdobramento
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula:conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O fragmento exemplifica
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O historiador Marcos Napolitano aponta que um dos desafios da pesquisa historiográfica do Tempo Presente refere-se à
Sabemos das imensas limitações desses marcos.
(Leandro Karnal, A História Moderna e a sala de aula. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Dentre as limitações apontadas pelo autor, encontra-se o fato de que
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
De acordo com o autor, a dicotomia mencionada foi cada vez mais enfatizada
(Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky. O que e como ensinar. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No fragmento, os autores enfatizam a importância de o ensino de História estar fundamentado
A França é, das antigas potências coloniais europeias, a que mais intervém nos assuntos africanos. Desde o processo de descolonização até hoje, os franceses já promoveram mais de cinquenta intervenções militares em países africanos (SIRADAG, 2014, p.119), ajudando a depor ou sustentando governantes de acordo com os seus interesses. Trata-se, portanto, de um país que pratica uma ativa política intervencionista no continente africano, sobretudo nos Estados que outrora estiveram sob o julgo do colonialismo francês, e onde mantém ainda diversas bases militares.
PENNA FILHO, Pio; BADOU, Koffi Robert. A França na África: as intervenções militares e suas motivações – o caso da Costa do Marfim. Carta Internacional, Vol. 9, n. 2, jul.-dez. 2014, p. 156.
O processo de descolonização das áreas ocupadas pelos franceses na África não foi um processo rápido, principalmente diante da reação de Paris para com dois casos em particular, a saber,
Observe as imagens e leia o excerto a seguir.


Nos últimos anos, estátuas e monumentos foram derrubados em diversas cidades da Europa e dos Estados Unidos por ativistas que participavam de manifestações. Em comum, todos esses alvos de protestos estavam associados
Não desconsiderando a importância de debates e as prováveis valorosas intenções de pessoas envolvidas na ECO-92, sua realização constituiu um evento no qual o governo brasileiro buscou vender uma imagem renovada e atrelada a ideais de preservação e sustentabilidade que não correspondiam à realidade brasileira. A imprensa reverberou o discurso em favor do meio ambiente e de novas formas de consumo e uso dos recursos naturais, ancorados em pressupostos de racionalidades eurocêntricas.
REGIANI, Álvaro Ribeiro; MEDEIROS, Kenia Gusmão. “Juruna quer vender uma pele de onça”: discursos sobre a sustentabilidade e a representação do indígena como naturalmente ecologista na Rio-92. Acervo, Rio de Janeiro, v. 34, n. 2, maio/ago. 2021, p. 22.
No contexto mencionado, um dos elementos eficientes na propaganda da sustentabilidade no Brasil foi a valorização da imagem dos indígenas como “naturalmente ecologistas”, cujas vidas estariam destinadas à preservação dos recursos naturais, alinhando-se ao projeto de
Observe o mapa a seguir.

O percurso representado no mapa corresponde à
Leia o texto a seguir.
A perspectiva do Mediterrâneo como palco para narrar uma história na longa duração remete, obviamente, à clássica obra de Fernand Braudel (1986), O Mediterrâneo e o mundo mediterrânico na época de Felipe II, publicada originalmente em 1966. Nela, o mar e as terras ao redor formam um pano de fundo quase imóvel – a longuíssima duração – para a história mais movimentada das estruturas (em particular, daquelas ligadas à produção e às trocas) e para a história rápida dos acontecimentos.
GUARINELLO, N. L. A bacia do Mediterrâneo e a cidade antiga: unidade e diversidade. R. Museu Arq. Etn. 38, 2022, p. 4.
Fernand Braudel, citado pelo autor no excerto, considera que os traços mais marcantes que conferem unidade ao Mediterrâneo são
Leia o texto a seguir.
Além de ser o domínio propício para o exame epistemológico das condições de possibilidade de construção de conhecimento válido, a teoria da história auxilia na análise dos princípios que organizam as distintas constituições narrativas de sentido, no estabelecimento de uma correlação substantiva entre o mundo da vida e o conhecimento histórico.
MENDES, Breno; ARRAIS, Cristiano Alencar; BERBERT JÚNIOR, Carlos Oiti. O lugar da teoria da história na formação de historiadores e historiadoras no ensino superior. Varia Historia, Belo Horizonte, v. 39, n. 79, e23108, jan./abr. 2023, p. 21.
O campo de reflexão ao qual os autores se referem e que propõe esse vínculo entre o pensamento histórico e a vida prática é a
Leia o texto a seguir.
Festa do Batuque: o batuque de terreiro é realizado em Flores de Goiás. Uma festa que ocorre no mês de julho e segue sendo uma referência da tradição negra na região. É composta por meio de batuques, através do instrumento bumba e ressalta a expressividade corporal da dança afro-brasileira.
LIGÉRO. L. et al. Manual de ações para o fomento do afroturismo em Flores de Goiás. ENAP, Brasília, 2023, p. 13. [Adaptado].
O evento mencionado demonstra a influência cultural de qual povo?
Leia o texto a seguir.
Apesar da forte pressão inicial por parte do poder, no sentido de impedir sua instalação e atividade na região de Goiás, o engenho para produção de cachaça e rapadura foi o que, de certa forma, conseguiu se manter como atividade paralela à mineração nesse primeiro momento da colonização inclusive com a obtenção de um considerável lucro.
COELHO, G. N. GOIÁS: A OCUPAÇÃO PELA AGROPECUÁRIA. História Revista, Goiânia, v. 2, n. 2, 1997, p. 28. [Adaptado].
Qual característica da economia goiana do século XVIII o texto demonstra?