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Q4013394 História
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"Bárbaros paraguayos! Aqui vos trago uma cohorte de voluntários para libertar-vos." Diabo Coxo, 31 de dezembro de 1865. Disponível em: www.funag.gov.br/ipri/btd/index.php/10-dissertacoes/4177-a-imprensa-guerra-o-imaginario-e-as-identidades-produzidasnas-caricaturas-da-imprensa-ilustrada-brasileira-e-paraguaia-durante-a-gerra-da-triplice-aliança-1864-1870. Acesso em: 11/11/2025.

A caricatura de Angelo Agostini, publicada em 1865, evidencia uma contradição acerca da participação do Brasil na Guerra do Paraguai. Essa contradição consiste na
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Q4013393 História
Júlio Prestes até podia ganhar nas urnas, rosnavam uns para os outros, mas Getúlio venceria nas armas. A alternativa de enveredar por uma solução armada não era fanfarronada dos jovens líderes civis - ela contava com a firme adesão dos tenentes.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. STARLING, Heloisa Murgel. Samba, malandragem e muito autoritarismo na gênese do Brasil moderno. In:. Brasil: Uma Biografia.p.356.

Entre o movimento tenentista abordado no texto, os tenentes que apoiaram a Aliança Liberal defendiam o(s) a(s)
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Q4013390 História
Texto 1

[...] Não lhe restava, pois, mais que uma de duas resoluções a tomar: ou proclamar de todo a independência, para ser herói [...] E, inspirado pelo gênio da glória, não tardou nem mais um instante: e passou a lançar, dali mesmo, do meio daquelas virgens Campinas, o brado resoluto de 'Independência ou morte."
VARNHAGEN, Adolfo. História da Independência do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917
Texto 2

Ao longo do caminho, com a aproximação da vila de Campo Maior, Fidié e suas tropas se depararam com uma coluna de revoltosos que entraram em linha de combate, sendo travada então no Piauí uma das mais importantes batalhas da Guerra de Independência. O combate foi próximo ao riacho Jenipapo, ocorrido em 13 de março de 1823.
SANTANA, Johny Araújo. O Piauí no processo de independência: contribuição para construção do Império em 1823. Revista Clio de Pesquisa Histórica.V. 33. N.02, 2015.

A análise contida no texto 2, quando comparada ao texto 1
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Q4013389 História
[...] Considerando que a ignorância, o menosprezo e a ofensa aos direitos da mulher são as únicas causas das desgraças públicas e da corrupção no governo, resolvem expor em uma declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis e sagrados da mulher.

Art. 1º. A mulher nasce livre e tem os mesmos direitos do homem. As distinções sociais só podem ser baseadas no interesse comum. 
Art. 2°. O objeto de toda associação política é a conservação dos direitos imprescritíveis da mulher e do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e, sobretudo, a resistência à opressão. [...]

DE GOUGES, Olympe. Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. França, 1791. Disponível em: https://direitoshumanos.dpu.def.br/declaracao-dos-direitos-da-mulher-e-da-cidada-de-1791-franca/. Acessado em: 07/11/2025.

A Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadā, no curso do avanço das ideias iluministas na França, pode ser lida como
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Q4013388 História
BBC News Brasil - Quando olhamos para os países da região após o fim das ditaduras, a Argentina parece ser o que com mais afinco se debruçou sobre a questão da justiça de transição. A revogação da lei de anistia, a criação do Conadep, a prisão de Videla, os julgamentos que acontecem até os dias de hoje. O país é um caso particular? Se sim, por quê?
Marina Franco - A Argentina é um caso particular em relação a como se resolveu a saída da transição. É diferente do Uruguai, do Chile, do Brasil. Se você olhar a partir do presente, é o melhor, é um modelo de como se julgar e investigar esses crimes. [...] O que aconteceu na Argentina foi que existiram as condições políticas para que pudesse haver justiça transicional. [...] As Forças Armadas saem de cena completamente derrotadas e fracassadas. Deixaram o poder com um fracasso político terrível, com um fracasso em uma guerra desastrosa - a Guerra das Malvinas -, com um fracasso econômico e uma crise atroz. Isso é o inverso do que aconteceu no Brasil. Durante o governo militar no Brasil se produziu um milagre econômico - muito questionado, mas houve um momento de crescimento.

Brasil é país que menos julgou e puniu crimes da ditadura na região, diz historiadora argentina. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-61171113. Acesso em: 07/11/2025.

A justiça de transição na Argentina ocorreu de forma divergente a outros países como o Brasil, Uruguai e Chile. Segundo a entrevistada, isso se deu em função do (da)
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Q4013387 História
A demora entre o projeto e a execução pode explicar-se pela vontade régia de esperar a volta de Martim Afonso, ou pela dificuldade de redigir as complicadas cartas de doações e os forais que as acompanham, ou, finalmente, pela falta de pretendentes à posse de terras incultas [...] Admira, até, como houve doze homens capazes de empresa tão aleatória. A nenhum dos membros da alta fidalguia tentou a perspectiva de semear povos. Os donatários saíram em geral da pequena nobreza, dentre pessoas práticas da Índia, afeitas ao viver largo da conquista. [...] Muitos nunca vieram ao Brasil, ou desanimaram com o primeiro revés.

ABREU, Capistrano de. Capítulos de História Colonial. Brasília: Conselho Editorial do Senado Federal, 1998.

O texto se refere à montagem da administração colonial na América Portuguesa, e descreve estabelecimento dos (das) 
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Q4013383 História
O objeto da História é, por natureza, o homem. Digamos melhor: os homens. Mais que o singular, favorável à abstração, o plural que é o modo gramatical da relatividade, convém a uma ciência da diversidade [...] são os homens que a história quer capturar [...] o bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe que ali está a sua caça.

BLOCH, M. Apologia da História, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. p.54.

No texto, Marc Bloch problematiza a produção historiográfica anterior ao Annales e tece uma crítica
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Q4012931 História
Analise as afirmativas sobre Ditadura Civil-Militar no Brasil (repressão, resistência, milagre econômico e o processo de redemocratização).
I. A Ditadura Civil-Militar combinou restrição de direitos e mecanismos de controle político, enquanto grupos diversos organizaram formas de resistência cultural e política.
II. O chamado milagre econômico vinculou-se a crescimento do PIB e a obras de infraestrutura, acompanhado por concentração de renda e aumento de desigualdades sociais.
III. O processo de redemocratização incluiu reorganização partidária, mobilização social e negociação institucional, culminando em transição para governo civil.
IV. O regime manteve eleições diretas para todos os cargos e preservou ampla liberdade de imprensa, com censura restrita a casos pontuais de segurança.
V. A política econômica do período priorizou redistribuição de renda e controle de capital externo, com redução consistente de desigualdades ao longo dos anos.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
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Q4012930 História
Na década de 1930, desemprego e instabilidade aumentam tensões sociais, e projetos autoritários ganham força, colocando democracias em crise. Marque a afirmação CORRETA. 
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Q4012929 História
No Brasil Império, disputas entre centralização e autonomia provincial convivem com expansão do café e com avanço do debate abolicionista. Assinale a afirmativa CORRETA.
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Q4012928 História
Considerando a afirmação: Na Inglaterra do Século XIX, a fábrica reorganiza o tempo do trabalho, a cidade cresce rapidamente e novas pautas coletivas surgem entre trabalhadores, está CORRETA a assertiva
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Q4012927 História
No século XVII e XVIII, debates sobre direito, soberania e limitação do poder atravessam o Atlântico e aparecem em revoluções distintas, está CORRETA a seguinte afirmação:
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Q4012926 História
Analise as afirmativas sobre o tráfico negreiro, a economia açucareira e o cotidiano nas senzalas e quilombos.
I. O tráfico negreiro organizou-se como fenômeno local, pouco integrado a redes atlânticas, com participação europeia e americana de alcance limitado.
II. A economia açucareira articulou grandes propriedades, trabalho escravizado e comércio atlântico integrado a interesses europeus, africanos e coloniais.
III. O cotidiano nas senzalas aproximou-se de trabalho por contrato e salário, com controle do próprio tempo e negociação regular de jornadas.
IV. Quilombos restringiram-se a esconderijos temporários e individuais, com organização comunitária discreta e baixa articulação com redes vizinhas.
V. Quilombos e outras resistências envolveram fuga, negociação, práticas culturais e organização comunitária, disputando liberdade e autonomia em diferentes contextos.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
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Q4012925 História
Na colonização das Américas, diferentes modelos de ocupação produziram sociedades diversas, e resistências indígenas e africanas assumiram formas variadas. Marque a assertiva CORRETA.
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Q4012923 História
No século XVI, rotas oceânicas conectaram Europa, África e América, e governos disputam monopólios, metais e impostos sobre o comércio. Qual a assertiva CORRETA sobre mercantilismo e expansão marítima?
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Q4012922 História
No século XVI, disputas sobre autoridade, práticas religiosas e leitura da Bíblia reconfiguram alianças políticas e formas de vida cotidiana. Marque a afirmação CORRETA sobre Reforma Protestante e Contrarreforma.
Alternativas
Q4012920 História
Na Idade Média, textos traduzidos, tratados de medicina e cálculos astronômicos circulam em centros urbanos islâmicos ligados a rotas comerciais. Assinale a afirmação CORRETA sobre origens, expansão, ciência e cultura árabe.
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Q4012919 História
Na formação do mundo medieval, relações pessoais de dependência, posse da terra e legitimidade religiosa moldam o poder. Marque a assertiva CORRETA sobre Feudalismo, Igreja Católica e Reinos Germânicos. 
Alternativas
Q4012918 História
No mapeamento de rotas e portos, a turma identifica circulação de cerâmicas, moedas e crenças em várias margens. O Mediterrâneo como espaço de trocas entende-se por
Alternativas
Q4012917 História
Analise as afirmativas sobre Mali, Gana e Songai (rotas transarianas e diversidade cultural).
I. As rotas transarianas conectaram esses reinos a redes de comércio, articulando produtos como ouro e sal e fortalecendo centros urbanos de troca.
II. A base econômica desses reinos organizou-se sobretudo por agricultura de subsistência, e o comércio de longa distância teve papel discreto.
III. A presença do islamismo em parte de elites e cidades conviveu com práticas locais diversas, compondo pluralidade cultural na região. 
IV. Cidades como Timbuktu destacaram-se como polos de estudo e produção escrita em certos períodos, ligadas a circuitos comerciais e religiosos.
V. A organização política desses reinos baseou-se em vínculos vassálicos semelhantes aos feudos europeus, com servidão como eixo do poder.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Respostas
181: A
182: B
183: C
184: B
185: C
186: D
187: A
188: A
189: C
190: D
191: B
192: E
193: C
194: D
195: B
196: D
197: C
198: A
199: D
200: B