Questões de Concurso

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Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425096 Biologia

Na figura a seguir estão ilustradas quatro formas de especiação:


Imagem associada para resolução da questão
São elas, respectivamente,

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425095 Biologia

Nos bosques do Nordeste dos Estados Unidos, onde os carvalhos são abundantes, grande quantidade de bolotas é produzida a cada três ou quatro anos. O principal predador das bolotas de carvalhos é o Camundongo-de-pés-brancos (Peromyscus leucopus). Nos anos de baixa produção de bolotas, a população de camundongos diminui. Os camundongos também se alimentam da larva da mariposa-cigana (Lymantria dispar). Essas larvas se alimentam de folhas das árvores de carvalho. Em anos de baixa produção de bolotas é verificada baixa população de aves, porque

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425094 Biologia

Os biólogos agrupam os organismos de acordo com seus relacionamentos evolutivos. Linnaeus desenvolveu um sistema de organização dos organismos em série ascendente de categorias menores sempre inclusas em categorias maiores. O sistema hierárquico do cogumelo champignon é

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425093 Biologia

Rãs-leopardo selvagens machos começaram a apresentar anomalias, incluindo atraso no desenvolvimento e hemafroditismo. Outras possuem sacos vocais com crescimento atrasado. A feminilização de machos somada com o problema da vocalização para atração das fêmeas está reduzindo a probabilidade de acasalamento. Foi descoberto que essas mudanças nas rãs machos são causadas pela exposição à atrazina, herbicida muito utilizado. O processo que provoca as mudanças nas rãs-leopardo é a alteração genética de

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425092 Biologia

Na análise da flutuação populacional da figura abaixo temos, nos estágios 1, 2, 3, 4 e 5, respectivamente, uma população


Imagem associada para resolução da questão


Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425091 Biologia

Nomenclatura científica é a atribuição de nomes aos organismos vivos. O nome científico é reconhecido em todas as línguas e assim podemos nos comunicar globalmente. Cada espécie tem seu nome, que é único e segue algumas regras. Assinale a alternativa que demostre a utilização correta da nomenclatura científica.

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425090 Biologia

Começa um incêndio na floresta. A madeira pode, no início, estar ligeiramente úmida e por isso não queima muito bem. Uma vez iniciado o incêndio, a madeira próxima às chamas se torna totalmente seca e começa a queimar, o que, por sua vez, seca um volume ainda maior de madeira, resultando em um incêndio de proporção ainda maior. Quanto maior a proporção do incêndio, maior a quantidade de madeira que se torna seca e mais rapidamente aumenta o incêndio. Esse é um exemplo de

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425068 Português

Na frase abaixo, a ordem cronológica em que as ações acontecem é inferida pelo leitor como a mesma em que os verbos estão distribuídos na frase. Sabendo disso, assinale a única alternativa em que a ordem cronológica das ações referidas na frase abaixo permanece a mesma.


“O professor Felipe percebeu que sua turma seria difícil, conversou com colegas e analisou cada aluno individualmente.”

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425067 Português

Texto 1


Para as turmas desafiadoras, novas práticas


O que fazer quando aquela classe faz o professor questionar a sua capacidade e prática docente


Por Felipe Bandoni


“A turma mais dificil é o 7º ano. Nunca tive alunos

que me fizessem sentir tão vulnerável. Acho que

desaprendi a ser professor” Essas palavras foram ditas

por um colega muito experiente. Fiquei perplexo, pois ele

5 é uma referência, querido pelos alunos e admirado pelos

colegas; o tipo que sempre traz soluções. Levei um

choque, e sua fala me fez perceber que todos

enfrentamos turmas que colocam em xeque nossa

habilidade e experiência.

10 Quando percebemos que uma turma será muito

dificil, é porque nosso repertório está se esgotando.

Precisamos de outras saídas e, para chegar a elas, é

fundamental conversar com colegas, coordenação e

direção. Um ótimo início é fazer uma análise aluno a

15 aluno, buscando entender o que é do grupo e o que é

individual. Uma vez detectados quais os casos mais

sérios, é importante definir encaminhamentos que toda a

equipe realizará: em que situações alunos poderão ser

excluídos da sala, por exemplo? Em que casos pedir

20 ajuda à direção? É muito importante que a equipe faça

intervenções conjuntas e consistentes.

Os alunos percebem rapidamente quando estamos

desarticulados e usam isso em seu enfrentamento: “Se a

outra deixou, por que você não deixa?” Também é preciso

25 assumir nossa parcela de responsabilidade. Em que

medida nossas aulas contribuem para gerar indisciplina?

Ninguém propõe intencionalmente atividades que

estimulam o tumulto, mas é preciso reconhecer que

algumas não funcionam com certas turmas. Pode ser um

30 problema da nossa prática, mas também ser um choque

entre ela e os estudantes que, muitas vezes, estão

imaturos para certas propostas. Nas classes dificeis que

enfrentei, por exemplo, percebi que aulas expositivas são

ruins, pois eram gatilho para a distração. Aprendi, na

35 marra, a reduzir esse tipo de aula para as inquietas.

Turmas assim dão muito trabalho, mas também as

maiores recompensas. Caso os professores revejam suas

práticas e se organizem como grupo para fazer

intervenções consistentes, serão aquelas que ficarão na

40 nossa memória e que nos farão acreditar que

contribuímos para a transformação dos nossos alunos.


Felipe Bandoni é professor de Ciências na Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Disponível em: https://novaescola.org.briconteudo/18218/para-as-turmas-desafiadorasnovas-praticas. Acesso em: 03/12/2019 (adaptado)

A partir da leitura do Texto 1, assinale a única alternativa em que o referente do primeiro termo é, no texto, retomado pelo segundo.

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425065 Português

Texto 1


Para as turmas desafiadoras, novas práticas


O que fazer quando aquela classe faz o professor questionar a sua capacidade e prática docente


Por Felipe Bandoni


“A turma mais dificil é o 7º ano. Nunca tive alunos

que me fizessem sentir tão vulnerável. Acho que

desaprendi a ser professor” Essas palavras foram ditas

por um colega muito experiente. Fiquei perplexo, pois ele

5 é uma referência, querido pelos alunos e admirado pelos

colegas; o tipo que sempre traz soluções. Levei um

choque, e sua fala me fez perceber que todos

enfrentamos turmas que colocam em xeque nossa

habilidade e experiência.

10 Quando percebemos que uma turma será muito

dificil, é porque nosso repertório está se esgotando.

Precisamos de outras saídas e, para chegar a elas, é

fundamental conversar com colegas, coordenação e

direção. Um ótimo início é fazer uma análise aluno a

15 aluno, buscando entender o que é do grupo e o que é

individual. Uma vez detectados quais os casos mais

sérios, é importante definir encaminhamentos que toda a

equipe realizará: em que situações alunos poderão ser

excluídos da sala, por exemplo? Em que casos pedir

20 ajuda à direção? É muito importante que a equipe faça

intervenções conjuntas e consistentes.

Os alunos percebem rapidamente quando estamos

desarticulados e usam isso em seu enfrentamento: “Se a

outra deixou, por que você não deixa?” Também é preciso

25 assumir nossa parcela de responsabilidade. Em que

medida nossas aulas contribuem para gerar indisciplina?

Ninguém propõe intencionalmente atividades que

estimulam o tumulto, mas é preciso reconhecer que

algumas não funcionam com certas turmas. Pode ser um

30 problema da nossa prática, mas também ser um choque

entre ela e os estudantes que, muitas vezes, estão

imaturos para certas propostas. Nas classes dificeis que

enfrentei, por exemplo, percebi que aulas expositivas são

ruins, pois eram gatilho para a distração. Aprendi, na

35 marra, a reduzir esse tipo de aula para as inquietas.

Turmas assim dão muito trabalho, mas também as

maiores recompensas. Caso os professores revejam suas

práticas e se organizem como grupo para fazer

intervenções consistentes, serão aquelas que ficarão na

40 nossa memória e que nos farão acreditar que

contribuímos para a transformação dos nossos alunos.


Felipe Bandoni é professor de Ciências na Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Disponível em: https://novaescola.org.briconteudo/18218/para-as-turmas-desafiadorasnovas-praticas. Acesso em: 03/12/2019 (adaptado)

Assinale a única alternativa em que a reescritura do trecho fornecido permanece adequada ao que preceitua a norma culta da língua portuguesa e com o mesmo sentido presente no texto.


“Levei um choque, e sua fala me fez perceber que todos enfrentamos turmas que colocam em xeque nossa habilidade e experiência.” (I. 6-9)

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425060 Português

Texto 1


Para as turmas desafiadoras, novas práticas


O que fazer quando aquela classe faz o professor questionar a sua capacidade e prática docente


Por Felipe Bandoni


“A turma mais dificil é o 7º ano. Nunca tive alunos

que me fizessem sentir tão vulnerável. Acho que

desaprendi a ser professor” Essas palavras foram ditas

por um colega muito experiente. Fiquei perplexo, pois ele

5 é uma referência, querido pelos alunos e admirado pelos

colegas; o tipo que sempre traz soluções. Levei um

choque, e sua fala me fez perceber que todos

enfrentamos turmas que colocam em xeque nossa

habilidade e experiência.

10 Quando percebemos que uma turma será muito

dificil, é porque nosso repertório está se esgotando.

Precisamos de outras saídas e, para chegar a elas, é

fundamental conversar com colegas, coordenação e

direção. Um ótimo início é fazer uma análise aluno a

15 aluno, buscando entender o que é do grupo e o que é

individual. Uma vez detectados quais os casos mais

sérios, é importante definir encaminhamentos que toda a

equipe realizará: em que situações alunos poderão ser

excluídos da sala, por exemplo? Em que casos pedir

20 ajuda à direção? É muito importante que a equipe faça

intervenções conjuntas e consistentes.

Os alunos percebem rapidamente quando estamos

desarticulados e usam isso em seu enfrentamento: “Se a

outra deixou, por que você não deixa?” Também é preciso

25 assumir nossa parcela de responsabilidade. Em que

medida nossas aulas contribuem para gerar indisciplina?

Ninguém propõe intencionalmente atividades que

estimulam o tumulto, mas é preciso reconhecer que

algumas não funcionam com certas turmas. Pode ser um

30 problema da nossa prática, mas também ser um choque

entre ela e os estudantes que, muitas vezes, estão

imaturos para certas propostas. Nas classes dificeis que

enfrentei, por exemplo, percebi que aulas expositivas são

ruins, pois eram gatilho para a distração. Aprendi, na

35 marra, a reduzir esse tipo de aula para as inquietas.

Turmas assim dão muito trabalho, mas também as

maiores recompensas. Caso os professores revejam suas

práticas e se organizem como grupo para fazer

intervenções consistentes, serão aquelas que ficarão na

40 nossa memória e que nos farão acreditar que

contribuímos para a transformação dos nossos alunos.


Felipe Bandoni é professor de Ciências na Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Disponível em: https://novaescola.org.briconteudo/18218/para-as-turmas-desafiadorasnovas-praticas. Acesso em: 03/12/2019 (adaptado)

Assinale a alternativa que represente a tipologia textual que predomina no Texto 1.

Alternativas
Q1913534 Biologia

Analise as afirmativas a seguir:


I. A célula animal é procariótica, ou seja, não apresenta o núcleo individualizado por membrana (carioteca).

II. A membrana plasmática não participa do metabolismo celular, pois sua função é impedir que substâncias entrem na célula.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1913533 Biologia

Analise as afirmativas a seguir:


I. A célula é a unidade estrutural, morfológica e funcional dos seres vivos. Todos os mamíferos possuem células.

II. A membrana plasmática participa ativamente do metabolismo celular, selecionando substâncias que podem entrar e sair da célula.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1819469 Biologia
Angiospermas são as plantas mais evoluídas, sendo representadas pelo milho e o feijão. Possuem raiz, caule, folhas, flores, frutos e sementes, protegidas por capa de celulose. A reprodução nas angiospermas e a planta adulta são chamadas, respectivamente, de
Alternativas
Q1819468 Biologia
As membranas celulares são cruciais para a vida da célula, pois definem seus limites e mantêm as diferenças essenciais entre o citoplasma e o ambiente extracelular. Sobre a membrana plasmática, considere as afirmativas a seguir. I – A bicamada lipídica fornece a estrutura fluida básica da membrana e serve como uma barreira relativamente impermeável à passagem da maioria das moléculas apolares, como o etanol e o glucose. II – As moléculas lipídicas do tipo glicolipídeos têm a mais extrema assimetria em sua distribuição membranar, ou seja, essas moléculas são encontradas na monocamada voltada para o meio extracelular. III – Os lipídeos da membrana apresentam a propriedade fisioquímica de hidrofobia e constituem o principal componente da membrana celular, representando cerca de 90% do total da maioria das membranas celulares animais. IV – Enquanto a bicamada lipídica determina a estrutura básica das membranas biológicas, as proteínas são responsáveis pela maioria das funções da membrana, servindo como enzimas, transportadores, receptores da sinalização celular e canais iônicos. V – A forma da membrana plasmática deve-se a uma rede de filamentos de actina que estão ligados a ela de várias maneiras, formando o córtex, o que permite que a célula desempenhe muitas funções essenciais tais a endocitose e a formação de estruturas de mobilidade. Estão corretos os itens
Alternativas
Q1819467 Biologia
Em uma comunidade, nenhuma espécie consegue sobreviver isoladamente, necessitando interagir permanentemente com as demais, de modo harmônico ou não. Na coluna esquerda abaixo estão relacionados alguns exemplos de ralações ecológicas. Relacione-as com a coluna da esquerda. I – Sociedade. II – Predatismo. III – Mutualismo. IV – Parasitismo. V – Inquilinismo. VI – Comensalismo. VII – Protocooperação. [ ] Tipo +/0. [ ] Anu e bovino. [ ] Peixe-agulha e pepino-do-mar. [ ] Ruminantes e microorganismos. [ ] Cupins apresentam polimorfismo. [ ] Cipó-chumbo – Cuscuta racemosa. [ ] Transferência de matéria e energia nas cadeias alimentares.
A sequência numérica correta é
Alternativas
Q1819466 Biologia
Os registros de doenças provocadas por vírus são milenares. Hieróglifos datados de 1400 a.C. descrevem a sintomatologia da poliomielite. O faraó Ramsés V sobreviveu à varíola, fato, testemunhado claramente pelas marcas das lesões (pústulas) deixadas em sua pele e preservadas pela mumificação. Ações preventivas utilizadas contra doenças virais e, especificamente, como a AIDS são
Alternativas
Q1816681 Biologia

Sobre o ciclo de vida e reprodução sexuada em angiospermas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) Os órgãos reprodutores em angiospermas são conhecidos por estróbilos e suas sementes ficam expostas sobre uma estrutura denominada ovário, que dá origem ao fruto.

( ) O grão de pólen, quando atinge o estigma de uma flor reprodutivamente compatível, absorve a solução açucarada produzida pelo estigma e germina, formando o tubo polínico.

( ) Na fecundação, o tubo polínico cresce no interior do estilete, atinge o ovário e penetra no óvulo pela micrópila; dentro de uma das sinérgides injeta os núcleos espermáticos.

( ) No carpelo há os sacos polínicos; no seu interior formam-se as células-mãe de grão de pólen, que por meiose se dividem e originam células haploides.

( ) O desenvolvimento do embrião começa com a divisão meiótica do zigoto, que produz duas células, sendo que uma dará origem ao suspensor e outra ao embrião.


A sequência está correta em

Alternativas
Q1816679 Biologia

Em relação à oogênese, analise as afirmativas a seguir.


I. São nas células germinativas primordiais, presentes nos embriões femininos, que há produção de oogônia no início da oogênese.

II. A oogônia divide-se por mitose para gerar células que iniciam a meiose, mas param o processo em metáfase I antes do nascimento.

III. Os dois ovários juntos, dos embriões femininos, contêm milhões de oócitos secundários, que alcançam a maturação completa entre o nascimento e a puberdade.

IV. No início da puberdade, o FSH estimula, periodicamente, um pequeno grupo de folículos a retomar seu crescimento e desenvolvimento.

V. Após ser liberado na ovulação, o oócito secundário somente retoma a meiose II se for penetrado por apenas um espermatozoide.


É INCORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q1816678 Biologia
O citoplasma forma o interior celular e, nas células eucarióticas, esse termo se refere apenas à região entre o núcleo e a membrana plasmática; e nele estão suspensas, na região conhecida por citosol, diversas organelas de forma e função especializadas. Dentre elas está o retículo endoplasmático liso que apresenta funções como:
Alternativas
Respostas
11521: A
11522: B
11523: D
11524: C
11525: B
11526: A
11527: E
11528: B
11529: C
11530: A
11531: D
11532: D
11533: A
11534: B
11535: B
11536: C
11537: A
11538: B
11539: B
11540: C