Questões de Concurso
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Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
É vedado ao arquiteto e urbanista promover e divulgar a
arquitetura e o urbanismo.
Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
O arquiteto e urbanista deve manter e desenvolver seus
conhecimentos, preservando sua independência de
opinião, sua imparcialidade, sua integridade e sua
competência profissional, desde que não haja acordo em
sentido contrário com seu contratante.
Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
O arquiteto e urbanista deve defender sua opinião, em
qualquer campo da atuação profissional,
fundamentando-a na observância do princípio da melhor
qualidade e rejeitando injunções, coerções, imposições,
exigências ou pressões contrárias às suas convicções
profissionais que possam comprometer os valores
técnicos e éticos e a qualidade estética do seu trabalho.
Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
O arquiteto e urbanista deve, no exercício das atividades
profissionais, zelar pela conservação e preservação do
patrimônio público.
Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
A promoção da justiça e a inclusão social nas cidades não
são princípios das obrigações para com o interesse
público a serem observados pelo arquiteto e urbanista.
Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
O arquiteto e urbanista deve considerar, na execução de
seus serviços profissionais, a harmonia com os recursos
e ambientes naturais.
Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
O arquiteto e urbanista não se responsabiliza pelas
tarefas ou pelos trabalhos executados por seus auxiliares
ou equipes ou sociedades profissionais que estiverem
sob sua administração ou direção.
Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
Considerando-se as obrigações gerais previstas no
Código de Ética e Disciplina do CAU/BR, é uma regra que
o arquiteto e urbanista deve defender os direitos
fundamentais da pessoa humana, conforme expressos
na Constituição brasileira e em acordos internacionais.
Em relação ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), julgue o item.
As recomendações do Código de Ética e Disciplina do
CAU/BR, quando descumpridas, não pressupõem
cominação de sanção, mas sua observância ou
inobservância poderá fundamentar argumento
atenuante ou agravante para a aplicação das sanções
disciplinares.
Como forma de otimizar o uso da iluminação natural e reduzir o uso da artificial, algumas estratégias arquitetônicas podem ser adotadas no edifício, como o uso de poço de luz, átrio e prateleiras de luz. De acordo com esse tema, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Poço de luz.
(2) Átrio.
(3) Prateleiras de luz.
( ) Previnem o ofuscamento quando colocadas acima do nível dos olhos, melhoram a qualidade da luz natural e também facilitam sua penetração mais profunda no ambiente, pois refletem a luz para a laje de forro interna da construção, aumentando seu alcance de iluminação, e podem ser usadas juntamente com o brise em alguns casos.
( ) Espaço luminoso interno envolvido lateralmente pelas paredes da edificação e coberto com materiais transparentes e translúcidos que admitem luz a ambientes internos da edificação.
( ) Área muito pequena para ser um espaço útil; é um espaço luminoso interno que conduz a luz natural para as partes internas da edificação; suas paredes internas geralmente têm acabamento de cores de alta refletância.
Em relação ao fenômeno da flambagem em componentes estruturais, analisar os itens abaixo:
I. Peças estruturais submetidas a esforços de compressão tendem a flambar mais quando suas alturas são maiores, e quando as alturas são reduzidas, o fenômeno da flambagem é sensivelmente reduzido. Outro fator que reduz a possibilidade de flambagem é a quantidade maior de vínculos da peça comprimida.
II. Quanto menor for a espessura da peça estrutural comprimida, menor a tendência à flambagem; da mesma forma que, quanto mais flexível for o material da peça, mais fácil é a ocorrência da flambagem.
III. Para materiais construtivos classificados como frágeis, a flambagem leva à ocorrência da ruptura do material. Já para materiais considerados dúcteis, antes de haver ruptura do material, acontece uma deformação permanente.
IV. Para evitar a flambagem, é possível tirar partido de pequenas alterações na seção transversal de peças metálicas leves, que conseguem enrijecer o perfil estrutural de maneira bastante considerável.
Estão CORRETOS:
Na construção civil, a utilização da inércia nos materiais permite diminuir ou atrasar os picos de calor externo recebidos em uma edificação, possibilitando, assim, conforto térmico no seu interior. Com relação à inércia térmica de uma construção, analisar os itens abaixo:
I. Utiliza-se o conceito da superfície equivalente pesada para a avaliação da inércia térmica da construção, que consiste na somatória das áreas das superfícies de cada uma das paredes interiores, inclusive piso e teto, multiplicadas por um coeficiente que será função do peso da parede e da resistência térmica de seus revestimentos em relação à área do piso do local.
II. O amortecimento e o atraso serão tanto maiores quanto menor for a inércia da construção.
III. A capacidade calorífica da parede é expressa através do fator denominado calor específico, que se mede pela quantidade de calor necessária para fazer elevar uma unidade de temperatura.
IV. A massa térmica das edificações pode estar contida em paredes, partições internas, pisos, coberturas, desde que constituídos de material com baixa capacidade térmica, como concreto, tijolos, telhas, etc.
Estão CORRETOS:
CULLEN descreve as várias formas de apropriação do espaço. Sobre esse assunto, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Truncagem.
(2) Enclave.
(3) Recinto.
( ) É a síntese da polaridade entre pés e pneus, são espaços urbanos interiores caracterizados pelo sossego e pela tranquilidade, em que o vai e vem das ruas não é tão notado; a praceta tem escala humana e geralmente é um espaço pontuado por árvores e bancos, que permitem descanso e contato humano.
( ) Espaço interior aberto para o exterior e que permite acesso livre e direto entre ambos; é um compartimento que pode ser alcançado com facilidade, mesmo que seja desviado do movimento principal.
( ) Quando o primeiro plano corta a perspectiva, ou seja, em vez de contemplarmos um edifício por sua totalidade, o que há é uma acentuação muito marcada do primeiro plano e, deste para o edifício, um salto brusco, uma súbita ruptura visual.
Considerando-se as imagens abaixo, extraídas da obra de FAZIO, MOFFETT e WODEHOUSE, mostrando desenhos da cidade do século XIX, assinalar a alternativa que indica os respectivos arquitetos de cada proposta:

Considerando-se a NBR 12722: Discriminação de serviços para construção de edifícios, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Na fase de estudos preliminares, ocorre a escolha de lugar. Essa fase também pode ser entendida como “fase de planejamento do empreendimento”.
( ) Na fase de construção, é realizada a análise da viabilidade técnico-econômico-financeira do empreendimento.
( ) Os estudos geotécnicos consistem, no mínimo, em sondagem de reconhecimento.
Considerando-se a NBR 9077: Saídas de emergência em edifícios, analisar os itens abaixo:
I. Os acessos podem ser constituídos por corredores, passagens, vestíbulos, balcões, varandas e terraços.
II. Bocel ou nariz do degrau é a borda saliente do degrau sobre o espelho, arredondada inferiormente ou não.
III. Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus, nem subir altura superior a 3,70m.
Estão CORRETOS: