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Weber rejeita, em suas construções teóricas, a maioria dos postulados positivistas e funcionalistas. Ele propõe que o cientista, guiado pelo interesse em conhecimento, desvincule-se de suas pré-noções e conduza com imparcialidade a análise científica.
Weber e Marx enxergam o capitalismo de formas diferentes. O primeiro o vê como uma organização econômica, racional, assentada no trabalho livre; o segundo o enxerga como uma forma de exploração do trabalho humano.
Para Weber, a relação entre ciência e sociedade não se dá pela via institucional e, sim, por meio dos valores, que, internalizados pelos indivíduos, se transformam em motivação para os fatos sociais.
Para Durkheim, o crime é um fato social patológico, não apenas por ocorrer em qualquer sociedade, mas por representar um elemento de integração das pessoas em torno de uma conduta valorativa ao punir o comportamento nocivo.
Durkheim acreditava que toda sociedade, assim como um organismo natural, por encontrar-se em contínuo processo de adaptação, apresenta estados de normalidade e de patologia.
Segundo Durkheim, os fatos sociais devem ser considerados como coisas, por ser impossível individualizá-los e, portanto, submetê-los a rigorosa observação científica.
A primeira grande contribuição de Durkheim à sociologia moderna foi a definição do método sociológico que estabelece regras a serem seguidas no estudo dos problemas da sociedade.
Durkheim é considerado o criador da sociologia como ciência independente das demais ciências sociais.
A responsabilidade pela emergência da questão social pode ser atribuída, unicamente, à grande concentração de máquinas, terras e ferramentas sob o controle de uns poucos indivíduos, o que provocou a insatisfação das massas operárias.
A deterioração das condições de vida nas cidades contribuiu para a ampliação dos problemas sociais e de surtos de violência, doenças infectocontagiosas e prostituição.
Na Inglaterra, o rápido processo de urbanização contribuiu para a criação de novos valores éticos e sociais.
A expansão da Revolução Industrial pela Europa consolida a nova sociedade capitalista baseada na indústria e na livre concorrência.
Uma das marcas indeléveis da Revolução Industrial foi a ocorrência de um grande fluxo migratório rural e a conseqüente concentração humana nas cidades.
A divisão e a especialização do trabalho contribuíram para o enriquecimento intelectual do trabalhador, e foi dispensada a contratação de mão-de-obra feminina e infantil durante a Revolução Industrial.
Com a Revolução Industrial, o trabalho passou a ser disciplinado pelo autocontrole do trabalhador. Os empresários e seus subcontratados consideravam desnecessária a supervisão dos serviços.
Uma das características da linguagem humana, como elemento cultural, é o seu caráter simbólico.
A ação humana distingue-se da ação animal por haver consciência de finalidade, ou seja, existe antes, como possibilidade, e sua execução é resultante da escolha dos meios necessários ao atingimento dos fins propostos.
A ação instintiva é regida por leis biológicas, idênticas na espécie e invariáveis nos indivíduos da mesma espécie.
Fundamentam um sistema cultural que se mantém inalterável ao longo da história de cada sociedade.
Estão limitados à linguagem escrita dos indivíduos das sociedades letradas, como acervo cultural manifesto.