Questões de Concurso
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Cuidados especiais devem ser tomados para não deixar em aberto os terminais secundários dos transformadores de corrente e de potencial, localizados no posto de medição. Se os equipamentos de medição ligados a esses transformadores forem desconectados, surgirão tensões elevadas, visto que não há efeito desmagnetizante nos secundários.

A fim de se evitar a entrada de água da chuva, enxurrada e corpos estranhos, as aberturas para ventilação das subestações abrigadas devem se situar no mínimo a 20 cm acima do piso exterior e devem ser construídas em forma de chicana.

Os relés buchholz têm a finalidade de sinalizar o painel de controle e acionar o equipamento de proteção quando há gás no interior do transformador.

Considere que um transformador possua, em cada fase, reatância igual a 2,1 pu (por unidade). Nesse caso, se a potência base for de 20 MVA e a tensão base for de 15 kV, então a reatância de cada fase do transformador será inferior a 23 Ω.

Para a proteção contra choque elétrico por contato indireto, cada elemento da subestação, como para-raios, carcaça de transformador, grades e suportes metálicos, deve ter seu aterramento individualizado, interligado às suas respectivas malhas de terra.
Se um autotransformador, sem perdas e com 396 espiras no primário, for ligado a uma fonte de 220 V, então, para uma tensão de 15 V na saída, o secundário deverá ter 27 espiras.
Considere um gerador CC de 220 V e 380 A de corrente de armadura; que a resistência de armadura (incluindo as escovas) do gerador seja 0,04 Ω e a resistência de campo em série seja 0,01 Ω. Nessa situação, a tensão gerada na armadura é inferior a 230 V.
A principal vantagem do motor série em relação ao motor em derivação é a facilidade de controle de velocidade.
As figuras a seguir ilustram máquinas com enrolamentos de campo autoexcitados.

No processo de conversão de energia, os dispositivos de medida e de controle, frequentemente referidos como transdutores, operam sob condições lineares de entrada e saída.
Os efeitos básicos produzidos pelo campo magnético que resultam na criação de forças são o alinhamento de linhas de fluxo magnético e a interação entre o campo magnético e as correntes elétricas em condutores.
Os dispositivos de conversão eletromecânica de energia possuem entreferros em seus circuitos magnéticos para separar as partes móveis. Na maioria dos casos, o armazenamento de energia ocorre predominantemente fora do entreferro, pelo fato de a relutância do entreferro ser muito superior à do material magnético.
Solenoide e relé, dispositivos produtores de força, são classificados como equipamentos de conversão contínua de energia.
O efeito Seebeck consiste no aparecimento de uma diferença de potencial nos terminais de um condutor, devido ao gradiente térmico entre as extremidades.
Nas instalações elétricas, ao se utilizar condutores de alumínio e de cobre, é necessário um cuidado especial na junção entre esses metais para se evitar a corrosão galvânica em presença de umidade.
Nos materiais condutores, a banda de valência é totalmente preenchida; nos materiais isolantes, a banda de valência é preenchida apenas parcialmente.
Os materiais ferromagnéticos, como o níquel na forma elementar, possuem regiões volumétricas microscópicas cujos momentos de dipolo magnético têm alinhamento na mesma direção e sentido.
Os materiais diamagnéticos possuem dipolo magnético permanente. Na presença de um campo magnético externo, os dipolos orientam-se no mesmo sentido do campo; removendo-se o campo, o material pode se tornar um ímã permanente.
As moléculas dos materiais dielétricos polares tendem a se alinhar na presença de um campo elétrico. O alinhamento será maior à medida que a intensidade do campo aumenta ou a temperatura diminui.
A diferença de potencial que pode ser aplicada aos terminais de um capacitor é limitada pela rigidez dielétrica do isolante usado nesse capacitor.