Questões de Concurso
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I - triagem: nesta etapa o gerador deverá identificar e quantificar os resíduos.
II - caracterização: deverá ser realizada, preferencialmente, pelo gerador na origem, ou nas áreas de destinação licenciadas para essa finalidade.
III - acondicionamento: o gerador deve garantir o confinamento dos resíduos após a geração até a etapa de transporte.
É CORRETO o que se afirma em:
I. A recuperação ambiental envolve apenas restaurar a estabilidade física (no que se refere aos processos erosivos e movimento de massa) e química (especialmente das drenagens ácidas de pilha de estéril e de rejeitos contendo sulfetos) de uma determinada área, para que a mesma esteja em condições de equilíbrio ambiental. II. São exemplos de ações de recuperação ambiental: reabilitação, atenuação ambiental, recuperação espontânea, requalificação e atenuação natural. III. Uma das formas de recuperar as frentes de lavras é através de retaludamento, revegetação (envolvendo, por exemplo, espécies arbóreas nas bermas) e instalação de murundus. IV. A recuperação ambiental nas áreas de disposição de resíduos sólidos necessita do tratamento de efluentes das bacias de decantação de rejeito e das águas lixiviadas em pilhas de rejeito e de estéreis, além da instalação de caixas de sedimentação à jusante das áreas. V. Uma das atividades mais comuns de recuperação ambiental é a reabilitação, que promove uma nova forma de utilização à área explorada. Este uso envolve a criação de um novo ecossistema, cuja características sejam obrigatoriamente mais próximas daquelas que se precederam antes da degradação.
Está INCORRETO o que se afirma apenas em
( ) Tipo A: águas subterrâneas ou superficiais provenientes de bacias sanitariamente protegidas, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e as demais satisfazendo aos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo consiste em desinfecção, correção do pH e decantação simples para águas contendo sólidos sedimentáveis. ( ) Tipo B: águas subterrâneas ou superficiais, provenientes de bacias não-protegidas, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e que possam enquadrar-se nos padrões de potabilidade, mediante processo de tratamento que não exija coagulação. O tratamento mínimo consiste em desinfecção e correção do pH. ( ) Tipo C: águas superficiais provenientes de bacias não protegidas, com características básicas definidas na tabela classificação de águas naturais para abastecimento público, e que exijam coagulação para enquadrar-se nos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo necessário é a coagulação, seguida ou não de decantação, filtração em filtros rápidos, desinfecção e correção do pH. ( ) Tipo D: águas superficiais provenientes de bacias não protegidas, sujeitas a fontes de poluição, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e que exijam processos especiais de tratamento para que possam enquadrar-se nos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo é o do tipo C e tratamento complementar apropriado a cada caso. ( ) Águas receptoras de produtos tóxicos, excepcionalmente, podem ser utilizadas para abastecimento público, quando estudos especiais garantam sua potabilidade, com autorização e controle de órgãos sanitários e de Saúde Pública competentes.
A sequência está correta em
I. Para alternativa 02: tratamento dos efluentes líquidos e posterior lançamento em águas superficiais, inclusive indiretamente, através da rede pluvial é vedado o lançamento superficial de efluentes, mesmo tratados, em corpos hídricos de Classe Especial. II. Para alternativa 03: tratamento dos efluentes líquidos e reúso para produção agrícola e cultivo de florestas plantadas no caso da disposição de efluentes líquidos industriais em áreas agrícolas, a aplicação de efluentes líquidos tratados somente será avaliada para culturas que são consumidas cruas, pomares, forrageiras (em pasteio direto com restrições de acesso) e áreas de reflorestamento e plantações florestais. Pode ser licenciada a utilização dos efluentes tratados em cultivo de olerícolas, tubérculos e raízes, e culturas inundadas, bem como as demais culturas cuja parte comestível entre em contato com o solo. III. Para alternativa 04: tratamento dos efluentes líquidos com disposição final no solo tem-se como condições gerais de viabilidade ambiental para adoção dessa alternativa, que os locais de disposição final dos efluentes deverão possuir solo favorável para esta finalidade, observando minimamente: espessura não saturada, composição química, capacidade de percolação e enquadramento da água subterrânea. IV. Para alternativa 05: tratamento dos efluentes líquidos e reúso para fins urbanos nos casos em que a água de reúso for destinada à irrigação paisagística, para volume superior a 20 m³/dia, deverá ser solicitada a abertura de processo específico para a atividade. Ainda deverão ser observadas as concentrações de cloretos e sódio, objetivando minimizar riscos de danos ao solo e a vegetação. Para tal, deverá ser observado no projeto parecer técnico de profissional habilitado para a taxa de aplicação, com concentrações para cloretos não superiores a 250 mg/L. V. Para alternativa 06: tratamento dos efluentes líquidos e reúso no processo produtivo deverá ser informado à FEPAM o balanço hídrico e o percentual de reúso dos efluentes líquidos tratados, definindo os diferentes usos dentro do empreendimento, bem como ser disponibilizado o relatório mensal das águas de reúso, reportando os volumes reutilizados e as situações emergenciais que não permitiram a reutilização, com as ações adotadas de descarte e correções operacionais.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Verificar a existência de recurso hídrico compatível para lançamento, indicando o ponto de lançamento (coordenadas geográficas em graus decimais, SIRGAS 2000) e a forma, se direta (através de emissário próprio) ou indireta (canalização pluvial). II. O lançamento dos efluentes líquidos deverá ser canalizado desde a saída da estação de tratamento de efluentes até o ponto de lançamento direto ou indireto. III. Informar ao órgão ambiental as substâncias típicas que podem estar presentes nos efluentes líquidos, com base nas matérias-primas e insumos característicos de suas atividades. IV. Em caso de lançamento de efluente líquido sanitário, consultar a lista de mananciais de abastecimento público com registro de floração de cianobactérias (Anexo A) para aferir a necessidade de remoção de nitrogênio amoniacal e fósforo total (Art. 18 da Resolução CONSEMA nº 355/2017). V. Verificar o atendimento à Resolução CONSEMA nº 355/2017, apresentando memorial de cálculo para atendimento ao seu Artigo 7º.
Está correto o que se afirma em

A percentagem (%) de sólidos suspensos removidos em 30 minutos nas três alturas é, respectivamente:
I. A preservação de amostras com a utilização de reagentes químicos tem provocado inúmeros acidentes. Deve-se evitar a manipulação inadequada e a técnica de pipetar o reagente com auxílio da boca, evitando-se, com isso, queimaduras nas mãos, corpo e pés, ataque ao esmalte dos dentes e ingestão acidental do reagente.
II. A condutividade indica a quantidade de sais presentes na água, fornecendo uma medida indireta da concentração de poluentes e uma indicação das modificações na composição do corpo d’água. Concentrações acima de 100 μS/cm (micro Siemens/cm), geralmente indicam ambientes impactados; valores altos podem também indicar características corrosivas da água. Em ambientes salobros, estuarinos e no mar, a expressão do resultado de condutividade é mS/cm (mili Siemens/cm).
III. Nas coletas de água bruta e sedimento, de uma forma geral, recomenda-se que: a coleta de água seja realizada depois da coleta de sedimentos; os últimos frascos a serem preenchidos de água do local devem ser direcionados aos ensaios microbiológicos, biológicos e aos que não podem sofrer aeração; e, a água superficial seja coletada depois da amostra em profundidade.
IV. Os técnicos devem estar treinados para manusear de forma segura os efluentes líquidos compostos de certas substâncias químicas e/ou constituintes infectocontagiosos. Por exemplo, efluentes contendo arsênio e cianeto apresentam toxicidade elevadas, mesmo em baixas concentrações; solventes, em geral, apresentam risco de explosão; muitos compostos químicos podem ser carcinogênicos ou apresentar risco de queimadura; esgotos e resíduos domésticos podem conter micro-organismos patogênicos. Portanto, os técnicos precisam estar preparados para as situações de emergência que podem ocorrer nos locais das amostragens, como as indústrias, as estações de tratamento de esgotos, os aterros sanitários e industriais e as plantas de incineração de resíduos sólidos.
V. A principal vantagem da utilização de recipientes de plástico autoclavável de alta densidade (polietileno, polipropileno, policarbonato etc.) para a coleta e a preservação de amostras é que eles contêm ésteres de ftalato, os quais facilitam a fixação dos parâmetros biológicos para posterior estudo laboratorial – após tratamento UHT.
VI. A amostra para o ensaio de sólidos sedimentáveis (todo material sólido que sedimenta por ação da gravidade em uma amostra aquosa) não requer preservação química e pode ser analisada em campo (ensaio imediato) ou no laboratório em até, no máximo, 24 horas após sua coleta. O método consiste na sedimentação, por ação da gravidade dos sólidos de densidade superior ao da água presentes na amostra.
Está correto que se afirma apenas em