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COLUNA I 1. Estágio 1 2. Estágio 2 3. Estágio 3 4. Estágio 4 5. Estágio 5 6. Estágio 6
COLUNA II ( ) Há o desaparecimento da espasticidade e a coordenação é quase normal. ( ) Combinações de movimentos mais complexos são aprendidos. ( ) O paciente apresenta controle voluntário das sinergias de movimentos. ( ) Período de flacidez, nenhuma movimentação de membros. ( ) Espasticidade começa a declinar, algumas combinações de movimento são controladas. ( ) Movimentação voluntária mínima.
Assinale a sequência CORRETA.
COLUNA I 1. Coxa vara 2. Coxa valga
COLUNA II ( ) O alinhamento da cabeça femoral e acetábulo pode aumentar a estabilidade articular. ( ) A cabeça femoral pode estar posicionada mais lateralmente ao acetábulo, o que favorece o deslocamento articular. ( ) Diminuição funcional do comprimento dos músculos abdutores do quadril. ( ) Aumento funcional do comprimento dos músculos abdutores do quadril.
Assinale a sequência CORRETA.
Um digitador que trabalha 30 horas semanais, procurou o serviço de saúde com queixa de formigamento e fraqueza muscular nas mãos. Foi feito o diagnóstico clínico de síndrome do túnel do carpo.
Este distúrbio musculoesquelético comprime uma estrutura responsável por inervar
Paciente do sexo feminino, 67 anos, costureira, com osteoartrite de joelhos há 5 anos. A paciente relata que há dois meses teve agravamento do quadro do joelho direito, com grande dificuldade para realizar agachamento, subir e descer escadas. Ao ser realizada a avaliação fisioterapêutica, foi detectado: crepitação bilateral, dor apenas no joelho direito de intensidade 8; joelhos varos, hipotrofia dos músculos quadríceps e encurtamento de ísquiostibiais bilateralmente. Em relação ao tratamento dessa paciente, analise as recomendações a seguir:
I Deve-se inicialmente realizar exercícios isocinéticos para manutenção e/ou ganho de força e trofismo muscular do quadríceps, pois essa atividade não exige movimento articular, protegendo assim a articulação.
II Deve-se orientar a paciente a subir escada colocando primeiro a perna esquerda e descer colocando primeiro à perna direita, para proteção da articulação do joelho mais acometido.
III Deve-se realizar aplicações da TENS convencional com frequência de 2Hz e duração de pulso de 80µs, para redução do quadro álgico.
IV Deve-se realizar aplicação de calor profundo, pois aumenta a atividade das metaloproteinases que irão promover síntese da cartilagem.
V Deve-se prescrever palmilha com elevação do bordo lateral para melhor distribuição das forças.
Para esse caso, estão corretas as recomendações presentes em
A fibromialgia é uma doença reumática caracterizada por dor difusa e crônica, embora apresente uma complexidade de manifestações clínicas. Em relação à fibromialgia, analise as afirmações a seguir:
I Na avaliação dos tender points, são investigados 11 pares de pontos, que devem ser palpados com pressão de 4Kg/f, geralmente tocados manualmente com a polpa do polegar.
II A fibromialgia pode ser acompanhada de sintomas musculosesqueléticos e de sintomas ou síndromes disfuncionais que acometem outros órgãos, como cefaleia tensional, enxaqueca, colo irritável e síndrome uretral feminina.
III No quadro clínico da fibromialgia, comumente se observa parestesia, rigidez articular e artrite, principalmente nas mãos.
IV Na fibromialgia, tem-se verificado diminuição de serotonina, um neurotransmissor que tem papel na modulação da dor.
V A fibromialgia cursa com rigidez matinal de longa duração, da mesma forma que outras doenças reumáticas inflamatórias.
Em relação à fibromialgia, estão corretas as afirmações
Pacientes com lesões de nervos periféricos podem apresentar vários sinais e sintomas na região correspondente à distribuição de cada nervo em particular. Chegou para avaliação e tratamento fisioterápico paciente, 35 anos com diagnóstico de lesão de nervo periférico de membro superior direito. A respeito das manifestações clínicas que esse paciente pode apresentar, considere os sintomas a seguir:
I Paresia ou paralisia flácida e hiporreflexia ou arreflexia detectadas na avaliação clínica.
II Paresia ou paralisia espástica e distúrbio da sensibilidade homolateral.
III Paresia ou paralisia flácida e distúrbio da sensibilidade homolateral.
IV Paresia ou paralisia espástica e hiperreflexia verificada durante a avaliação.
V Paresia ou paralisia flácida e distúrbio da sensibilidade contralateral detectadas na avaliação.
VI Paresia ou paralisia espástica e distúrbio da sensibilidade contralateral verificadas durante o processo avaliativo.
Com base no exposto, o paciente em questão pode manifestar os sintomas apresentados em
Paciente de 26 anos, sexo masculino, apresenta lesão do nervo radial, o que o levou a ter déficit de força para extensores de membro superior direito, mais pronunciadamente nos extensores de punho (grau de força 1). Considerando o comprometimento mais focal do paciente e o grau baixo de força muscular que ele apresenta, pode-se recomendar que seja utilizada a estimulação sensório-motora (Rood).
No que diz respeito à aplicação dessa técnica no paciente em questão,
A espondilite anquilosante é uma doença reumática, autoimune que acomete principalmente o esqueleto axial. A “postura do esquiador” é uma alteração comum decorrente da progressão dessa doença.
A “postura do esquiador” na espondilite anquilosante é observada devido ao fato do paciente apresentar: