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O sangue para testes de diagnóstico molecular com base na técnica de PCR deve ser coletado em tubo contendo heparina.
A coleta de sangue capilar por punção cutânea é corretamente realizada com lanceta, que deve penetrar 12 mm em região tibial anterior.
Para dosagens séricas de cálcio, potássio e lactato o paciente não deve realizar movimentos de abrir e fechar a mão depois de colocado o garrote.
No caso de coleta de sangue venoso utilizando-se garroteamento, o primeiro tubo de 5 mL coletado geralmente apresenta menor concentração de proteínas do que o quarto tubo.
A coleta de sangue venoso por punção pode ser realizada com o paciente deitado ou sentado, sendo importante que ele esteja em uma dessas posições há pelo menos 10 minutos
O profissional que realizar a coleta de sangue por punção venosa deve permanecer constantemente com luvas, colocando-as antes de iniciar a coleta do primeiro paciente e retirando-as somente após coletar o sangue do último paciente daquele período de trabalho.
As aplicações de identificação de SNPs auxiliam o mapeamento genômico e estudos funcionais e farmacogenéticos.
Os miRNA são genes RNA que são o complemento inverso de porções de transcritos de outros genes.
Os microRNAs (miRNAs) podem estar localizados em regiões intergênicas do genoma e possuir sua própria unidade de transcrição.
As sequências derivadas de bibliotecas de cDNA são processadas para identificar e eliminar as regiões de baixa qualidade, regiões de vetores, primers e outros contaminantes.
O método DDD (digital differential display) determina a significância da diferença de frequência de ESTs de um mesmo conjunto de bibliotecas de cDNA.
Em câncer de mama, os experimentos de microarranjo têm, consistentemente, separado tumores com base na presença ou ausência da expressão do receptor de estrogênio (ER).
A análise não supervisionada define classes de tumores por meio do agrupamento de genes ou espécimes, com base nas semelhanças dos perfis de expressão gênica, sem qualquer organização inicial.
A técnica de microarranjo permite a detecção de centenas e milhares de alterações em genes codificadores de proteínas e anormalidades em genes não codificadores.
O desenho experimental de um microarranjo permite a identificação de genes diferencialmente expressos e o desenvolvimento de novas ferramentas de diagnóstico.
A normalização utiliza descritores estatísticos que incluem a média, mediana, moda ou percentil da distribuição da intensidade das amostras no arranjo.
As medidas de intensidade de fluorescência, em cada canal de cor da imagem, podem ser distorcidas durante os passos de preparação de dados. A normalização de dados desconsidera condições experimentais como as variações de intensidade e hibridização
De modo geral, os passos para a análise de microarranjos são: preparação, aquisição, processamento, análise da imagem, quantificação e normalização e, finalmente, a identificação dos genes diferencialmente expressos.
O sequenciador 454 produz sequências de cerca de 250 bases de comprimento, enquanto o Illumina obtém fragmentos de DNA com 45 bases, no máximo.
A partir de um genoma de referência, pode-se mapear as sequências produzidas pelas novas tecnologias de sequenciamento e agrupá-las conforme sua posição relativa, e, a partir desse mapeamento, identificar polimorfismos responsáveis pela manifestação de doenças como o câncer.