Foram encontradas 16.931 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Desequilíbrio de ligação é a cossegregação entre uma dada característica e uma região do genoma. Essa análise é realizada com a utilização de heredogramas de grandes dimensões.
Se, para um dado gene do sistema HLA, existirem 100 alelos, dos quais o alelo “1” apresente uma frequência na população de 4% e o alelo “2” apresente uma frequência de 2,5%, a chance de se encontrar uma pessoa nessa população portando os dois alelos será de uma pessoa em cada 1.000 indivíduos.
Para estudos de associação é necessária a comparação de, pelo menos, dois grupos distintos, como doentes e não doentes ou doentes com manifestação grave e doentes com manifestação branda, sendo que ao menos a ancestralidade de ambos os grupos deve ser equivalente.
Estudo de associação é a busca de correlação estatística entre a presença de determinados alelos e(ou) genótipos e características específicas, como, por exemplo, doenças.
Os genes HLA-A, -B e -C apresentam altos índices de heterozigose em decorrência do alto número de alelos que eles apresentam.
A associação entre peptídios antigênicos e moléculas de classe I ou II é uma interação saturável e de baixa afinidade, com lenta taxa de associação e dissociação, permitindo que o complexo peptídio/HLA persista na superfície celular.
CD8 liga-se a moléculas de classe I e é expresso em células T cujos TCRs reconheçam peptídios associados a MHC de classe I. A maioria das células T restritas a MHC de classe I serve para erradicar infecções intracelulares.
A apresentação de antígenos endógenos (via MHC de classe I) e exógenos (via MHC de classe II) determina qual conjunto de células T responderá ao antígeno encontrado.
Para a ativação de linfócitos CD8+ imaturos é necessária a presença do antígeno específico em um contexto de MHC de classe I na superfície da célula alterada, além da presença de coestimuladores nas células apresentadoras de antígenos ou sinais provenientes de células CD4+.
O domínio α3 das moléculas de classe I interage com o antígeno CD4 dos linfócitos T CD4+ e, portanto, moléculas de classe I clássicas apresentam antígenos contra os linfócitos TCD4+.
A molécula de classe I HLA-G apresenta distribuição restrita a determinados tecidos, não sendo expressa constitutivamente.
As moléculas de classe II apresentam peptídios antigênicos aos linfócitos T CD4+ e são expressas predominantemente em algumas populações celulares do sistema imunitário, incluindo linfócitos B, células T ativadas, macrófagos e células dendríticas.
As moléculas de classe Ia são expressas de maneira codominante pela maioria das células somáticas nucleadas.
As moléculas de classe I são sintetizadas no retículo endoplasmático rugoso, onde se associam a peptídios antigênicos em seus sítios de ligação a peptídeos.
A fenda de ligação das moléculas de classe I do MHC acomoda peptídios de maior tamanho, comparada à fenda de ligação das moléculas de classe II.
Antígenos HLA de classe I são moléculas de superfície celular homodiméricas.
As moléculas de classe I compreendem uma cadeia pesada glicosilada, codificada por um gene de classe I, ligada não covalentemente a uma cadeia leve β2-microglobulina.
A cadeia pesada de uma molécula de classe Ia possui apenas dois domínios extracelulares, designados α1 e α2.
Os domínios α2 e β2 das moléculas de classe II são semelhantes estruturalmente ao domínio α3 das moléculas de classe I.
A doença do enxerto versus hospedeiro (GVHD, do inglês graft-versus-host disease) é uma condição que ocorre após um transplante de medula óssea, causada pela reação de células T maduras do doador contra o tecido enxertado.