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( ) O método de Willis permite a pesquisa de ovos e cistos.
( ) O método de Craig permite a pesquisa de cistos.
( ) O método de sedimentação espontânea (Lutz/Hoffman, Pons e Janer) é indicado para ovos e larvas de vários vermes.
( ) O método de Faust permite a pesquisa somente de cistos.
A sequência está correta em
A terminologia usada para descrever a coloração da urina normal varia de um laboratório para outro. As descrições mais comuns são amarelo‐claro, amarelo, amarelo‐escuro e âmbar. Em relação à coloração anormal da urina, analise.
I. A urina pode apresentar coloração esverdeada em infecções por Pseudomonas.
II. A coloração avermelhada pode ser associada à presença de hemoglobina, uma vez que se apresente transparente.
III. A urina com coloração marrom pode estar relacionada com altas concentrações de bilirrubina indireta no plasma.
IV. No diabetes insípido, o paciente pode produzir urina de cor amarelo‐pálida.
Estão corretas apenas as afirmativas
1. Vermelha. ( ) Nenhum aditivo ou adição de heparina para a obtenção de
soro ou plasma para a avaliação de metais.
2. Lavanda. ( ) Adicionado de anticoagulante EDTA sódico ou potássico;
obtém‐se sangue total para hematologia.
3. Azul. ( ) Sem anticoagulante; é utilizado na coleta de sangue para
obtenção de soro para bioquímica e sorologia.
4. Verde. ( ) Adicionado de oxalato de potássio (inibe a glicólise) para
a obtenção de plasma para testes bioquímicos.
5. Cinza. ( ) Anticoagulante citrato de sódio para obtenção de plasma
para provas de coagulação.
6. Royal ( ) Adicionado de heparina para obtenção de plasma para
testes bioquímicos.
A sequência está correta em
( ) A característica em comum dos mecanismos da imunidade inata é que eles reconhecem e respondem aos micro‐organismos, reagindo a substâncias não bacterianas.
( ) A imunidade inata contrapõe‐se à imunidade adquirida, que precisa ser estimulada e adaptada para encontrar o micro‐organismo antes de se tornar eficaz.
( ) A imunidade inata não está direcionada especificamente contra micro‐organismos, mas é um mecanismo de defesa inicial e poderoso capaz de controlar, e até mesmo erradicar, as infecções antes que a imunidade adquirida se torne ativa. ( ) Cada componente do sistema imunológico inato pode reconhecer muitas bactérias, vírus ou fungos como, por exemplo, os fagócitos que expressam receptores para o lipopolissacarídeo bacteriano (LPS, também chamado de endotoxina) presente em muitas espécies bacterianas, mas que não é produzido pelas células dos mamíferos.
( ) Os receptores do sistema imunológico inato estão codificados na linhagem germinativa, não sendo produzidos pela recombinação somática dos genes.
A sequência está correta em
De acordo com o tipo de bactéria e seu respectivo meio de cultura, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Gram‐positiva ou Gram‐negativa.
2. Neisseria gonorrhoeae.
3. Haemophilus influenzae.
4. Anaeróbios.
( ) Digestão péptica sanguínea.
( ) Tioglicolato.
( ) Ágar sangue / Ágar‐McConkey.
( ) Ágar chocolate / Thayer‐Martin.
A sequência está correta em
“Para o melhor aproveitamento e eficiência dos reagentes e bem como prevenir acidentes durante os trabalhos de laboratório, é conveniente seguir normas e rotinas básicas.”
(Bioquímica: Guia de aulas práticas. Por José Oscar dos Reis Remião, Antônio João Sá de Siqueira, Ana Maria Ponzio de Azevedo.)
Marque a alternativa INCORRETA sobre essas normas e rotinas.
I) Para a dissecção feita em cadáveres formolizados, o técnico de anatomia não precisará utilizar luvas de proteção, devido ao fato do corpo já estar com formol;
II) Os instrumentos utilizados pelo técnico de anatomia para fazer a síntese dos tecidos do cadáver são os mesmos utilizados no tempo cirúrgico equivalente em cirurgias eletivas feitas em hospitais, incluindo o material utilizado para o fechamento da cavidade abdominal, como fios específicos e agulhas;
III) O instrumental utilizado pelo técnico de anatomia e necropsia deverá conter serras manuais, tesouras e bisturis;
IV) O profissional deverá dispor de aventais, sapato impermeável e luvas de proteção adequadas ao ato de dissecção;
V) Cepos de madeira poderão ser utilizados para auxiliar o posicionamento do cadáver para dissecção, mesmo não sendo feitos de inox.
I) Os riscos químicos, físicos e biológicos no laboratório de anatomia humana, deverão obedecer às normas de biossegurança vigentes e às normas estabelecidas pelos órgãos competentes aos laboratórios de ensino, experimentação e pesquisa. Cabe ao Técnico de anatomia adequar a normatização de acordo com as suas necessidades, promovendo mudanças na normatização se achar necessário;
II) A permanência dos alunos em laboratórios de anatomia para aulas práticas será apenas permitida mediante o uso de jalecos adequados e devidamente fechados. Os sapatos deverão ser fechados e a calça comprida. Caso não estejam devidamente paramentados, os alunos não poderão permanecer nos laboratórios de anatomia. A autorização para permanência de alunos sem a paramentação especificada pelas normas de biossegurança poderá ser concedida pelos técnicos de anatomia;
III) Agentes de risco químico são as substâncias, compostas ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvido pelo organismo através da pele ou por ingestão, como fungos e bactérias;
IV) Nos laboratórios de anatomia humana, o técnico deverá fazer uso de óculos de segurança, visores ou outros equipamentos de proteção facial sempre que houver risco de espirrar material infectante;
V) Os restos de tecido humano, como pele e gordura retiradas nas dissecções feitas em cadáveres devem ser eliminados juntamente com o lixo comum, em sacos que devem ser totalmente fechados, de cor branca, com a inscrição “risco biológico" e de forma a não permitir o derramamento de seu conteúdo. Uma vez fechados, precisam ser mantidos íntegros até o processamento ou destinação final do resíduo que será feito pela empresa pública de limpeza e coleta de lixo que atende ao hospital ou instituição de ensino.