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Paciente, sexo masculino, 55 anos, hipertenso, diabético, dislipidêmico, comparece em consulta ambulatorial com queixa de dispneia aos esforços e ortopneia há seis meses. Ao exame físico foi constatada terceira bulha cardíaca e impulso apical cardíaco desviado para a esquerda. Foi feita a hipótese diagnóstica de Insuficiência Cardíaca (IC) crônica.
De acordo com as recomendações da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, sobre o uso de betabloqueadores no tratamento desses pacientes, assinale a afirmativa INCORRETA.
Paciente, sexo masculino, 55 anos, hipertenso, diabético, dislipidêmico, comparece em consulta ambulatorial com queixa de dispneia aos esforços e ortopneia há seis meses. Ao exame físico foi constatada terceira bulha cardíaca e impulso apical cardíaco desviado para a esquerda. Foi feita a hipótese diagnóstica de Insuficiência Cardíaca (IC) crônica.
De acordo com as recomendações da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, recomenda-se para esse paciente:
(Considere: VE – ventrículo esquerdo; IECA – inibidores da enzima conversora de angiotensina; BRA – bloqueadores dos receptores da angiotensina.)
Considere:
TTGO-1h: teste de tolerância à glicose por via oral após uma hora de uma sobrecarga de 75 gramas de glicose por via oral.
TTGO-2h: teste de tolerância à glicose por via oral após duas horas de uma sobrecarga de 75 gramas de glicose por via oral.
Paciente, sexo masculino, 36 anos, assintomático, sem comorbidades, comparece em consulta ambulatorial para obter mais informações sobre a profilaxia pré-exposição e pós-exposição ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana).
Paciente, sexo masculino, 36 anos, assintomático, sem comorbidades, comparece em consulta ambulatorial para obter mais informações sobre a profilaxia pré-exposição e pós-exposição ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). De acordo com as recomendações do protocolo clínico e das diretrizes terapêuticas para a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) oral à infecção pelo HIV, as medicações de escolha para a PrEP, na modalidade oral diária, são:
Paciente, sexo masculino, 36 anos, assintomático, sem comorbidades, comparece em consulta ambulatorial para obter mais informações sobre a profilaxia pré-exposição e pós-exposição ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana).
De acordo com as recomendações do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pós-Exposição (PEP) de risco à infecção pelo HIV, o tempo máximo para o início da PEP após a exposição é de:
Em relação à terapia trombolítica intravenosa com alteplase no Acidente Vascular Cerebral isquêmico agudo, analise as condições apresentadas a seguir:
I.Hiperglicemia isolada > 300 mg/dL pode ser corrigida antes da administração do medicamento.
II.Infarto cerebral pequeno em tomografia de crânio constitui contraindicação absoluta.
III.Plaquetas < 100.000/mm³ representa contraindicação absoluta.
IV.História de hemorragia intracraniana prévia constitui contraindicação absoluta.
V.PA > 185/110 mmHg, quando não possível de ser controlada, representa contraindicação absoluta.
É correto o que se afirma:
Mulher de 35 anos, previamente saudável, é levada ao pronto-socorro por apresentar, há 3 dias, febre alta, cefaleia intensa e confusão mental. Segundo a família, ela começou a falar frases desconexas e teve um episódio de crise convulsiva focal com generalização secundária. Está letárgica, desorientada no tempo e no espaço, com sinais sutis de rigidez de nuca. Ao exame neurológico, não há déficits motores. A TC de crânio sem contraste é normal. Foi realizada punção lombar, cujo líquor revelou:
Abertura: 180 mmH2O
Células: 60/mm3 (90% linfócitos)
Proteína: 85 mg/dL
Glicose: 65 mg/dL (glicemia: 100 mg/dL)
A ressonância magnética de crânio com contraste mostra hipersinal em T2 e FLAIR nos lobos temporais, principalmente à direita. EEG com descargas epileptiformes temporais direitas.
Considerando essa descrição, o diagnóstico mais provável é:
Um homem de 24 anos é levado ao pronto-socorro após um episódio de perda súbita da consciência durante o café da manhã. Segundo a esposa, ele subitamente soltou a xícara, virou os olhos para cima, caiu no chão e apresentou movimentos tônico-clônicos generalizados por aproximadamente 90 segundos, seguidos por um período breve de confusão mental e agitação e sonolência posterior por cerca de 20 minutos.
Não há relato prévio de crises, nem história de febre, trauma recente ou uso de substâncias. O paciente está afebril, orientado ao exame, sem déficits neurológicos focais, incluindo ausência de sinais meningorradiculares. A Tomografia de crânio é normal, laboratorial também sem alterações. Qual é a conduta mais adequada em relação ao tratamento medicamentoso neste momento, com as informações presentes neste caso?