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Paciente com mielodisplasia, hipertenso e diabético, apresenta quadro de piora súbita da função renal e da proteinúria.
Dos exames solicitados a seguir, o que justificaria a piora seria a
Um homem de 62 anos é encaminhado ao nefrologista porque suas pressões arteriais, no consultório médico de Atenção Primária, nunca estiveram abaixo de 190/120 mmHg. Todo o restante de sua avaliação é, entretanto, normal. Um pedido de autorização prévia para monitoramento ambulatorial da pressão arterial foi negado por seu plano de saúde.
Suas pressões arteriais domiciliares, medidas com um dispositivo oscilométrico semiautomático validado, apresentam média e desvio padrão de 120 ± 4/78 ± 3 (122 medições em 3 meses). Ele não tem histórico familiar de hipertensão. As pressões arteriais no consultório, aferidas com o mesmo aparelho, foram de 194/122, 196/120 e 192/118 mm Hg. O exame físico e os exames laboratoriais não apresentaram alterações.
Assinale a afirmativa correta a respeito da recomendação mais apropriada para ele.
Paciente idoso, em uso de polifarmácia, vem apresentando hiponatremia assintomática (Na 133mEq/L).
A seguinte medicamento deve ser reajustada no caso:
A nefrocalcinose é caracterizada pelo acúmulo de sais de cálcio em túbulos e interstícios.
Entre as causas da patologia na idade adulta, podemos assinalar
Paciente, masculino, 60 anos, apresenta aumento dos níveis séricos de ácido úrico e dor intensa no primeiro dedo do pé.
Entre as seguintes alterações, assinale a que caracteriza a gota de forma mais específica.
A conduta terapêutica inicial mais adequada para esse caso é
Os parâmetros ventilatórios iniciais mais adequados para uso do CNAF nesse paciente são
Com base no quadro apresentado, o diagnóstico mais provável é
Nas últimas consultas, os pais relatam poliúria (4,2 L/m²/dia), noctúria, atraso de crescimento (P < p3) e episódios de urgência miccional. Exame físico: PA 112/70 mmHg (p95 para idade/estatura), peso 14 kg, estatura 96 cm. Abdome sem massas; bexiga não palpável pós‑micção. Laboratório: creatinina 1,2 mg/dL (eTFG 42 mL/min/1,73 m²), ureia 58 mg/dL, bicarbonato 18 mEq/L, potássio 4,9 mEq/L. Urina de 24 h: proteinúria 240 mg/m²/dia. US recente: rins diminuídos (comprimento 6,5 cm; z‑score –2), córtico‑medular hiperecogênica; bexiga com parede espessada (6 mm) e volume residual 50 mL. O paciente utilizava sulfametoxazol‑trimetoprima profilática desde o primeiro ano, suspensa há 4 meses. Não faz cateterismo intermitente.
Com base no quadro atual e visando retardar a progressão da insuficiência renal crônica, a conduta imediata a ser tomada é
Antecedentes familiares: mãe com tireoidite de Hashimoto, primo materno com doença celíaca. Exame físico: peso 13,1 kg (< p5), estatura 94 cm (< p5), IMC 14,8 kg/m²; abdome globoso, sem visceromegalias; mucosas hipocrômicas; unhas quebradiças. Sem edemas. Desenvolvimento neuropsicomotor preservado para idade. O laboratório revela: Hemograma: Hb 9,2 g/dL, VCM 70 fL, RDW 17 %; ferritina 9 ng/mL (VR > 15 ng/mL); albumina 4,1 g/dL; PCR < 0,5 mg/dL; IgA sérica total 110 mg/dL (VR 20-150 mg/dL); coprocultura e exame parasitológico negativos.
Considerando o quadro clínico e a suspeita de doença celíaca, o próximo passo diagnóstico mais adequado é
Ao exame físico, observam-se múltiplas lesões crostosas com áreas de exsudação na região periumbilical e membros superiores, além de algumas vesículas íntegras e pústulas em estágio inicial. Não há sinais de sistêmicos. Não se notam linfadenomegalia, lesões orais ou mucosas.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada são
Desde o nascimento, o RN apresenta cianose central persistente, não responsiva ao oxigênio suplementar por cateter nasal. Não há desconforto respiratório evidente. À ausculta cardíaca, nota-se sopro sistólico 2+/6+, audível no foco tricúspide. Pulmões com murmúrio vesicular presente e simétrico. A oximetria de pulso revela saturação pré-ductal 85% e pós-ductal de 84%. A gasometria arterial mostra acidose respiratória leve com hipoxemia. À exceção da cianose persistente, e do sopro já relatado não há outras alterações ao exame físico.
Diante da suspeita de cardiopatia congênita cianótica, foi realizado ecocardiograma transtorácico que evidenciou transposição das grandes artérias (TGA), com septo interventricular íntegro e comunicação interatrial pequena. Com base no quadro clínico e nos achados ecocardiográficos, a conduta prioritária imediata é