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Q3724764 Medicina
Mulher de 66 anos, G5P5, sexualmente ativa, procura avaliação ginecológica por sensação de peso vaginal, exteriorização de abaulamento ao esforço e incontinência urinária aos esforços. Ao exame ginecológico com manobra de Valsalva, observam-se os seguintes parâmetros do sistema POP-Q: Aa em +2, Ba em +3, ponto C em +2, D em +1, Ap em –1, Bp em 0, e comprimento vaginal total (TVL) de 8 cm. Genitália externa sem atrofia significativa.

Com base no exame físico, assinale a classificação mais compatível com os achados descritos. 
Alternativas
Q3724763 Medicina
Mulher de 39 anos, G3P3, procura atendimento por amenorreia secundária há 3 anos e fadiga progressiva. Relata que, após o último parto, apresentou hemorragia puerperal grave com necessidade de transfusão sanguínea. Desde então, não voltou a menstruar, não apresentou lactação e vem notando ressecamento vaginal e queda de cabelos. Ao exame: PA 94/62 mmHg, FC 96 bpm, pele seca, genitália externa atrófica, mamas hipotróficas. IMC: 23 kg/m².
Exames laboratoriais:

• TSH: 0,1 µUI/mL;
• T4 livre: 0,4 ng/dL;
• FSH: 2,1 mUI/mL;
• LH: 1,9 mUI/mL;
• Cortisol matinal: 4,1 µg/dL;
• Prolactina: 2,1 ng/mL.

O diagnóstico mais provável frente ao quadro clínico e laboratorial é
Alternativas
Q3724760 Medicina
Paciente de 24 anos, G0P0, previamente hígida, procura atendimento com dor pélvica em baixo ventre há 5 dias, de intensidade progressiva, associada a corrimento vaginal purulento e febre não aferida. Refere também dispareunia e disúria.
Ao exame físico: dor à palpação hipogástrica e à mobilização uterina, toque vaginal com dor à palpação de anexos. Sinais vitais: temperatura axilar de 38,3 oC, frequência cardíaca de 114 bpm e pressão arterial de 90/60 mmHg. Laboratório com leucocitose e PCR elevada. Ultrassonografia transvaginal evidencia imagem cística complexa em anexo direito, com conteúdo espesso e septações finas, medindo 5,5 cm.

A conduta inicial mais adequada é
Alternativas
Q3724759 Medicina
Mulher de 26 anos, nuligesta, sexualmente ativa, comparece para exame ginecológico de rotina. Refere ciclos menstruais regulares, sem queixas geniturinárias.
Ao exame especular, observa-se pequena lesão esbranquiçada, translúcida, elevada, medindo cerca de 4 mm, em região do colo uterino, sem sinais de inflamação, sangramento ou lesões acetobrancas. Colpocitologia e teste de HPV realizados há 8 meses foram normais.

A conduta mais apropriada diante desse achado é
Alternativas
Q3724758 Medicina
Mulher de 68 anos comparece ao consultório por prurido vulvar crônico, de longa data, associado à ardência e sensação de queimação. Refere falha terapêutica com antifúngicos tópicos.

Ao exame físico, observa-se lesão única em grande lábio direito, de bordas irregulares, superfície eritematosa com áreas esbranquiçadas, descamativas e discretamente infiltradas, medindo cerca de 2,5 cm, sem ulceração. Realizada biópsia com diagnóstico histopatológico de lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL), sem sinais de invasão.

A colpocitologia e a colposcopia foram normais. A conduta inicial mais adequada para essa paciente é
Alternativas
Q3724756 Medicina
Mulher de 29 anos, G0P0, procura atendimento por dor crônica na região vulvar com início há cerca de 6 meses. Relata sensação de ardência e queimação na entrada vaginal, piorando com uso de roupas justas, longos períodos sentada e durante o contato sexual. Nega corrimentos, infecções prévias recentes ou uso de medicamentos locais. Já utilizou antifúngicos e antibióticos sem melhora.
Ao exame físico, não há lesões aparentes em vulva ou vagina, mas há dor referida à pressão leve com cotonete no vestíbulo vulvar posterior. Os exames laboratoriais e culturas estão normais. Refere impacto significativo em sua vida sexual e emocional.

Nesse caso, a conduta inicial mais adequada é 
Alternativas
Q3724755 Medicina
Mulher de 42 anos, G2P2, comparece ao consultório com queixa de sangramento uterino aumentado e dor pélvica cíclica progressiva nos últimos 10 meses. Refere prejuízo na qualidade de vida, mas nega desejo gestacional atual. Ao exame ginecológico, útero globoso e sensível à palpação.
Ultrassonografia transvaginal evidenciou útero aumentado, com zona juncional espessada, contornos irregulares da junção endométrio-miométrio, presença de cistos miometriais anecóicos medindo até 6 mm e padrão de heterogeneidade difusa do miométrio posterior.

Considerando o quadro clínico e os achados de imagem, a conduta inicial mais adequada é
Alternativas
Q3724753 Medicina
Mulher de 51 anos, G2P2, comparece ao ambulatório de ginecologia com queixa de ondas de calor intensas, insônia e irritabilidade há 8 meses. Refere menopausa há 1 ano. Nega história de câncer pessoal ou familiar, trombose, hipertensão ou tabagismo. Está com IMC de 24 kg/m², pressão arterial de 110/70 mmHg, exames laboratoriais e de imagem recentes sem alterações. Deseja iniciar tratamento para melhora dos sintomas vasomotores, pois afirma que sua qualidade de vida tem sido comprometida.

A conduta mais apropriada para essa paciente é
Alternativas
Q3724752 Medicina
Mulher de 30 anos, G1P1, procura avaliação ginecológica com queixa de dor mamária bilateral há cerca de 4 meses. Relata que a dor é do tipo peso e aumento de sensibilidade nas mamas, com piora evidente nos dias que antecedem a menstruação e melhora espontânea após o início do sangramento. Não observa nódulos ou secreção mamilar. Nega febre, trauma local ou uso de medicamentos hormonais. Ao exame físico, as mamas apresentam simetria, sem nódulos palpáveis, sem sinais inflamatórios ou alterações cutâneas.

Nesse caso, o diagnóstico clínico mais provável é
Alternativas
Q3724751 Medicina
Paciente de 40 anos, G3P3, comparece ao ambulatório de ginecologia para exame de rotina. Nega queixas de sangramento, corrimento ou dor pélvica. Está em acompanhamento regular, com colpocitologias anteriores normais. Durante o exame especular, é identificado pólipo único, de cerca de 1,2 cm, pediculado, originado da endocérvice. O colo apresenta aspecto normal, sem lesões suspeitas. A paciente está hemodinamicamente estável e sem sinais de infecção.

A conduta mais apropriada para essa paciente é
Alternativas
Q3724750 Medicina
Paciente de 36 anos, G2P2, comparece ao consultório para avaliação ginecológica de rotina. Refere estar em uso de sistema intrauterino com levonorgestrel (SIU-LNG) há 3 anos, sem intercorrências prévias. Relata ausência de menstruação nos últimos 5 meses, sem sintomas vasomotores, dor pélvica ou corrimento. Nega história de curetagem uterina, cirurgias endometriais ou infecções ginecológicas recentes. Realizou teste de gravidez com resultado negativo.

Diante do quadro apresentado, a explicação mais provável para a amenorreia atual é
Alternativas
Q3724749 Medicina
Paciente de 43 anos, G2P2, procura atendimento ambulatorial por queixas urinárias iniciadas há cerca de 3 meses. Refere necessidade frequente de urinar ao longo do dia, com episódios súbitos de urgência acompanhados de perda urinária, mesmo quando tenta chegar rapidamente ao banheiro. Relata também necessidade de urinar 2 a 3 vezes durante a madrugada. Nega comorbidades ou perdas urinárias ao realizar esforço físico. Ao exame físico, sem alterações. Exame de urina tipo I normal.

Nesse caso, o diagnóstico mais provável é
Alternativas
Q3724748 Medicina
Mulher de 23 anos, sexualmente ativa, procura atendimento com queixa de corrimento vaginal abundante há 7 dias. Refere secreção de coloração amarelo-esverdeada, de odor desagradável e associada a prurido intenso. Ao exame especular, observa-se colpite difusa, com presença de secreção bolhosa e áreas puntiformes de sangramento na ectocérvice, conferindo o aspecto conhecido como “colo em morango”. O pH vaginal é de 5,2 e o teste de aminas com KOH é negativo.

Assinale o agente etiológico mais provavelmente associado a esse quadro clínico.
Alternativas
Q3724747 Medicina
Paciente de 36 anos, G2P2, deseja reiniciar o uso de anticoncepcional oral combinado após dois anos sem contracepção. Relata tabagismo de 20 cigarros/dia há 10 anos. Nega outras comorbidades.
Ao exame clínico, PA = 110/70 mmHg, IMC = 22 kg/m². Deseja orientação sobre o método.

Frente ao quadro clínico apresentado, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3724746 Medicina
Uma ultrassonografia obstétrica em uma gestação de 21 semanas encontra um feto sem alterações estruturais evidentes e com Doppler normal. Ainda encontra um outro feto com cabeça e tórax pequenos, sem atividade cardíaca, com artéria umbilical única com fluxo em direção do feto ao Doppler.

Esses achados são compatíveis com o diagnóstico de
Alternativas
Q3724744 Medicina
Uma ultrassonografia morfológica de 2º trimestre encontra feto com presença de tumoração em pulmão direito contendo cistos de até 1 cm. Não foi encontrada vascularização direta desse tumor, nem outras malformações estruturais.

Esse achado é compatível com o diagnóstico de
Alternativas
Q3724742 Medicina
Uma gestante tem o diagnóstico de malformação de Chiari tipo II em seu feto.

Esse diagnóstico está associado com
Alternativas
Q3724739 Medicina
Uma paciente com gestação gemelar realiza ultrassonografia morfológica de 1º trimestre e ela evidencia risco elevado para aneuploidias.

Sobre o caso, é correto afirmar que
Alternativas
Q3724737 Medicina
Gestante com 10 semanas inicia pré-natal e apresenta cartão de vacinação. Nele consta esquema com apenas uma dose da dT (difteria e tétano) e uma dose para HPV.

A orientação mais adequada durante essa gestação é
Alternativas
Q3724736 Medicina
Durante o pré-natal, uma gestante com 30 semanas apresenta sorologia para parvovírus B19 IgM(+) e IgG(+).

Diante desse achado, a conduta mais adequada é
Alternativas
Respostas
8341: A
8342: D
8343: D
8344: B
8345: A
8346: C
8347: D
8348: C
8349: E
8350: A
8351: E
8352: D
8353: B
8354: C
8355: C
8356: D
8357: B
8358: A
8359: D
8360: C