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Mulher de 42 anos com DRGE refratária a IBP, endoscopia sem esofagite, esofagografia com hérnia hiatal tipo I pequena.
Nesse caso, qual exame pré-operatório é recomendado para definir a indicação e o tipo de fundoplicatura?
Mulher de 39 anos, 5 dias após colecistectomia laparoscópica, apresenta dor no hipocôndrio direito, icterícia e febre. Ultrassonografia com dilatação de via biliar intra-hepática; exames laboratoriais com colestase.
Nesse caso, a conduta diagnóstica inicial deve ser
Adolescente de 15 anos com dor periumbilical que migra para FID, febre baixa e leucocitose procura hospital terciário. Ultrassonografia de abdome é inconclusiva; Alvarado 7.
Qual é a próxima etapa mais adequada para esse caso?
Homem, 33 anos, apresenta IMC 37 kg/m², DM2 e apneia obstrutiva do sono refratária às medidas clínicas. Avaliação psiquiátrica estável e falha de tratamento clínico.
O paciente desse caso é elegível para cirurgia bariátrica? Por quê?
Um homem de 62 anos chega ao pronto-socorro com choque hipovolêmico após hemorragia digestiva alta. Foi reanimado em outro serviço com 3 L de solução salina 0,9%. Evolui com pH 7,30, HCO₃⁻ 19 mEq/L e Cl⁻ sérico de 116 mEq/L.
Nesse caso, a conduta para continuar a reanimação volêmica minimizando a acidose metabólica é
Paciente do sexo masculino, 44 anos, iniciou, há 4 anos, quadro de tosse persistente com secreção clara, dispneia, inapetência e perda de 6 kg. Também referia presença de dores e edema em mãos, punhos e tornozelos, associados a rigidez matinal por mais de 2 horas. Ao exame físico, há artrite simétrica de punhos, tornozelos, interfalangeanas proximais e metacarpofalangeanas das mãos com quinto dedo da mão direita em pescoço de cisne, com Squeeze test (compressão latero-lateral das metatarsofalangeanas) positivo em ambos os pés, e, à ausculta pulmonar, apresentava estertores finos bibasais, com saturação SpO2 de 90%, frequência respiratória (FR) de 18 ipm. A tomografia computadorizada (TC) de tórax revelou opacidades reticulares, definidas por espessamento dos septos interlobulares, sobrepostas a áreas de vidro fosco e distorção arquitetural, além de faveolamento e bronquiectasias de tração predominantes nos lobos inferiores e região subpleural, sendo diagnosticado padrão de pneumonia intersticial usual (PIU). Prova de função pulmonar apontou distúrbio ventilatório restritivo leve com prova broncodilatadora negativa. A broncoscopia não revelou alterações, com lavado broncoalveolar negativo para fungos, tuberculose e citologia oncótica. Exames bioquímicos revelaram fator reumatóide (FR) = 64 UI/mL (VR = <15 UI/mL), anti-CCP = 200 U/mL (VR = Fortemente reagente: superior a 200 U/mL), proteína C reativa (PCR) = 46 mg/L (VR = < 10mg/L) e velocidade de hemossedimentação (VHS) = 61 mm/h (VR = < 20mm/H). As sorologias para sífilis, citomegalovírus, Epstein-Barr, hepatite B, hepatite C e HIV eram todas não reagentes.
Nesse caso, o diagnóstico a ser considerado nesse paciente é
Paciente do sexo feminino, 25 anos, com diagnóstico prévio de lúpus eritematoso sistêmico (LES) há 3 anos, FAN 1/640 nuclear homogêneo e anti-dsDNA positivo. Foi trazida ao serviço de emergência após surgimento de cefaleia intensa, vômitos, perda de força em dimidio direito e disartria há 72 horas. A tomografia computadorizada (TC) de crânio evidenciou área de hipodensidade frontoparietal à esquerda aguda/subaguda, sem sinais de sangramento e desvio da linha média. Paciente negava o uso de drogas ilícitas. O antecedente obstétrico é marcado por três abortos prévios, um na 5ª e dois na 8ª semana gestacional.
A avaliação laboratorial para diagnóstico e o tratamento de síndrome do antifosfolípede (SAF) consistem em
Homem de 68 anos é ex-tabagista de 60 maços-ano, hipertenso de longa data, portador de DPOC grupo E, em uso regular de broncodilatadores de longa ação e corticoide inalado. Comparece em consulta com resultados de exames complementares solicitados em avaliação anterior devido a observação de queda na saturação periférica de oxigênio basal mesmo após otimização do manejo clínico.
Considerando esse caso, há necessidade de iniciar oxigenoterapia domiciliar prolongada (ODP) quando os resultados dos exames indicam
Uma mulher de 38 anos foi diagnosticada recentemente com tuberculose pulmonar bacilífera, iniciando tratamento supervisionado na unidade de saúde. Seu esposo, de 42 anos, comparece ao serviço de referência como contactante domiciliar, relatando nenhum sintoma respiratório e bom estado geral. Ele não possui comorbidades, teste para HIV negativo e apresenta vacinação BCG na infância.
Qual é a conduta para esse contactante?
Paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista com carga tabágica de 45 maços-ano, hipertenso em uso de losartana 50 mg/dia, procura atendimento ambulatorial por dispneia e tosse seca progressivas há 2 anos. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 21 irpm, murmúrio vesicular reduzido nos ápices e estertores crepitantes finos bibasais. Saturação periférica de oxigênio em ar ambiente: 92%. Traz tomografia computadorizada de tórax realizada durante internação devido a piora da tosse há 2 meses, que mostra áreas de enfisema centrolobular nos lobos superiores associadas a reticulações, bronquiectasias e bronquiolectasias de tração nos lobos inferiores, e cistos de faveolamento, sem consolidações ou derrame pleural.
Considerando o quadro clínico e o achado tomográfico, o diagnóstico provável e o exame complementar a ser solicitado para confirmar a repercussão funcional da doença são, respectivamente: