Questões de Concurso
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Paciente, 6 meses, com história de estridor, com piora com choro, sem dispneia ou cianose. À nasofibrolaringoscopia flexível foi observada alteração laríngea compatível com o tipo 1 na classificação de Olney.
Qual é o achado relativo a essa alteração?
Paciente, 4 anos, sexo masculino, apresenta episódios de aftas, faringite, febre e linfonodopatia cervical recorrentes, a cada 6 semanas, com duração de 4 dias.
Frente à principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa correta.
Paciente, 54 anos, sexo feminino, sem comorbidades, apresenta obstrução nasal e rinorreia esverdeada à esquerda, além de períodos de cacosmia no último ano. Já fez vários tratamentos com antibiótico e corticoide por via oral, com pouca melhora do quadro nasal. Faz uso de mometasona nasal e lavagem nasal há 6 meses. Tem tomografia computadorizada de seios paranasais com presença de espessamento mucoso importante, com áreas heterogêneas em seio maxilar esquerdo, além de osteíte no mesmo seio, sem apresentar erosões ósseas. Os outros seios paranasais apresentam-se dentro da normalidade.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual tratamento deve ser instituído?
Em paciente com atraso do desenvolvimento da linguagem foi realizada avaliação dos potenciais evocados auditivos de tronco encefálico (PEATE). O resultado demonstrou aumento da latência de todas as ondas, com intervalos intérpicos preservados.
Qual dos diagnósticos a seguir é compatível com esse achado?
Paciente, 25 anos, refere ter dificuldade de introduzir os protetores auditivos que precisa usar durante o trabalho. A otoscopia demonstra membranas timpânicas normais e meatos acústicos externos com várias lesões arredondadas, endurecidas, recobertas por pele de aspecto normal, causando estreitamento no diâmetro de ambos meatos. Nega hipoacusia.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa correta.
Paciente, 33 anos, sexo masculino, tem quadro de tontura, tipo vertigem, nos últimos 2 meses, que ocorrem quando está deitado na posição supina e rola na cama para o lado esquerdo. A vertigem tem duração menor que 1 minuto e remissão espontânea se retomar à posição supina. Nega hipoacusia, zumbido ou outras queixas otológicas durante os episódios de tontura. Apresenta head roll test com nistagmo horizontal geotrópico, com latência, mais intenso quando vira para o lado esquerdo.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual a manobra indicada para o tratamento dessa doença?
Criança, 5 anos, sexo masculino, apresenta quadro de crises de tontura, tipo vertigem, que ocorrem sem fatores desencadeantes evidentes ou presença de inflamações/infecções, com duração de 30 minutos, resolução espontânea, sem história de perda de consciência. Durante os episódios, a mãe refere presença de nistagmo e palidez cutânea. Tem audiometria, pedida pelo pediatra, dentro dos limites da normalidade. A irmã mais velha, de 15 anos, tinha enxaqueca e os mesmos sintomas, que desapareceram após os 8 anos de idade.
Qual a principal hipótese diagnóstica?
Durante a avaliação tomográfica para a realização de cirurgia endoscópica dos seios paranasais, o cirurgião identificou como áreas de atenção a presença de célula de Onodi e de célula de Haller.
Em quais seios paranasais essas células se originam, respectivamente?
Criança, 6 anos, sexo feminino, tem prurido nasal, obstrução nasal e coriza frequentes, que pioram em lugares empoeirados. As crises tem duração de 3 dias por semana, durando menos que 4 semanas. A mãe reclama que sua filha fica limpando o nariz e com fungação, constantemente, devido à rinorreia e fica sonolenta durante o dia. Tem RAST positivo para ácaros, poeira e epitélio de gatos.
Frente a esse quadro clínico, a doença é classificada como
Paciente, 35 anos, sexo feminino, refere disfonia progressiva nos últimos 6 meses, após episódio de infecção de vias aéreas superiores. Realizou laringoscopia que identificou a presença de “nódulos em bambu” em pregas vocais.
Qual a principal conduta nessa situação clínica?
Paciente, 47 anos, sexo feminino, relata episódios de disfonia leve nos últimos 4 meses. Realizou laringoscopia que identificou a presença de pseudossulcovocal em ambas pregas vocais.
Qual a conduta nessa situação clínica?
Paciente, 25 anos, refere dor e calor local em pavilhão auricular à direita há 3 dias. Relata ter tido trauma local em treino de jiu-jitsu há 1 semana. Ao exame físico, observa-se edema moderado e hiperemia intensa do pavilhão auditivo direito, sem pontos de flutuação.
Considerando a principal diagnóstica, qual a medicação indicada?
Paciente refere quadro recorrente de aftas nos últimos anos, que acontecem de 3 a 4 vezes por ano. Foi feita a hipótese diagnóstica de doença de Mikulicz.
Sobre essa doença, assinale a alternativa correta.
Um homem de 50 anos, vítima de acidente automobilístico, é admitido na sala de trauma consciente, com queixa de dor abdominal difusa e escoriações na parede anterior do abdome e tórax. Apresenta pressão arterial de 90 × 60 mmHg; FC: 130 bpm; FR: 28 irpm e saturação de 96% em ar ambiente. Ao exame, mostra sensibilidade abdominal difusa à palpação, mas sem sinais de peritonite: sem dor à descompressão brusca ou punho-percussão. Há nítida distensão abdominal, e a pelve está estável à palpação e mobilização. O paciente tem hálito etílico e encontra-se agitado e agressivo.
Assinale a alternativa mais adequada.
Uma mulher de 32 anos dá entrada na sala de emergência após agressão física por arma branca. Apresenta ferida penetrante na região lombar à esquerda, posteriormente a linha axilar anterior. Ao exame, apresenta pressão arterial de 120 × 70 mmHg, FC de 98 bpm e saturação de 97% em ar ambiente. O abdome é indolor à palpação. A ferida apresenta-se limpa e sem sangramento ativo no momento. Optou-se pela observação clínica do caso. Após 24 horas de internação, a paciente manteve-se afebril e sem sinais de peritonite, porém com dor discreta no local do ferimento que foi submetido a sutura. Os exames laboratoriais não apresentam alterações e a conduta expectante foi mantida.
Sobre o manejo dessa paciente, assinale a alternativa mais adequada.
Durante uma laparotomia exploradora por trauma penetrante do andar superior do abdome, o preceptor pede ao residente que avalie adequadamente a terceira e quarta porções do duodeno em busca de possíveis lesões.
Qual manobra cirúrgica o residente deve realizar?
Um paciente de 56 anos foi vítima de colisão automobilística. Foi atendido ainda na rodovia pela equipe de resgate, que evidenciou sinais de instabilidade hemodinâmica. Durante a avaliação inicial, foram identificados sinais de fratura do anel pélvico, com dor intensa e crepitação à palpação.
Considerando o mecanismo de trauma descrito e o tipo de fratura mais comum do anel pélvico, quais são o diagnóstico mais provável e a conduta imediata antes do transporte para o hospital de referência?