Questões de Concurso

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Q3863130 Medicina
Mulher de 28 anos, em idade fértil, apresenta dor súbita em fossa ilíaca direita e hipogástrio, associada a lipotimia. Ao exame: descorada, PA 90/60 mmHg, FC 110 bpm, com defesa abdominal e descompressão brusca positiva no baixo ventre. Beta-HCG urinário positivo. Assinale a alternativa correta sobre o diagnóstico e conduta imediata. 
Alternativas
Q3863129 Medicina
Uma criança de 10 anos diagnosticada com Leucemia Linfoide Aguda (LLA) e em fase de quimioterapia intensiva desenvolve febre persistente por 4 dias, não responsiva a antibióticos de amplo espectro (piparacilina/tazobactam), tosse seca e dispneia progressiva. Ela está neutropênica (contagem absoluta de neutrófilos <500/µL) há 7 dias. Uma tomografia computadorizada de tórax de alta resolução (TCAR) revela múltiplos nódulos pulmonares, alguns com o característico “sinal do halo”. A equipe médica suspeita fortemente de uma infecção fúngica pulmonar invasiva. Diante da alta suspeita clínica e radiológica de micose pulmonar invasiva em um paciente neutropênico, qual é a conduta mais apropriada a ser instituída para otimizar o prognóstico? 
Alternativas
Q3863128 Medicina
Uma lactente de 6 meses de idade com histórico de prematuridade (nascida com 32 semanas) e uma hospitalização prévia por bronquiolite viral aos 3 meses está em acompanhamento. Ela recebeu apenas a primeira dose da vacina contra influenza há 3 semanas. Recentemente, sua mãe foi diagnosticada com influenza A, confirmada por teste rápido, e iniciou tratamento antiviral. A lactente está afebril e assintomática, mas a família está muito apreensiva com o risco de a bebê desenvolver influenza devido ao seu histórico de vulnerabilidade. Considerando a alta probabilidade de exposição à influenza e a maior vulnerabilidade dessa lactente a complicações graves, qual é a conduta mais apropriada para prevenir a infecção nesse momento, de acordo com as diretrizes pediátricas?
Alternativas
Q3863126 Medicina
Uma adolescente de 15 anos com anemia falciforme (HbSC) é acompanhada no ambulatório devido a queixas progressivas de dispneia aos esforços, fadiga acentuada e palpitações. Ela nega histórico de crises vaso-oclusivas recentes, e o controle da dor crônica está estável. Ao exame físico, apresenta desdobramento fixo de segunda bulha (P2 hiperfonético) e um sopro sistólico tricuspídeo. O ecocardiograma Doppler demonstra velocidade de regurgitação tricúspide elevada e estimativa de pressão sistólica da artéria pulmonar em 48 mmHg. Considerando as complicações pulmonares crônicas da anemia falciforme, qual é o diagnóstico que melhor se alinha com a apresentação clínica e os achados ecocardiográficos dessa paciente?
Alternativas
Q3863125 Medicina
Um menino de 7 anos com diagnóstico conhecido de anemia falciforme (HbSS) é levado à emergência com febre (38,8 °C), dor torácica pleurítica intensa no hemitórax direito, tosse produtiva e dispneia súbita há aproximadamente 18 horas. Ele apresenta saturação de oxigênio de 89% em ar ambiente. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado pulmonar em lobo médio direito, que não estava presente em um exame anterior há 2 dias. Diante desse quadro clínico agudo em um paciente com anemia falciforme, qual é o diagnóstico mais provável e a principal complicação respiratória que exige manejo imediato?
Alternativas
Q3863124 Medicina
Um lactente de 10 meses, previamente hígido, apresenta um quadro de início súbito de tosse intensa e dispneia enquanto brincava no chão da sala. A mãe o levou imediatamente ao pronto-socorro. Ao exame, a criança está em desconforto respiratório moderado, afebril, com saturação de O2 de 88% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revela sibilância e diminuição do murmúrio vesicular acentuadamente no hemitórax direito. Considerando a história e a ausculta pulmonar, qual diagnóstico diferencial deve ser priorizado em detrimento de uma bronquiolite viral típica? 
Alternativas
Q3863123 Medicina
Um lactente de 6 semanas de vida, nascido a termo, é levado ao pronto-socorro com história de “cansaço para mamar” e irritabilidade há 3 dias, associados a taquipneia progressiva. A mãe nega febre, mas relata que o filho apresenta sudorese profusa na cabeça durante as mamadas. Ao exame, o lactente está pálido, taquipneico (70 irpm), taquicárdico (180 bpm), com hepatomegalia (fígado a 3 cm do rebordo costal direito) e ausculta pulmonar com crepitações finas bibasais e alguns sibilos esparsos. Diante desse quadro em um lactente muito jovem, qual é o principal diagnóstico diferencial para bronquiolite viral que deve ser investigado com máxima urgência?
Alternativas
Q3863122 Medicina
 Uma criança de 6 anos é encaminhada ao pneumologista pediátrico por tosse crônica, dispneia aos esforços e episódios de sibilância que não respondem a broncodilatadores. No histórico, consta uma internação prolongada em UTI aos 6 meses de vida por uma bronquiolite grave, com necessidade de ventilação mecânica por 15 dias. A espirometria mostra obstrução brônquica grave e fixa (sem resposta ao broncodilatador). A tomografia computadorizada de tórax de alta resolução revela um padrão de perfusão em mosaico com áreas de aprisionamento aéreo. Diante desse quadro clínico, do histórico infeccioso e dos achados de imagem, qual é o impacto ou sequela de longo prazo mais provável da bronquiolite inicial?
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Q3863121 Medicina
Um lactente de 8 meses com diagnóstico prévio de Atrofia Muscular Espinhal (AME) Tipo 1 é internado com bronquiolite viral. Ele apresenta tosse fraca e ineficaz, e a aspiração de vias aéreas superiores revela secreções espessas e abundantes. O paciente está com desconforto respiratório moderado, sem instabilidade hemodinâmica. Um médico residente sugere iniciar VNI para reduzir o trabalho respiratório. Qual fator representa a principal contraindicação relativa-para-absoluta para o uso de VNI nesse paciente específico, tornando a terapia potencialmente perigosa?
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Q3863120 Medicina
Uma lactente de 6 meses com diagnóstico de cardiopatia congênita complexa (ventrículo único) e em uso contínuo de cateter venoso central há 3 meses para acesso vascular e administração de medicações apresenta início súbito de irritabilidade, taquipneia progressiva e recusa alimentar. Não há febre. A gasometria arterial mostra hipoxemia e discreta hipercapnia. Qual é o principal fator de risco subjacente para o desenvolvimento de TEP nessa lactente, que deve ser prontamente investigado e manejado?
Alternativas
Q3863118 Medicina
Uma menina de 4 anos, previamente hígida, é internada com pneumonia grave, evoluindo rapidamente para derrame pleural extenso e necrose pulmonar multilobar, necessitando de drenagem torácica. A tomografia de tórax revela consolidação extensa com múltiplas cavitações e derrame pleural loculado. A cultura do líquido pleural e o PCR identificam Streptococcus pneumoniae. Qual é o principal fator de virulência de Streptococcus pneumoniae mais associado a formas graves e complicadas de pneumonia em crianças, como a destruição tecidual e o empiema observados nesse caso? 
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Q3863117 Medicina
Um adolescente de 14 anos com diagnóstico de asma persistente grave há 3 anos tem sido tratado com CI em dose alta, LAMA e LABA, além de doses frequentes de corticosteroide oral para exacerbações. Apresenta controle inadequado da asma, com VEF1 persistentemente abaixo do previsto e limitações importantes nas atividades diárias. O médico assistente suspeita de “asma grave”. Antes de considerar qualquer escalonamento terapêutico adicional ou tratamento biológico para essa “asma grave” em pediatria, qual é a ação inicial e mais crucial que o pediatra deve realizar? 
Alternativas
Q3863116 Medicina
Uma menina de 10 anos de idade é acompanhada no ambulatório de Pneumologia Pediátrica por asma grave. Apesar do uso regular e correto de Corticosteroide Inalatório (CI) em dose alta combinado com agonista beta-2 de longa ação (LABA) e de um Antagonista do Receptor de Leucotrienos (ARL), ela continua apresentando sintomas diurnos frequentes, despertares noturnos semanais e necessita de cursos repetidos de corticosteroide oral (mais de 2 vezes no último ano) devido a exacerbações. A adesão à medicação foi confirmada, a técnica inalatória revisada e fatores ambientais controlados. Testes alérgicos demonstraram sensibilização a ácaros da poeira domiciliar e epitélio de gato. De acordo com as diretrizes da GINA 2025 e da SBP para manejo de asma grave em crianças, qual é a próxima etapa terapêutica a ser considerada para otimizar o controle da asma nessa paciente? 
Alternativas
Q3863115 Medicina
Uma adolescente de 16 anos com diagnóstico de tuberculose extrapulmonar (linfonodal cervical) completa o esquema básico de tratamento de 6 meses (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol nos 2 primeiros meses, e rifampicina e isoniazida nos 4 meses seguintes). Após 2 meses do término do tratamento, apresenta-se sem sintomas e com linfonodomegalia cervical residual indolor. Qual é a conduta mais adequada para essa paciente após a conclusão do tratamento e ausência de sintomas de atividade da doença? 
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Q3863114 Medicina
Um recém-nascido é avaliado por taquipneia severa e sinais de insuficiência respiratória desde o nascimento. A radiografia de tórax revela uma área de hiperinsuflação em lobo superior esquerdo, com desvio mediastinal discreto para a direita. O ecocardiograma exclui doença cardíaca congênita. Qual é o diagnóstico mais provável desse recém-nascido, considerando os achados clínicos e radiológicos?
Alternativas
Q3863113 Medicina
Um menino de 10 anos tem história de tosse crônica produtiva desde a primeira infância, seus exames de imagem mostram bronquiectasias difusas e ele tem swab nasofaríngeo positivo para Staphylococcus aureus meticilina-resistente (MRSA). Seus pais relatam que ele está abaixo do peso ideal para a idade. Além das bronquiectasias, qual das seguintes doenças deve ser investigada como a causa subjacente mais provável para esse quadro clínico em uma criança?
Alternativas
Q3863112 Medicina
Uma adolescente de 13 anos, previamente hígida, é admitida com dor pleurítica súbita, dispneia e tosse seca. A radiografia de tórax revela um pneumotórax espontâneo de tamanho moderado (>2 cm do ápice à parede torácica). Ela não possui história de trauma ou doença pulmonar conhecida. Qual é a conduta inicial mais adequada para o tratamento desse pneumotórax espontâneo em uma adolescente, considerando que ela está hemodinamicamente estável?
Alternativas
Q3863111 Medicina
Um recém-nascido é diagnosticado com Fibrose Cística (FC) através do teste do pezinho positivo, confirmado por dois testes do suor com cloreto >60 mEq/L. Os pais não têm histórico familiar conhecido de FC e desejam entender as implicações genéticas. Qual é o padrão de herança genética da FC e qual é a probabilidade de os pais, caso não manifestem a doença, serem portadores heterozigotos? 
Alternativas
Q3863109 Medicina
Um lactente de 3 meses é admitido na emergência com quadro de bronquiolite viral grave, apresentando taquipneia (80 irpm), tiragem subcostal e intercostal intensa, gemência, cianose central e saturação de oxigênio de 82% em ar ambiente, apesar do uso de cateter nasal a 2 L/min. A gasometria arterial revela pH 7,20, PaCO2 75 mmHg, PaO2 45 mmHg e HCO3- 28 mEq/L. Diante desse quadro de insuficiência respiratória grave em bronquiolite, com sinais de falha ventilatória e hipoxemia refratária, qual é a conduta de suporte ventilatório mais apropriada e que deve ser prontamente instituída?
Alternativas
Q3863107 Medicina
Uma menina de 3 anos que frequenta creche apresenta tosse seca persistente há 6 semanas, principalmente diurna, sem febre ou outros sintomas respiratórios. Os pais relatam que ela não tem sibilância, engasgos ou dificuldade para respirar. A radiografia de tórax é normal. Não há histórico de atopia na família. Considerando a investigação da tosse crônica em crianças, qual é a causa mais provável para esse cenário clínico de acordo com as diretrizes pediátricas para tosse crônica inespecífica?
Alternativas
Respostas
2481: D
2482: B
2483: B
2484: D
2485: A
2486: D
2487: E
2488: D
2489: C
2490: C
2491: E
2492: E
2493: E
2494: B
2495: C
2496: A
2497: D
2498: B
2499: D
2500: C