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“Examinemos, agora, mais além, como esse conceito de trabalho alienado deve expressar-se e revelar-se na realidade. Se o produto do trabalho me é estranho e enfrenta-me como uma força estranha, a quem pertence ele? Se minha própria atividade não me pertence, mas é uma atividade alienada, forçada, a quem ela pertence? A um ser outro que não eu. E quem é esse ser?”
MARX, Karl. Manuscritos Econômicos-Filosóficos. In: FROMM, Erich. O Conceito Marxista de Homem. 8ª ed., Rio de Janeiro: Zahar, 1983, p. 98.
O trecho de Marx citado tematiza a questão do trabalho alienado. A concepção de alienação em Marx tem várias interpretações. Entre essas, destaca-se a interpretação que considera a alienação como uma relação social. No trecho, Marx questiona quem é o "outro" como o qual o trabalhador se relaciona e nessa obra esclarece que este é a
A religião nasce onde o homem considera essa sua essência como separada de si como Deus. Neste caso Deus é a projeção daquilo que o homem deseja ser.
ZILLES, U. Filosofia da Religião. 5ª ed. São Paulo: Paulus, 2004, p. 106.
Essa afirmação está em estrita relação com
A Consciência Feliz repele a conexão. A tortura foi reintroduzida como uma coisa normal, mas numa guerra colonial que ocorre na margem do mundo civilizado. E aí ela é praticada com paz de consciência, porque guerra é guerra.
MARCUSE, H. A ideologia da sociedade industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1973, p. 92.
Em Ideologia da Sociedade Industrial, Herbert Marcuse apresenta o conceito de “consciência feliz” que reflete o
Considerados um dos principais representantes da escola eleata, surgida na Grécia Antiga, geograficamente apontada no Sul da Itália em nossos dias, posicionava-se como pensadores monistas.
O texto se refere a
“O sonho moderno da razão legisladora da felicidade tem trazido frutos amargos. Os maiores crimes contra a humanidade têm sido cometidos em nome da regrada razão, da melhor ordem e da maior felicidade”.
ZIGMUNT, B. Ética pós-moderna. São Paulo: Editora Paulus, 2006, p. 271.
Crítico da modernidade, Zigmunt Bauman admite que uma ética pós-moderna se vincula à admissão do outro como
“A modernidade é um mundo completo, fechado, endógeno, autorreferencial, autossuficiente e autossubsistente, que não precisa de colaboração e crítica de fora para dentro, e nem abre espaço para a participação por parte do outro da modernidade”.
DANNER, F.; DORRICO, J.; DANNER, L. F. Pensamento indígena brasileiro como crítica da modernidade: sobre uma expressão de Ailton Krenak. Griot: Revista de Filosofia. Amargosa – BA, v. 19, n. 3, p. 76, outubro, 2019.
O excerto acima, com base no pensamento de Ailton Krenak, leva à afirmação de que o Ocidente é uma
[...] “O fato de os ricos serem geralmente poucos e os pobres serem muitos faz com que estas duas partes pareçam seguimentos opostos entre as existentes na cidade, e faz igualmente que a predominância das pretensões de uma ou de outra determine as formas de governo, a ponto de se pensar que há apenas duas formas”.
ARISTÓTELES, Livro IV, Capítulo III, 1291b.
Na Ética a Nicômaco, Aristóteles explica sobre as formas de governo. Acerca delas, Aristóteles afirma que são de espécies variadas
Leia o texto a seguir.
O princípio da imanência, a explicação de todo acontecimento como repetição, o que o esclarecimento defende, contra a imaginação mítica, é o princípio do próprio mito.
ADORNO, T. W. & HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: ed. Jorge Zahar, 1985, p. 26. [Adaptado].
Em Horkheimer e Adorno, o programa do esclarecimento se
refere ao