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Leia o seguinte trecho de diálogo para responder à questão
“Estrangeiro: Então eu formarei um discurso [uma sentença] para ti no qual uma ação e o resultado da ação estão combinados através de um nome e um verbo e me dirás sobre o que é o discurso [o sujeito da sentença].
Teeteto: Eu o farei o melhor que puder.
Estrangeiro: ‘Teeteto senta’. Não é um longo discurso, é? Teeteto: Não, é razoavelmente curto.
Estrangeiro: Agora cabe a ti dizer sobre o que é e qual é o seu sujeito.
Teeteto: Está claro que é sobre mim e que sou eu o seu sujeito.
[...]
Estrangeiro: ‘Teeteto, com quem estou falando agora, voa’.
Teeteto: Todos se disporiam a concordar que esse também é sobre mim e que sou seu sujeito.
Estrangeiro: Mas concordamos que todo discurso (sentença) tem necessariamente uma particular qualidade.
Teeteto: Sim.
Estrangeiro: Ora, que qualidade deveríamos atribuir a cada um desses discursos (sentenças)?
Teeteto: Suponho que uma é falsa, ao passo que a outra é verdadeira.
Estrangeiro: A verdadeira indica fatos como são sobre ti.
Teeteto: Certamente.
Estrangeiro: Enquanto a falsa indica coisas diferentes dos fatos.
Teeteto: Sim.”
Fonte: (PLATÃO. Sofista. In: ____. Diálogos I. Tradução e notas Edson Bini. Bauru: Edipro, 2007. Coleção Clássicos Edipro. p. 236-237).
A teoria da verdade representada neste trecho é a
“para a sociedade em geral, até a perda do melhor indivíduo é um sacrifício pequeno. É uma pena que este sacrifício seja necessário! Mas seria bem pior se o indivíduo pensasse de outra forma e considerasse sua preservação e seu desenvolvimento mais importantes que o trabalho para a sociedade”
(NIETZSCHE, Gaia Ciência; tradução Paulo César de Souza. 1ª edição - São Paulo: Companhia das Letras, 2012, aforismo 21, p.68).
Nessa relação de forças contraditórias, a Sociedade e o Indivíduo, a filosofia moral de Nietzsche apresenta-se como uma elaborada metáfora dos tempos atuais em que duas forças duelam no interior do mesmo ser, na mimesis dos contrários entre
Assinale a alternativa que apresenta o autor responsável por formular o princípio da falseabilidade como critério de demarcação científica:
(Ladrière, J. A articulação do sentido. São Paulo: Edusp, 1977, p. 69)
“A expressão ‘jogo de linguagem’ deve salientar aqui que falar uma língua é parte de uma atividade ou de uma forma de vida”.
(Wittgenstein, L. Investigações filosóficas. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 27)
Avalie as seguintes afirmações:
I. Wittgenstein compreende a linguagem como caixa de ferramentas.
II. Wittgenstein relaciona linguagem e mundo a partir do preenchimento de sentidos, a partir da falta de sentidos.
III. O significado de uma linguagem é dado pelo seu uso, enquanto jogo.
IV. Aprendemos os nomes das coisas, mas não tem relação com o modo de usos.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
(Heidegger, M.Conferências e escritos filosóficos. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 211).
“Nas últimas décadas, assistiu-se a uma multiplicidade de produções técnic s e bibliográficas sobre/em Ensino de Filosofia. Produções estas que direta ou indiretamente incidem sobre a questão da formação de professores. Embora reconheça a singularidade da experiência filosófica representada (e vivenciada) por cada pesquisador/a da área, assim como a riqueza teórica advinda dos divergentes fundamentos epistemológicos que embasam cada pesquisa. (...) Entende-se que ao dar voz àqueles e àquelas que pensam filosoficamente sobre o ensino e a aprendizagem de/em Filosofia, as linhas que se seguem compreendem, igualmente, um ato político”.
(Velasco, P. O que pensamos nós, formadores/as de professores/as, sobre formação docente em filosofia?Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação, 2(34), 2020, p. 12. https://doi.org/10.26512/resafe.v2i34.35127
O papel do diálogo na formação em filosofia, do ponto de vista do processo de ensino e aprendizagem, encontra na comunidade filosófica um lugar privilegiado.