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I.A expressão "banalidade do mal" indica que atos extremamente perversos podem ser cometidos por pessoas comuns, que apenas cumprem ordens sem refletir sobre suas consequências morais.
II.A ausência de pensamento crítico e a incapacidade de julgar eticamente as próprias ações são elementos centrais na compreensão da banalidade do mal.
III.Arendt defende que o mal é sempre produto de uma natureza demoníaca ou de uma intenção consciente de causar sofrimento.
É correto o que se afirma em:
I.Para Descartes, o ser humano é composto por duas substâncias distintas: mente e corpo.
II.Para Marx, o ser humano se realiza plenamente na vida contemplativa e afastada do trabalho material.
III.Para Sartre, o homem é um ser cuja existência precede a essência, sendo responsável por criar a si mesmo.
É correto o que se afirma em:
I.O racionalismo considera a razão como fonte principal e autônoma do conhecimento, independente da experiência sensível.
II.O empirismo sustenta que todo conhecimento deriva das experiências e percepções sensoriais.
III.O criticismo afirma que o conhecimento é impossível, sendo apenas opinião sem base racional.
É correto o que se afirma em:
I. A banalidade do mal, em Hannah Arendt, manifesta-se quando indivíduos deixam de refletir criticamente sobre suas ações, tornando-se cúmplices de sistemas opressivos e desumanizadores; em diálogo, Paulo Freire propõe a conscientização crítica como caminho para romper o ciclo de opressão e restituir a autonomia ética dos sujeitos.
II. Tanto Arendt quanto Freire compreendem o poder como instrumento essencialmente coercitivo, fundado na imposição da vontade de uns sobre outros, sendo inevitável que as relações sociais se sustentem por meio da violência e da dominação.
III. A reflexão arendtiana sobre o mal e a pedagogia freireana convergem na defesa da dignidade humana e da responsabilidade ética, mas divergem quanto ao papel do diálogo: enquanto Arendt o considera secundário, Freire o compreende como núcleo do processo de libertação e reconstrução social.
É correto o que se afirma em:
I. Para Santo Agostinho, a liberdade é a capacidade da vontade de escolher o bem; porém, o ser humano, ao afastar-se de Deus, torna-se escravo de suas paixões. A verdadeira liberdade só se realiza quando a vontade é iluminada pela graça divina.
II. Para Jean-Paul Sartre, a liberdade é uma condição ontológica do ser humano: "o homem está condenado a ser livre", ou seja, não há essência ou natureza pré-definida que determine suas ações, e cada indivíduo é responsável por suas escolhas.
III. Tanto em Santo Agostinho quanto em Sartre, a liberdade depende de uma força exterior que guia o homem: em Agostinho, essa força é a graça divina; em Sartre, é a influência social e cultural que condiciona as escolhas humanas.
É correto o que se afirma em:
I. Em Dos Canibais, Montaigne questiona a superioridade da civilização europeia, afirmando que os povos ditos "selvagens" vivem de modo mais conforme à natureza e à razão.
II. A obra de Montaigne inaugura uma postura de autocrítica cultural, em que o conhecimento de si passa pelo reconhecimento do outro como portador de humanidade.
III. Para Montaigne, os juízos morais e culturais são universais, sendo a razão suficiente para determinar o que é verdadeiro e justo em qualquer sociedade.
É correto o que se afirma em:
I. Para Ailton Krenak, a beleza não se limita a um valor estético formal, mas expressa a experiência de comunhão com a Terra e a continuidade da vida, sendo indissociável de uma ética do pertencimento.
II. A ludicidade, nas culturas indígenas, manifesta-se como um modo de conhecer e manter o equilíbrio entre os seres, articulando dimensão simbólica, espiritual e ecológica.
III. Na tradição filosófica moderna, a estética foi progressivamente desvinculada de sua dimensão ética e ontológica, reduzindo a beleza à esfera da subjetividade e do gosto individual.
É correto o que se afirma em:
Compreender essas múltiplas dimensões é essencial para interpretar o impacto das tradições religiosas na vida humana ao longo do tempo. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que descreve essas abordagens no estudo do fenômeno religioso:
I. Desde suas origens, o cinema oscilou entre duas concepções fundamentais (a da construção e o registro), sendo a primeira associada à ideia de realidade fotográfica e a segunda à manipulação expressiva do real. André Bazin, teórico do realismo cinematográfico, definiu o cinema como arte ontologicamente ligada ao sonho, uma vez que a imagem fotográfica mantém uma relação indexical com o mundo: não o copia, mas o revela.
II. A semiologia do cinema, desenvolvida por Christian Metz, propôs a análise do filme como linguagem, utilizando as ferramentas da linguística estrutural. Metz identificou no cinema uma linguagem sem código fixo, um sistema aberto que se organiza por convenções perceptivas e narrativas, mais próximas da sintaxe do que da gramática.
III. Com a emergência das teorias pós-modernas e interdisciplinares, o cinema passa a ser analisado também em sua dimensão material e fenomenológica. Gilles Deleuze, em A Imagem-Movimento (1983) e A Imagem-Tempo (1985), propôs uma filosofia do cinema que desloca o foco da narrativa para a percepção. Para ele, o cinema não é simplesmente um meio de contar histórias, mas uma forma de pensamento que opera por imagens.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Analise as afirmativas abaixo em relação ao tema.
1. A biologia postula que o código genético é universal, pois em todos os organismos existentes, ele funciona da mesma maneira, quer seja em bactérias, vegetais ou animais.
2. A sociologia considera categorias universais aquelas que abrangem a vida social e cultural de indivíduos de uma determinada sociedade.
3. A noção de “universal” foi formulada na antiguidade por Sócrates com referência a um conjunto de elementos com diversas características, ou seja, uma categoria, espécie ou tipo.
4. Há discussão entre correntes filosóficas a respeito da existência ou não de universais, porém todas concordam que o pensamento humano se organiza em termos de propriedades universais.
5. A pluralidade leva a uma diversidade de interpretações que traduzem um mesmo fato e se distancia de explicações lineares. Logo, a musicoterapia não precisa considerar a construção de um pensamento compartilhado a respeito de objetos comuns ao campo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.