Questões de Concurso
Foram encontradas 4.052 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Para Aristóteles, bois e cavalos são capazes de ter uma vida feliz.
Platão defendia que a vida feliz e a vida moral são indissociáveis.
Wittgenstein, no seu Tractatus Logico-Philosophicus, defende uma teoria pragmática da verdade, ao argumentar que um enunciado será verdadeiro se existir o estado de coisas descrito por ele.
O filósofo brasileiro Newton da Costa concebeu a sua teoria da quase-verdade influenciado pela dinâmica do pensamento científico, defendendo que teorias científicas não contêm conteúdos que dissertem sobre a realidade.
O filósofo contemporâneo alemão Habermas, inspirado em Peirce, tecendo críticas aos positivistas, buscou elaborar uma teoria da verdade enquanto consenso, procurando considerar o conhecimento comunicativo.
As teorias da verdade enquanto coerência repercutiram no idealismo, em filósofos como Fichte, Hegel e Bradley, e dependem profundamente do conceito de contradição.
As teorias da verdade enquanto correspondência procuram evitar qualquer relação com a realidade.
Hegel elogia as teorias contratualistas e defende que o Estado fundamenta a sociedade: não é o indivíduo que escolhe o Estado, mas é o Estado que o constitui.
Para Marx ,o Estado representativo moderno é um bem a ser promovido por gerir os negócios comuns dos proletários.
Rousseau afirma que não há governo tão sujeito às guerras civis e às agitações quanto o democrático e que tal forma de governo serviria a um povo de deuses, não a homens.
Segundo Hobbes, o surgimento do Estado deu-se por conta da percepção do homem de que gostaria de sair da sua mísera condição de guerra, que é consequência de suas paixões naturais.
Para Maquiavel, o governante não deve apelar a qualquer meio para conservar o Estado, pois o homem vulgar poderá julgá-lo por recorrer a meios escusos em detrimento dos resultados alcançados.
Aristóteles elencou a democracia como uma forma de governo corrupta, ao lado da tirania e da oligarquia.
O professor deve capacitar o aluno para que este analise processos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local, regional, nacional e mundial, em diferentes tempos, a partir da pluralidade de procedimentos epistemológicos, científicos e tecnológicos, de modo que o estudante compreenda e se posicione criticamente em relação a eles, considerando diferentes pontos de vista e tomando decisões baseadas em argumentos e fontes de natureza científica.
Uma das habilidades a serem desenvolvidas pelo aluno é a de debater e avaliar o papel da indústria cultural e das culturas de massa, a fim de estimular o consumismo, com vistas à movimentação da economia nacional para produção de riqueza.
Uma das competências a serem desenvolvidas pelo estudante de filosofia é aprender a participar do debate público de forma crítica, respeitando diferentes posições e fazendo escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
Enquanto aprendizes da filosofia, os estudantes devem saber articular e movimentar os conhecimentos e as hipóteses sobre o mundo e suas transformações por meio do próprio pensamento, identificando e formulando problemas.
Walter Benjamin concebe o conceito de aura para caracterizar aquilo que é reprodutível na obra de arte.
Adorno afirma que a obra de arte, apesar de não ser assimilável conceitualmente, é muito mais verdadeira que o conhecimento discursivo.
Marcuse defendia que a forma da obra de arte inculca no conteúdo as qualidades de fruição de prazer e que a arte é, talvez, o mais visível retorno do reprimido, não apenas no indivíduo, mas também no nível histórico-genérico.