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Q3337421 Comunicação Social

Leia o trecho da matéria abaixo, publicada no Jornal O Globo, que alerta, de certa forma, para problemas causados pela falta de curadoria humana de qualidade nos conteúdos gerados por IA. “Talvez você não saiba exatamente o que significa e qual é a relação disso com o uso cada vez mais generalizado de ferramentas de inteligência artificial na internet. Mas, de alguma forma, você certamente já esbarrou em algum (...).

É um termo amplo que ganhou força em referência a conteúdo gerado por IA de má qualidade ou indesejado e que aparece em mídias sociais, cada vez mais, em resultados de pesquisa.” (O GLOBO, 2024)

O termo ao qual o trecho acima se refere é:

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Q3337418 Comunicação Social
Para avaliar e mensurar a vantagem competitiva das empresas, em seu método intitulado quociente reputacional, Charles Fombrun:
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Q3337417 Comunicação Social

Leia o texto a seguir. “[U]m mundo em que todos estão mais próximos de todos (sobretudo dos erros de todos), um mundo onde há muito mais vigilância, onde uma mínima contradição pode adquirir exposição literalmente global, um mundo onde somos todos bombardeados por uma miríade de informações o tempo todo, onde quer que estejamos, exige que decisões cruciais sejam tomadas em tempo cada vez mais escasso. Em resumo: um mundo funcionando ‘na velocidade do pensamento’ expõe todas as reputações a um sentimento geral de desconfiança, pois todos estão mais vulneráveis diante de cada vez mais escolhas, feitas de forma cada vez mais rápida. E potencialmente perigosas. Há um ambiente de muito maior insegurança. De desconfiança.” (ROSA, 2007)

No cenário descrito no texto, é correto afirmar que:

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Q3337416 Relações Públicas

Quanto à comunicação de crise, James Grunig (2009) sugere quatro princípios que precisam ser considerados: de relacionamento, de responsabilidade, de transparência e de comunicação simétrica.


Esse último se baseia no fato de que: 

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Q3337414 Comunicação Social

Para FORNI (2018), “[c]omunicação de crise é o ato de processar efetivamente as informações sobre um evento negativo, com os principais stakeholders: empregados, mídia, clientes, acionistas, fornecedores e tantos outros, conforme a natureza da crise”. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir sobre como uma organização deve conduzir a comunicação de crise.


I. Todos os públicos que tenham alguma relação com a organização atingida pela crise precisam ser informados e tranquilizados;

II. A organização deve delegar à mídia o comando da comunicação e entregar informações, mesmo parciais, rapidamente, para que os repórteres cuidem da opinião pública durante a crise;

III. A comunicação interna deve ser a última a ser planejada pela organização, pois em situações de crise, os colaboradores evitam falar com a mídia e preferem por ela ser informados.


Está correto o que se afirma em: 

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Q3337413 Comunicação Social
A Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei nº 12.527/2011, é um importante passo rumo à transparência e à eficácia da comunicação de interesse público, na medida em que: 
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Q3337412 Comunicação Social

Ao definir o campo da comunicação pública, Jorge Duarte propõe quatro eixos centrais, que indicam pré-requisitos para a ação dos agentes e instituições que lidam com a comunicação de interesse público, a saber: transparência, acesso, interação e ouvidoria social.

Sobre o último, é correto afirmar que:

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Q3337411 Comunicação Social
Ao defender que as organizações adotem uma filosofia da comunicação integrada e a não fragmentação dessa comunicação, Margarida Kunsch propõe um mix da comunicação organizacional, no qual as Relações Públicas, o Jornalismo Empresarial e o Marketing Social estão inseridos na comunicação:
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Q3337410 Relações Públicas
Didaticamente, os autores André e Gisele Lorenzetti e Eduardo Ribeiro propõem que a elaboração de um planejamento estratégico de relacionamento com a mídia seja dividida em seis fases. Na primeira fase, o planejamento começa com a pesquisa, o mapeamento e o diagnóstico e, na última, termina com a mensuração de resultados.
A quarta fase, que prevê o detalhamento do plano, contempla o(a):
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Q3337409 Comunicação Social

Para avaliar o estágio de desenvolvimento das comunicações internas, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), em sua pesquisa de Tendências em Comunicação Interna para 2024, usou os conceitos de Comunicação Interna (CI) 1.0, 2.0, 3.0 e 4.0. Embora não sejam fases cronológicas, cada passagem de fase representa evoluções tecnológicas e incremento na participação dos colaboradores na comunicação interna.

Por isso, nos 9% das empresas pesquisadas que estão na fase CI 4.0, a comunicação:

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Q3337408 Comunicação Social

Recentemente, o professor Wilson Bueno publicou, em seu LinkedIn, um artigo intitulado “Organizações democráticas não têm medo da Rádio Peão. Mas as chefias autoritárias fogem dela como o diabo da cruz!”.

Em um dos trechos, o autor afirma que “A Rádio Peão não é tão feia como a pintam e, o que é mais significativo, ela faz parte do processo de comunicação de qualquer organização. Ela é democrática porque frequenta organizações de qualquer porte e tem a capacidade de arrebanhar ouvintes atentos em qualquer lugar do País ou do exterior (ou você pensa que só as organizações brasileiras têm a sua companhia?)”.


Sobre a chamada “Rádio Peão”, é correto afirmar que:

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Q3337407 Jornalismo

Texto 1

“A reportagem documental permite (e talvez exija) maior originalidade nas aberturas. É possível usar recursos factuais ou de ação, roubados à fact-story ou à action-story. A de fatos costuma limitar-se aos mesmos, mas sempre há maneiras especiais de fazê-lo (...). Sair da convencional abertura informativa, em busca de estilo mais literário, pode ser uma alternativa para interessar o leitor.” (SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem. Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986, p. 68)


Texto 2

“O ano era 1957. Morávamos no bairro de Pinheiros, em São Paulo, em uma casa pequena, insuficiente para acomodar pai com escritório, mãe, sete filhos de todas as idades e a Babá, que passara a ocupar a função de cozinheira. Minha mãe durante a metade daquele ano procurou outra moradia para sair da que se viu obrigada a se instalar às pressas, havia dois anos, quando chegamos da Itália. Certa noite ela anunciou que finalmente encontrara uma casa que Papai teria condições de alugar, onde caberíamos todos. Lembro-me bem da minha decepção quando, no bairro do Pacaembu, dobramos a esquina e Mamãe, realizada, disse para olharmos a casa nova. Vi uma casa velha de arquitetura meio normanda, com aspecto de total abandono e, do lado oposto da rua, outra novíssima de arquitetura estilo dos anos 1950, que, por segundos, quis que fosse a nossa.

Não consigo imaginar, hoje, um cenário que não seja este, o da rua Buri, 35, para a história da minha família. Papai e seu escritório, seus alunos, amigos, pesquisadores, as paredes forradas de livros, Mamãe, nós sete, a Babá, a Generosa, gatos, agregados, frequentadores de todas as gerações, cantorias, brincadeiras, jogos, festas com centenas de pessoas e as constantes reuniões políticas.” (HOLLANDA, Ana de. Chico Buarque aos olhos da irmã menor. Revista Piauí, edição 211, abril de 2024)


No texto 2, a abertura informativa escolhida prima por:

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Q3337406 Comunicação Social
Os processos de auditoria de imagem de uma organização tendem a partir da coleta do que é veiculado sobre ela em veículos ou canais de comunicação.
O resultado dessa coleta é conhecido como clipping, que:
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Q3337405 Jornalismo
As transformações no ecossistema informativo envolvendo as assessorias de imprensa e o jornalismo trazem desafios para o relacionamento entre assessores e públicos de interesse. Entre os novos desafios, destaca-se o fato de:
Alternativas
Q3337401 Jornalismo

“[O] produto informativo parece ser resultado de uma série de negociações, orientadas pragmaticamente, que têm por objeto o que deve ser inserido e de que modo deve ser inserido no jornal, no noticiário ou no telejornal. Essas negociações são realizadas pelos jornalistas em função de fatores com diferentes graus de importância e rigidez, e ocorrem em momentos diversos do processo de produção.” (WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação de Massa. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 200). É sabido que faz parte do rol de funções de um jornalista se valer de valores-notícia para, em um caso específico, definir o espelho de programas informativos. Para um telejornal brasileiro, é preciso realizar seleções que vão desde a escolha dos acontecimentos que não serão noticiados até a hierarquização e distribuição dos que serão veiculados na edição. Como parte do processo de elenco dos valores-notícia, considere dois acontecimentos, a saber: “um desastre envolvendo um Boeing 737-800, na cidade de Muan, Coreia do Sul, resulta em 179 vítimas fatais”; “evento comemorativo de 2 anos do telejornal reúne presidente da emissora e funcionários de alto escalão”.

Os assuntos acima listados observam como fatores de noticiabilidade, respectivamente:

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Q3337400 Comunicação Social

Observe as manchetes abaixo, encontradas no ambiente on-line.

• “Dez coisas que a maioria dos médicos não conta sobre dieta”

• “O segredo para ganhar na loteria!”

• “Ele fez R$ 10 mil reais em uma semana! Saiba também como conseguir!”

• “Pare tudo o que você está fazendo! Notícia urgente no time X de futebol!”


O recurso de utilizar títulos chamativos para gerar mais audiência no conteúdo, que costuma ser sensacionalista e enganoso, é chamado:

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Q3337399 Jornalismo
A classificação Marques de Melo, provavelmente uma das mais difundidas no Brasil, propõe a existência de cinco gêneros jornalísticos de acordo com a sua função, a saber: vigilância social; auxílio nas tomadas de decisões cotidianas; papel educativo e esclarecedor; distração e lazer; e fórum de ideias. Essas funções correspondem respectivamente aos seguintes gêneros:
Alternativas
Q3337398 Jornalismo

Ao comparar a redação jornalística para os meios impressos e para a web, o professor João Canavilhas propõe a estruturação das matérias digitais em forma de pirâmide deitada, com quatro níveis de leitura.

Levando em conta as seis perguntas tradicionais do lead, as informações referentes ao “como?” e “por quê?” seriam fornecidas no(a):

Alternativas
Q3337397 Jornalismo

Sobre os formatos que integram o gênero opinativo no jornalismo, considere as definições a seguir.


1. Costuma ser elaborado por um especialista, que julga um acontecimento passível de controvérsia a partir de seu repertório.

2. É produzido por um jornalista experiente que analisa certa ocorrência – em geral, relacionada a algum assunto trabalhado, na mesma edição, por um formato informativo –, relacionando-a a fatos anteriores e fazendo projeções de possíveis desdobramentos.

3. Registra um posicionamento institucional do veículo e não é assinado.


As definições referem-se, respectivamente, aos seguintes formatos opinativos:

Alternativas
Q3337396 Comunicação Social

A campanha comemorativa dos 70 anos da Volkswagen do Brasil, intitulada "VW Brasil 70: o novo veio de novo", atraiu queixas de consumidores no Conar – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária – e forte repercussão na imprensa e redes sociais, com posições contrárias e favoráveis, ao se utilizar de recursos de inteligência artificial (IA) generativa híbrida para recriar a figura da cantora Elis Regina, já falecida, cantando a música "Como nossos pais" junto com sua filha, Maria Rita.

Em agosto de 2023, a decisão do órgão foi:

Alternativas
Respostas
1941: A
1942: D
1943: D
1944: E
1945: A
1946: C
1947: A
1948: E
1949: A
1950: B
1951: E
1952: E
1953: C
1954: B
1955: E
1956: C
1957: E
1958: B
1959: B
1960: B