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Um retrato da resistência quilombola brasileira, é o que propõe o documentário “Nem Caroço Nem Casca – Uma História de Quilombolas”. A obra é uma produção do diretor Will Martins numa parceria entre a Elecnor Transmissão de Energia, a Novelo Filmes, com o auxílio de coprodução da ONG Me Ensina e da produtora Glóbulo Marcas de Propósito. O documentário tem a cidade de Viana/MA como ponto de partida e se baseia em uma estrada no interior do Maranhão que une moradores de seis comunidades quilombolas.
Uma rica experiência – Will Martins explica que a ideia de fazer o filme surgiu por acaso. Pelo fato de sempre fazer documentários pelo Brasil inteiro, ele percebeu que a realidade dos quilombos é um assunto pouco explorado. “Foi mais o tema que me encontrou do que eu que encontrei o tema”, diz.
( ) As comunidades quilombolas são grupos étnicoraciais, segundo critérios de auto atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas e com ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida. E, obviamente, apresentam tradições da cultura negra brasileira.
( ) Os integrantes das comunidades quilombolas, mesmo sendo descendentes, não possuem laços culturais, uma vez que não se mantêm as tradições, práticas religiosas, relação com o trabalho na terra e sistemas de organização social próprios.
( ) A regularização dos territórios quilombolas auxilia a manutenção da cultura negra.
Com base nesse caso hipotético, cabe ao profissional de relações públicas
I - elaborar toda a arte e a programação visual dos eventos.
II - produzir um vídeo institucional para ser exibido na televisão local e universitária, relembrando a história da instituição.
III - trabalhar na composição do texto de anúncio, cartaz ou outro material gráfico até sua finalização (tipologia, corpo e medidas) para impressão.
IV - gerir a comunicação, por meio das redes sociais e de site institucional, a fim de melhorar o relacionamento e a interação com o público, com foco no objetivo da campanha e mantendo uma identidade visual.
A quantidade de itens certos é igual a
De acordo com esse teórico, são tendências evolutivas na contribuição das relações públicas na gestão, EXCETO:
Numere a coluna de cima com sua correspondência da coluna de baixo relacionando os elementos de montagem pertencentes a cada função disposta na coluna da esquerda.
( ) Podem resultar da organização das superfícies no quadro ou da distribuição das intensidades luminosas, das cores etc., gerando um ritmo plástico à montagem; ou podem se instaurar na trilha sonora – embora não se deva excluir a possibilidade de jogar com durações de formas visuais.
( ) Efeitos de ligação ou disjunção, raccord e rapport: a produção de uma ligação formal entre dois planos sucessivos.
( ) Produção de sentido denotado – essencialmente espaço-temporal – que compreende, no fundo, o que denomina-se montagem narrativa.
( ) Efeitos de alternância, ou ao contrário, de linearidade, como a montagem paralela ou a montagem alternada. ( ) Produção de sentidos conotados, eles próprios bem diversos em sua natureza, como em todos os casos em que a montagem relaciona elementos diferentes para produzir um efeito de casualidade, de paralelismo, de comparação, etc.
1. Funções sintáticas
2. Funções semânticas
3. Funções rítmicas
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta na coluna de cima, de cima para baixo.
Analise as afirmativas que relacionam a série de vantagens da técnica de observação, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Possibilita meios diretos e satisfatórios para estudar uma ampla variedade de fenômenos.
( ) Exige mais empenho do observador do que outras técnicas.
( ) Permite a evidência de dados não constantes do roteiro de entrevistas ou de questionários.
( ) Depende menos da introspecção ou da reflexão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
1. Uso da terceira pessoal verbal e de verbos no pretérito perfeito, futuro e presente pelo futuro do indicativo. 2. Veto a palavras e expressões inaceitáveis no registro coloquial, salvo os termos técnicos indispensáveis; por outro lado, veto a palavras e expressões inaceitáveis no registro formal. 3. Inserção de qualificativos com sentido testemunhal e valorativo. 4. Construção de períodos curtos e preferência por mecanismos sintáticos simples. 5. Inclusão de fórmulas ou modelos estruturais tais como “x pessoas morreram quando...”, “x milhões de reais, foram perdidos porque...”.
Estão corretos os itens:
1. Acumulação. ( ) Valorização individual dada pelo receptor a um determinado assunto noticiado, que se traduz pela percepção que o receptor venha a emprestar à opinião pública.
2. Consonância. ( ) Quadro de informações que se forma ao longo de um determinado período de tempo da pesquisa e que permite a interpretação contextualizada do acontecimento.
3. Onipresença. ( ) Capacidade que a mídia tem de dar relevância a um determinado tema, destacando-o do imenso conjunto de acontecimentos diários que serão transformados posteriormente em notícia.
4. Relevância. ( ) É avaliada pela consonância do tema nas diferentes mídias.
5. Frame temporal. ( ) Apesar de suas diferenças e especificidades, as mídias possuem traços em comum na maneira pela qual atuam na transformação do relato de um acontecimento que se torna notícia.
6. Time-lag. ( ) É um acontecimento que, transformado em notícia, ultrapassa os espaços tradicionalmente a ele determinados.
7. Saliência. ( ) É o intervalo decorrente entre o período de levantamento da agenda de mídia e a agenda do receptor.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo.
Em relação aos principais formatos de papel, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. No Brasil, são utilizados com maior frequência a série AA, BB de papel para impressão.
II. No país também é utilizado o tamanho 50 x 65 cm para impressão de cartões.
III. A série AA mede 76 x 112 cm e o BB 66 x 96 cm.
IV. O formato A4 (210 x 297 mm) não tem relação de dobra com a série AA.