Questões de Concurso
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Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 9 a 14.
Blogs e Colunistas
Sérgio Rodrigues
Sobre palavras
Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente
02/02/2012
Consultório
‘No aguardo’, isso está certo?
“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo? Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo? Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”
(Virgílio Mendes Neto)
Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.
(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)
Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.
Considerados os textos do autor da coluna e do consulente, é correto dizer:
Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 1 a 5.
1 ___ No século VI a.C., os primeiros filósofos gregos
preocuparam-se em conhecer os elementos constitutivos
das coisas. Eles investigaram a Natureza, à busca de um
princípio estável, comum a todos os seres, que
5_ explicasse a sua origem e as suas transformações.
Físicos, como foram chamados por Aristóteles, esses
primeiros filósofos, de Tales a Anaxímenes, fundaram
uma tradição de estudo da Natureza, seguida e
aprofundada, entre outros, por Heráclito, Pitágoras,
10_ Demócrito.
___ Na segunda metade do século V a.C., os Sofistas,
professores da juventude ateniense numa época de crise,
inspirados mais pelo interesse prático do que por uma
intenção teórica pura, debateram, entre outras ideias, o
15 _Bem, a Virtude, o Belo, a Lei e a Justiça, formulando, a
respeito de seu conteúdo, teses ousadas e contraditórias.
Não obstante a falta de rigor e o propósito de confundir
os adversários, com a habilidade de raciocínio que os
notabilizou, os Sofistas tiveram o indiscutível mérito de
20 _introduzir, no estudo da sociedade e da cultura, o ponto
de vista reflexivo-crítico que caracteriza a filosofia.
___ Mas seria preciso esperar por Sócrates (470-399
a.C.), misto de pedagogo e de filósofo, que procurou
definir os valores morais, as profissões, o governo e o
25 _comportamento social, para que esse ponto de vista se
insinuasse também na apreciação das artes. Sócrates,
que discorria sobre todos os assuntos humanos, entrou,
certa vez, no ateliê do pintor Parrásio, e a este perguntou
o que a Pintura poderia representar.
30_Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, fez,
no seu diálogo A república, um confronto, que se tornou
decisivo pelas implicações filosóficas que encerra, entre
Arte e Realidade. Levando em conta o caráter
representativo da Pintura e da Escultura, o filósofo
35 _concluía, nesse diálogo, não só que essas artes estão
muito abaixo da verdadeira Beleza que a inteligência
humana se destina a conhecer, como também que, em
comparação com os objetivos da ciência, é supérflua a
atividade daqueles que pintam e esculpem, pois o que
40 _produzem é inconsistente e ilusório. Por outro lado,
Platão observa que a Poesia e a Música exercem
influência muito grande sobre os nossos estados de
ânimo, e que afetam, positiva ou negativamente, o
comportamento moral dos homens.
(Adaptado de: NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 4. ed., São Paulo: Ática, 1999, p. 7 e 8)
Considerada a norma-padrão da língua, tem consistência o seguinte comentário:
Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 1 a 5.
1 ___ No século VI a.C., os primeiros filósofos gregos
preocuparam-se em conhecer os elementos constitutivos
das coisas. Eles investigaram a Natureza, à busca de um
princípio estável, comum a todos os seres, que
5_ explicasse a sua origem e as suas transformações.
Físicos, como foram chamados por Aristóteles, esses
primeiros filósofos, de Tales a Anaxímenes, fundaram
uma tradição de estudo da Natureza, seguida e
aprofundada, entre outros, por Heráclito, Pitágoras,
10_ Demócrito.
___ Na segunda metade do século V a.C., os Sofistas,
professores da juventude ateniense numa época de crise,
inspirados mais pelo interesse prático do que por uma
intenção teórica pura, debateram, entre outras ideias, o
15 _Bem, a Virtude, o Belo, a Lei e a Justiça, formulando, a
respeito de seu conteúdo, teses ousadas e contraditórias.
Não obstante a falta de rigor e o propósito de confundir
os adversários, com a habilidade de raciocínio que os
notabilizou, os Sofistas tiveram o indiscutível mérito de
20 _introduzir, no estudo da sociedade e da cultura, o ponto
de vista reflexivo-crítico que caracteriza a filosofia.
___ Mas seria preciso esperar por Sócrates (470-399
a.C.), misto de pedagogo e de filósofo, que procurou
definir os valores morais, as profissões, o governo e o
25 _comportamento social, para que esse ponto de vista se
insinuasse também na apreciação das artes. Sócrates,
que discorria sobre todos os assuntos humanos, entrou,
certa vez, no ateliê do pintor Parrásio, e a este perguntou
o que a Pintura poderia representar.
30_Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, fez,
no seu diálogo A república, um confronto, que se tornou
decisivo pelas implicações filosóficas que encerra, entre
Arte e Realidade. Levando em conta o caráter
representativo da Pintura e da Escultura, o filósofo
35 _concluía, nesse diálogo, não só que essas artes estão
muito abaixo da verdadeira Beleza que a inteligência
humana se destina a conhecer, como também que, em
comparação com os objetivos da ciência, é supérflua a
atividade daqueles que pintam e esculpem, pois o que
40 _produzem é inconsistente e ilusório. Por outro lado,
Platão observa que a Poesia e a Música exercem
influência muito grande sobre os nossos estados de
ânimo, e que afetam, positiva ou negativamente, o
comportamento moral dos homens.
(Adaptado de: NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 4. ed., São Paulo: Ática, 1999, p. 7 e 8)
Afirma-se com correção sobre o que se tem no parágrafo 4:
Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 1 a 5.
1 ___ No século VI a.C., os primeiros filósofos gregos
preocuparam-se em conhecer os elementos constitutivos
das coisas. Eles investigaram a Natureza, à busca de um
princípio estável, comum a todos os seres, que
5_ explicasse a sua origem e as suas transformações.
Físicos, como foram chamados por Aristóteles, esses
primeiros filósofos, de Tales a Anaxímenes, fundaram
uma tradição de estudo da Natureza, seguida e
aprofundada, entre outros, por Heráclito, Pitágoras,
10_ Demócrito.
___ Na segunda metade do século V a.C., os Sofistas,
professores da juventude ateniense numa época de crise,
inspirados mais pelo interesse prático do que por uma
intenção teórica pura, debateram, entre outras ideias, o
15 _Bem, a Virtude, o Belo, a Lei e a Justiça, formulando, a
respeito de seu conteúdo, teses ousadas e contraditórias.
Não obstante a falta de rigor e o propósito de confundir
os adversários, com a habilidade de raciocínio que os
notabilizou, os Sofistas tiveram o indiscutível mérito de
20 _introduzir, no estudo da sociedade e da cultura, o ponto
de vista reflexivo-crítico que caracteriza a filosofia.
___ Mas seria preciso esperar por Sócrates (470-399
a.C.), misto de pedagogo e de filósofo, que procurou
definir os valores morais, as profissões, o governo e o
25 _comportamento social, para que esse ponto de vista se
insinuasse também na apreciação das artes. Sócrates,
que discorria sobre todos os assuntos humanos, entrou,
certa vez, no ateliê do pintor Parrásio, e a este perguntou
o que a Pintura poderia representar.
30_Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, fez,
no seu diálogo A república, um confronto, que se tornou
decisivo pelas implicações filosóficas que encerra, entre
Arte e Realidade. Levando em conta o caráter
representativo da Pintura e da Escultura, o filósofo
35 _concluía, nesse diálogo, não só que essas artes estão
muito abaixo da verdadeira Beleza que a inteligência
humana se destina a conhecer, como também que, em
comparação com os objetivos da ciência, é supérflua a
atividade daqueles que pintam e esculpem, pois o que
40 _produzem é inconsistente e ilusório. Por outro lado,
Platão observa que a Poesia e a Música exercem
influência muito grande sobre os nossos estados de
ânimo, e que afetam, positiva ou negativamente, o
comportamento moral dos homens.
(Adaptado de: NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 4. ed., São Paulo: Ática, 1999, p. 7 e 8)
Considerado o parágrafo 3, em seu contexto, é correto afirmar:
Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 1 a 5.
1 ___ No século VI a.C., os primeiros filósofos gregos
preocuparam-se em conhecer os elementos constitutivos
das coisas. Eles investigaram a Natureza, à busca de um
princípio estável, comum a todos os seres, que
5_ explicasse a sua origem e as suas transformações.
Físicos, como foram chamados por Aristóteles, esses
primeiros filósofos, de Tales a Anaxímenes, fundaram
uma tradição de estudo da Natureza, seguida e
aprofundada, entre outros, por Heráclito, Pitágoras,
10_ Demócrito.
___ Na segunda metade do século V a.C., os Sofistas,
professores da juventude ateniense numa época de crise,
inspirados mais pelo interesse prático do que por uma
intenção teórica pura, debateram, entre outras ideias, o
15 _Bem, a Virtude, o Belo, a Lei e a Justiça, formulando, a
respeito de seu conteúdo, teses ousadas e contraditórias.
Não obstante a falta de rigor e o propósito de confundir
os adversários, com a habilidade de raciocínio que os
notabilizou, os Sofistas tiveram o indiscutível mérito de
20 _introduzir, no estudo da sociedade e da cultura, o ponto
de vista reflexivo-crítico que caracteriza a filosofia.
___ Mas seria preciso esperar por Sócrates (470-399
a.C.), misto de pedagogo e de filósofo, que procurou
definir os valores morais, as profissões, o governo e o
25 _comportamento social, para que esse ponto de vista se
insinuasse também na apreciação das artes. Sócrates,
que discorria sobre todos os assuntos humanos, entrou,
certa vez, no ateliê do pintor Parrásio, e a este perguntou
o que a Pintura poderia representar.
30_Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, fez,
no seu diálogo A república, um confronto, que se tornou
decisivo pelas implicações filosóficas que encerra, entre
Arte e Realidade. Levando em conta o caráter
representativo da Pintura e da Escultura, o filósofo
35 _concluía, nesse diálogo, não só que essas artes estão
muito abaixo da verdadeira Beleza que a inteligência
humana se destina a conhecer, como também que, em
comparação com os objetivos da ciência, é supérflua a
atividade daqueles que pintam e esculpem, pois o que
40 _produzem é inconsistente e ilusório. Por outro lado,
Platão observa que a Poesia e a Música exercem
influência muito grande sobre os nossos estados de
ânimo, e que afetam, positiva ou negativamente, o
comportamento moral dos homens.
(Adaptado de: NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 4. ed., São Paulo: Ática, 1999, p. 7 e 8)
Sobre os Sofistas, tal como caracterizados no texto, é correto afirmar:
Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 1 a 5.
1 ___ No século VI a.C., os primeiros filósofos gregos
preocuparam-se em conhecer os elementos constitutivos
das coisas. Eles investigaram a Natureza, à busca de um
princípio estável, comum a todos os seres, que
5_ explicasse a sua origem e as suas transformações.
Físicos, como foram chamados por Aristóteles, esses
primeiros filósofos, de Tales a Anaxímenes, fundaram
uma tradição de estudo da Natureza, seguida e
aprofundada, entre outros, por Heráclito, Pitágoras,
10_ Demócrito.
___ Na segunda metade do século V a.C., os Sofistas,
professores da juventude ateniense numa época de crise,
inspirados mais pelo interesse prático do que por uma
intenção teórica pura, debateram, entre outras ideias, o
15 _Bem, a Virtude, o Belo, a Lei e a Justiça, formulando, a
respeito de seu conteúdo, teses ousadas e contraditórias.
Não obstante a falta de rigor e o propósito de confundir
os adversários, com a habilidade de raciocínio que os
notabilizou, os Sofistas tiveram o indiscutível mérito de
20 _introduzir, no estudo da sociedade e da cultura, o ponto
de vista reflexivo-crítico que caracteriza a filosofia.
___ Mas seria preciso esperar por Sócrates (470-399
a.C.), misto de pedagogo e de filósofo, que procurou
definir os valores morais, as profissões, o governo e o
25 _comportamento social, para que esse ponto de vista se
insinuasse também na apreciação das artes. Sócrates,
que discorria sobre todos os assuntos humanos, entrou,
certa vez, no ateliê do pintor Parrásio, e a este perguntou
o que a Pintura poderia representar.
30_Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, fez,
no seu diálogo A república, um confronto, que se tornou
decisivo pelas implicações filosóficas que encerra, entre
Arte e Realidade. Levando em conta o caráter
representativo da Pintura e da Escultura, o filósofo
35 _concluía, nesse diálogo, não só que essas artes estão
muito abaixo da verdadeira Beleza que a inteligência
humana se destina a conhecer, como também que, em
comparação com os objetivos da ciência, é supérflua a
atividade daqueles que pintam e esculpem, pois o que
40 _produzem é inconsistente e ilusório. Por outro lado,
Platão observa que a Poesia e a Música exercem
influência muito grande sobre os nossos estados de
ânimo, e que afetam, positiva ou negativamente, o
comportamento moral dos homens.
(Adaptado de: NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 4. ed., São Paulo: Ática, 1999, p. 7 e 8)
No texto, o autor
As ferramentas e aplicativos de navegação permitem a busca de palavras-chave em documentos da World Wide Web, como aqueles armazenados em sites. Essas ferramentas oferecem o recurso de operações de pesquisa para limitar o resultado das buscas. A expressão de pesquisa que mais restringe o resultado da busca é:
Jailson trabalha em uma empresa que orienta a elaboração de documentos por meio de uma norma. Sobre paginação, a norma diz:
A numeração da parte pré-textual deve ser centralizada, em algarismos romanos minúsculos, no inferior da folha. A numeração da parte textual é colocada, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha. A figura a seguir ilustra um exemplo.
Para seguir a norma de elaboração de documentos da empresa onde trabalha, Jailson deverá utilizar o recurso:
Durante um evento comemorativo, algumas fotos serão projetadas em slides contando a história da instituição promotora. Para que o logotipo da instituição apareça, em todos os slides, basta inseri-lo no:
Em relação ao cerimonial do uso de bandeiras, o dispositivo de uma panóplia compreende o centro como o lugar mais importante. Daí em diante a precedência se dá ao lado direito e esquerdo, sucessivamente. Portanto, a ordem das bandeiras começando pelo centro, será:
O Código de Ética de Relações Públicas determina no seu Artigo 27 que "a quebra de sigilo (profissional) é necessária quando se trata de fato delituoso, previsto em Lei, e a gravidade de suas consequências, para os públicos envolvidos”. Nesses casos o profissional deverá:
Um programa de Relações Públicas dever, ter um caráter educativo, sendo exercido de forma lenta e permanente. Embora esse trabalho possa se dar por meio de campanhas de prazo limitado, elas devem funcionar sempre através de um processo em que o diálogo jamais cesse. Assim é atendido o princípio geral de:
Líderes religiosos, personalidades, dirigentes sindicais, de órgãos classistas ou de importantes organizações não governamentais são denominados líderes de opinião. Para uma organização, tais lideranças constituem o público:
Os diversos veículos de comunicação têm atributos próprios que devem ser identificados pelo planejador de comunicação para atingir o seu público-alvo. Caracteriza-se a Televisão por apresentar em maior intensidade os atributos de:
A Auditoria de Opinião Pública é uma importante ferramenta para o diagnóstico relacional de uma organização. Ao selecionar o modelo metodológico da auditoria, o planejador deve optar para que ela seja efetuada de forma:
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Por vezes as Relações Públicas acumulam o trabalho de assessoria de imprensa. O noticiário a ser distribuído para a imprensa deve ser feito em linguagem simples e acessível, respeitando o horário dos veículos de comunicação e apresentando o responsável pela sua emissão. Caso o jornalista entre em contato, o assessor deve:
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