Foram encontradas 24.556 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A mulher entrevistada declarava enfaticamente que comprava as coisas para seu lar pela qualidade, em primeiro lugar, pela confiança que tinha no fabricante, em segundo, e pelo preço, em terceiro, sem que a propaganda tivesse uma participação maior em sua decisão do que (onde, quando e como) comprar.
Em seguida, pedia-se para que a dona de casa mostrasse sua casa, os eletrodomésticos existentes e os produtos de consumo estocados ou em uso.
Pois bem, quase todas as mulheres que tinham se declarado pouco influenciáveis pela propaganda haviam comprado grande parte daquilo que possuíam em casa por razões essencialmente idênticas às difundidas pelas campanhas publicitárias então veiculadas, dos diversos produtos e utilidades domésticas.
E pode-se ter certeza de que isso foi muito mais do que apenas mera coincidência.
(SAMPAIO, Rafael: Propaganda: Arte, Ciência ou Técnica?
In: Propaganda de A a Z. São Paulo: Campus, 2003. p. 24)
Uma campanha pode ser responsável pelo sucesso ou fracasso de um produto, uma organização, ser inútil ou gerar malefícios.Diante da sua capacidade de persuasão, a propaganda deve ser usada
(GIACOMINI FILHO, Gino. O consumidor e sua inserção ecológica.
In: Ecopropaganda. São Paulo; Senac, 2004. p. 63)
Para realizar uma comunicação no sentido de promover preceitos ambientais, como a responsabilidade social, o consumo sustentável, e as relações da instituição com a comunidade, é necessário dar atenção a duas figuras da sociedade que podem ser encarnadas pelos mesmos indivíduos, a saber, o
I. A identidade institucional é uma declaração da própria organização sobre como ela se apresenta à sociedade, com visão, missão, valores, compromissos etc.
II. A imagem institucional é a forma como os diferentes públicos de uma organização a percebem, assim como seus produtos e/ou serviços.
III. Alcançar a sintonia entre a identidade e a imagem institucional é um objetivo tático do planejamento cuja persecução é opcional e de pouco impacto.
IV. A imagem institucional é uma parte integrante do planejamento de comunicação institucional, podendo as formas de sua persecução ser definidas em planos específicos.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. Parte integrante da macroárea da comunicação organizacional, ao lado do jornalismo, da publicidade, da propaganda e da editoração, entre outras sub- áreas possíveis que devem interagir com vistas à construção do conceito institucional para a organização. II. Vinculação das Relações Públicas à administração, atribuindo-lhes a peculiaridade do uso de técnicas de comunicação no desenvolvimento de sua missão.
A tendência que se configura atualmente é no sentido de as Relações Públicas serem
I. É legítimo empresas, instituições ou pessoas pressionarem aqueles que fazem nossas leis ou as executam.
II. Não é ético, nem legal, oferecer ou dar e receber propinas para obter favorecimentos.
III. Se a pressão é legítima, não há necessidade de divulgar para a sociedade que um lobby está sendo realizado.
IV. O chamado lobby escuso se materializa em pagamentos de viagens e contas de restaurantes, além de outros presentes dado àqueles que são pressionados.
Está correto o que se afirma APENAS em
A publicação interna é o único veículo de comunicação que traz mensagens cujas fontes podem ser os próprios
funcionários. Mensagens que interessam também às famílias. Lendo a publicação, o trabalhador pode formar um estado psicológico favorável ao bom desempenho de suas atividades operacionais. E a empresa tem em mãos um instrumento para estímulo funcional, transformando-o no porta-voz de benefícios, promoções, serviços sociais e no melhor meio para o estreitamento das relações humanas.
(Tratado de comunicação organizacional e política.
São Paulo: Pioneira Thomson Learning)
Segundo Torquato, a publicação interna deve aproveitar diferentes conteúdos e vários tipos de matérias. Aquelas que tratam de regulamentos, normas, avisos, portarias são consideradas matérias